Africano arte

African art, the visual arts of native Africa, particularly sub-Saharan Africa, including such media as sculpture, painting, pottery, rock art, textiles, masks, personal decoration, and jewelry.. For more general explorations of media, see individual media articles (e.g., painting, sculpture, pottery, and textile).For a discussion of the characteristics, functions, and forms of masks, see mask. African Art. African art celebrates traditional customs and tribal life. These colorful paintings depict movement and dancing, the spirit of the hunter, roles of the village and the majesty of wildlife. El arte africano consistiría en, valga la redundancia, todas las artes hechas en esa región. Es más un apelativo de ordenación geográfica, que de expresión cultural. Y sin embargo, se pueden rescatar elementos distintivos de estas artes que los diferencian de otros continentes. 08-ago-2018 - Explora el tablero 'Arte Africano' de martha lia osorno, que 408 personas siguen en Pinterest. Ver más ideas sobre Africanas, Arte africana, Arte. African-arte Galeria. General Info – [email protected] General Inquiries – [email protected] Events/Marketing/Press – [email protected] Phone: (+351) 222 010 746 Address: Rua D. João IV, n.º 303 4302-300. Porto, Portugal. The metro station Campo 24 de Agosto is located just 100 meters from the gallery.. Website: https://www.african-arte.com El arte africano es una agrupación de diferentes manifestaciones o movimientos artísticos que se fueron originando en los pueblos de “África negra” durante toda la historia del arte.Se podría decir, que el arte africano se desarrolló por las diferentes culturas que existían, y todavía hoy existen, en el continente africano. Either way, the aesthetic significance of African art to the world of art today is immense. In my mind, there is no other continent whose study of their arts can shed such an instructive spiritual and intellectual light upon the societal structure of its communities who have inhabited, and presently do inhabit, this amazingly creative, richly rewarding land mass. African Arte is the largest African art gallery in Portugal exclusively showcasing one of the most diverse collection of fine tribal art and antiques. At African Arte, we assist you in building your own museum-quality collection, one piece at a time.With more than 25 years specializing in tribal art and ethnography, our african art connoisseur and dealer, Seydou Mamadou Keita, dedicated a ... Using artworks from the exhibition Heroes: Principles of African Greatness, photographer Jyll Turner led a creative workshop on self-portrait photography.Teens ages 14 to 18 learned how to use comparative visual arts to achieve their best expressive headshot and master the art of being the photographer and the photographed.

Wikipédia, a enciclopédia livre

2020.08.15 21:15 gdtn3 Wikipédia, a enciclopédia livre

Macaco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa 📷 Nota: Para outros significados, veja Macaco (desambiguação)). 📷 Macaco nas cavernas de Batu, na Malásia.
Macaco é um termo de origem africana (provavelmente do banto makako)[1] utilizado como designação comum a todas as espécies) de símios ou primatas antropoides. É aplicada restritivamente no Brasil aos cebídeos (ou macacos do Novo Mundo) em geral. No sentido estrito, "macaco" refere-se às espécies de primatas pertencentes ao género Macaca.
A designação mico se origina, segundo o Dicionário Aurélio,[2] do caraíba (karib) continental. É bastante usada no Brasil, onde costuma aplicar-se às espécies do gênero) Cebus, no Sul, e às espécies de pequeno porte, ou saguis, no Norte.
O termo sagui se origina do tupi antigo sagûi e também designa os macacos calitriquídeos de pequeno porte.[3]
Ainda segundo Cunha,[4] o termo símio, que também designa os macacos (tendo sido registrado no português dos séculos XVI e XVII), vem do latim simius, de simus, "que tem o nariz chato".

Índice


Nomenclatura

Na classificação popular brasileira, geralmente se utilizam os termos "macaco" ou mono (segundo o Dicionário Aurélio, antigo termo português para espécie de símio africano),[5] seguidos de um adjetivo que identifique o animal, a exemplo de "mono-carvoeiro" e "macaco-aranha", como exemplificado abaixo na galeria de fotos.

Classificação científica

📷Ver artigo principal: Simiiformes
A classificação científica também se vale desse esquema de adjetivação. Por exemploː no gênero Cebus, incluem-se espécies designadas por libidinosus (macaco-prego), ruivo, robustus etc. Ainda nessa classificação, alguns deles são associados a demônios como Beelzebuth (Ateles belzebuth) e Satanás (Chiropotes satanas) ou se referem a lendas como por exemplo a dos cércopes, salteadores de força descomunal que assaltavam e matavam os viajantes da Grécia Antiga. Conta-se que, no seu atrevimento, chegaram a atacar Hércules enquanto este dormia mas que este, ao acordar, os dominou com facilidade, tratando então de amarrá-los, pretendendo vendê-los como escravos. No caminho do mercado, os cércopes, mesmo amarrados, fizeram tantas brincadeiras e piadas que o herói findou por soltá-los. Contudo, Zeus, o senhor dos homens e dos deuses do Olimpo, não foi tão piedoso e transformou os cércopes em macacosː mais especificamente, os do gênero Cercopithecus.[6]
Macacos do Novo Mundo

Macacos do Velho Mundo

Provérbios, ditos e trovas [Nota 1]

📷 Três Macacos Sábios

Ver também

📷 O macaco peregrino personagem do clássico texto budista chinês "Jornada ao Oeste" [11]

Referências


  1. CH'ÊNG-ÊN, Wu. O macaco peregrino ou a saga ao ocidente. SP, Horus Editora, 2002

Ligações externas

📷 O Wikcionário tem o verbete macaco.

Notas


  1. Compiladas da tradição lusitana, afro-indígena brasileira por diversos autores entre os quais:ITABERABA, Lyra. Já dizia minha vó...sabedoria popular. Salvador, Ed. Assembléia Legislativa do estado da Bahia, 2010; CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. RJ, Ediouro, 1972
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2020.05.28 15:44 samreachers Cinemateca de Quarentena: "Uma obra de arte deve ser como um machado..."

Cinemateca de Quarentena:
https://preview.redd.it/eyhwhbnsei151.jpg?width=400&format=pjpg&auto=webp&s=8712b6a3203ff88c4df1405a4c9b347e0bf7f0b2
Aprisionados por esta quieta calamidade, esta crise coronariana que talvez finalmente inaugure de fato e de direito o século XXI, sobrevivemos com as reservas e ajudas que podemos. Os que estamos impossibilitados de trabalhar, nadando em ócio, recorremos a tudo: Overdose de redes sociais, tentativas de exercícios no quintal ou na área, retorno à espiritualidade, diuturnas D.R.s (discussão das relações), retomada de leituras que antes se acumulavam, revivals e flashbacks musicais via Youtube, e a ordem do dia: Sites de streaming como Netflix e Amazon Prime, ou mesmo os democráticos sites de, hum, não digamos pirataria, mas facilitação cultural fraternalista.
Mais um entre tantos sitiados, vez por outra lanço-me em busca de algum filme ou série, de preferência que me possam instigar. Nessa vibe acabei por ver, em maratônica sequência, a dois filmes: O laureado sul-coreano Parasita e o anglo-americano Vestígios do Dia.
Não tinha a mínima ideia dos roteiros, e foi uma coincidência macabra perceber que tratam, mesmo que lateralmente, de um mesmo tema: Como os príncipes deste mundo são detestáveis. E talvez aqueles que os celebram – muitas vezes ao custo de seu sangue, sua sanidade.
No ótimo Vestígios do Dia (1993), baseado num romance do nipo-britânico Kazuo Ishiguro, um abnegado mordomo (o sempre fenomenal Anthony Hopkins) vê a vida e suas oportunidades de felicidade lhe escorrerem por entre os dedos, sempre ocupados, sempre asseados, sempre a postos em sua subserviência tão inglesa, tão torpe. Mas essa torpeza da servilidade, esse assalto e rapto de sua própria humanidade não é confrontado pelo personagem que, resignado, se anula em seu papel, como um indiano engessado no sistema de castas, até que seja tarde demais. Sua bovina suspensão dos julgamentos éticos sobre aquilo que vê e ouve (“quem é o servo para julgar o seu $enhor?”) dá o tom do absurdo – que pode ser o de muitos de nós, guardadas as proporções e contextos. Seu sorriso impassível, mantido até o final não feliz da trama, arranca piedade (e um difuso sentimento de revolta) de nossos sentidos já anestesiados.
Sem querer, essa celebração tão inglesa dos de “sangue azul” traz à baila, ao menos para nós, não-monarquistas, o eterno questionamento: O que leva homens a servirem a outros que não possuem mérito algum palpável ou mensurável, senão seu DNA? Um indivíduo é elegido para o poder, outro conquista o poder – mas como pode alguém HERDAR o poder? Numa tribo zulu na Suazilândia (única monarquia absoluta do continente africano) ou num café na Piccadilly Circus em Londres, como abaixar a cabeça a não-escolhidos e não-meritórios, mas janotas impostos “pelo destino”? E pensar que mesmo hoje há quem fale em retorno da Monarquia no Brasil. Diabos, não nos bastam os oligarcas e burgomestres? Esses ao menos não se arrogam ter sangue azul, embora melindrosamente (e mais para o espelho, mais para si próprios) vistam a carapuça. Príncipes e rajás: Não em vão o Cristo afirmou que não haverá espaço nos céus para quase nenhum deles...
Sobre Parasita (2019), é compreensível que a película de Bong Joon Ho tenha faturado o Oscar de melhor filme: Se não capturou o zeitgeist, o espírito do (nosso) tempo de uma maneira plural, capturou ao menos o zeitgeist do estado da arte e pensamento pós-modernos: Relativização moral seguida do esforço de re-significação da (de alguma) moralidade, cansaço frente às estruturas de podecoesão, celebração não trágica, mas irônica/cínica do absurdo. Um filme de respeito.
Mas a quarentena infelizmente é longa. Sitiados em nossos sofás, avancemos na nossa matinê, imaginando-nos andando livres lá fora, quem sabe nas antigas seções dos cinemas São José ou Cine Nanci.
Ampliando a mesma linha de questionamentos éticos de Parasita, funcionando como verdadeiras metralhadoras ou roletas russas de solicitações, duas produções, uma de 2015 e outra recente, trazem, igualmente de maneira crua, tal questão.
Em Circle (EUA, 2015), produção independente e barata, 50 atores despertam aprisionados num sinistro ambiente, impossibilitados, sob risco de morte, de saírem de suas posições. Ao centro, uma máquina obscura dispara raios de quando em quando, fulminando um dos convivas do macabro experimento. Mas eles logo descobrem que não há aleatoriedade alguma nos disparos: De certa forma, todos os presentes podem “votar” naquele que irá morrer. O que se segue, embora recorrendo a alguns clichés, é uma célere catarse de julgamentos éticos, exposição de preconceitos e exibição do pior que no homem habita. Nauseante, mas fiel tributário daquilo que a arte deve se propor a ser: Uma perturbação, ou, parafraseando Kafka (que falava sobre livros), “queremos obras que nos afetem como um desastre. Uma obra de arte deve ser como um machado diante de um mar congelado em nós.”
Já no recente O Poço (2019), suspense/ficção científica espanhol que alcançou rápido sucesso e gerou até memes (“Mas não é óbvio?”), a mesma fórmula se apresenta, mas aqui hiper refinada, operando por véus que vão sendo arrancados – onde loucura se contrapõe à loucura, absurdo (estrutural, existencial, totalitário) é respondido com absurdo, num jogo de embaçamento, perda e retomada do sentimento do ético, culminando no esforço final de redenção/superação sacrificial até o encerramento em aberto, abertura de possibilidades que igualmente cumpre a função da arte de perturbação dos sensos.
Se nossos corpos foram lançados à força em nossas desconfortáveis zonas de conforto, que a sétima arte possa dela nos arrancar, com seus questionamentos que, ao exporem nossa miséria, acabam por nos forçar a sermos melhores, a fim de não perecermos.
Sammis Reachers
- https://azulcaudal.blogspot.com/
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2020.04.24 18:19 HairlessButtcrack Cronologia do Covid-19

Boas malta fiz uma cronologia dos eventos nos estados unidos para entender como é que eles estiveram e quis comparar com a nossa. Decidi postar depois de ver este e este posts.
As conclusões não são boas, os media (americanos) dizem mal da inação do Trump mas nós tivemos uma sorte do Carvalho. Se em movimento de pessoas fossemos iguais a outros países os números eram muito piores, que se formos a olhar bem proporcionalmente em casos estamos ao nível dos estados unidos (mas com metade das mortes). A nossa primeira ação foi a meio de março.
(A minha cronologia certamente que não está completa e estou aberto a adicionar ou retirar coisas dadas fontes, Grande parte veio da Lusa/CM/JN outras coisas vieram da cronologia que fiz dos EUA)
Cronologia:
31 de dezembro de 2019 Organização Mundial de Saúde (OMS) revela haver mais de duas dezenas de casos de pneumonia de origem desconhecida detetados na cidade chinesa de Wuhan, província de Hubei.
1 de janeiro de 2020 É encerrado o mercado de peixe e carne de Wuhan que se pensa estar na origem da contaminação, dado que os doentes tinham todos ligação ao local.
4 de janeiro São 44 os casos de doentes com uma pneumonia de origem desconhecida reportados pelas autoridades chinesas.
5 de janeiro A OMS relatou uma "pneumonia de causa desconhecida" em Wuhan, China. A OMS desaconselhou restrições de viagem ou comércio na época.
8 de janeiro O CDC (EUA) emitiu o primeiro alerta público sobre o coronavírus.
9 de janeiro A OMS emitiu uma declaração nomeando a doença como um novo coronavírus em Wuhan. A China publicou os dados genéticos do novo coronavírus.
10 de janeiro É registado o primeiro morto, um homem de 61 anos, frequentador do mercado de Wuhan. Oficialmente há 41 pessoas infetadas na China. As autoridades chinesas identificam o agente causador das pneumonias como um tipo novo de coronavírus, que foi isolado em sete doentes.
13 de janeiro Primeiro caso confirmado fora da China, na Tailândia.
14 de janeiro A OMS disse que não encontrou provas de transmissão de pessoa para pessoa. https://twitter.com/WHO/status/1217043229427761152 https://nypost.com/2020/03/20/who-haunted-by-old-tweet-saying-china-found-no-human-transmission-of-coronavirus/
O chefe da Comissão Nacional de Saúde da China, Ma Xiaowei, forneceu confidencialmente uma avaliação “sombria” da situação para as principais autoridades de saúde chinesas. O memorando relacionado afirmava que "a transmissão de humano para humano é possível". Uma investigação da AP News indicou que a denúncia de um caso na Tailândia levou à reunião, bem como o risco de se espalhar com o aumento das viagens durante o Ano Novo Chinês e várias considerações políticas. No entanto, o público chinês não é avisado até 20 de janeiro.
15 de janeiro Primeiro caso reportado no Japão do novo coronavírus, entretanto designado como 2019-nCoV. Primeira declaração das autoridades portuguesas sobre o novo coronavírus. A diretora-geral da Saúde estima, com base nas informações provenientes da China, que o surto estará contido e que uma eventual propagação em massa não é "uma hipótese no momento a ser equacionada".
20 de janeiro Autoridades confirmam que há transmissão entre seres humanos. (CM reporta isto mas não consigo confirmar em mais fonte nenhuma, a OMS só confirmou a 23 de Janeiro)
O secretário geral do Partido Comunista Chinês, Xi Jinping, e o primeiro-ministro do Conselho de Estado, Li Keqiang, emitem o primeiro aviso público sobre o coronavírus aos cidadãos chineses. Uma investigação da AP News alegou que, de 14 a 20 de janeiro, as autoridades chinesas tomaram medidas confidenciais para mobilizar sua resposta à pandemia, mas não alertaram o público. Alertar o público seis dias antes podia ter evitado "o colapso do sistema médico de Wuhan", segundo um epidemiologista.
21 de janeiro Primeiro caso nos Estados Unidos, num doente em Washington regressado de Wuhan.
22 de janeiro Macau confirma o primeiro caso da doença, numa altura em que há mais de 440 infetados. Começa o isolamento da cidade de Wuhan ao mundo. Autoridades de saúde chinesas cancelam voos e saída de comboios. Portugal anuncia que acionou os dispositivos de saúde pública e tem três hospitais em alerta: São João (Porto), Curry Cabral e Estefânia (ambos Lisboa).
23 de janeiro OMS reúne comité de emergência na Suíça para avaliar se o surto constitui uma emergência de saúde pública internacional. Decide não a decretar. Autoridades chinesas proíbem entradas e saídas numa segunda cidade, Huanggan, a 70 km de Wuhan. As duas cidades têm em conjunto mais de 18 milhões de habitantes. Alguns aeroportos no mundo, como no Dubai, nos Estados Unidos e nalguns países africanos, começam a tomar precauções para lidar com o fluxo de turistas chineses que tiram férias no Ano Novo Lunar, que coincide com o surto.
24 de janeiro Confirmados em França os primeiros dois casos na Europa, ambos importados.
25 de janeiro Pequim suspende as viagens organizadas na China e ao estrangeiro. Austrália anuncia primeiro caso. Hong Kong declara estado de emergência. Primeiro caso suspeito em Portugal, mas as análises revelam que é negativo.
27 de janeiro O Centro Europeu de Controlo das Doenças pede aos estados-membros da União Europeia que adotem "medidas rigorosas e oportunas" para controlo do novo coronavírus.
28 de janeiro Mecanismo Europeu de Proteção Civil é ativado, a pedido de França, para repatriamento dos franceses em Wuhan. Confirmados dois casos, um na Alemanha e outro no Japão, de doentes que não estiveram na China, tendo sido infetados nos seus países por pessoas provenientes de Wuhan.
29 de janeiro Pelo menos 17 portugueses pedem para sair da China, quase todos na região de Wuhan. Finlândia confirma primeiro caso. Rússia encerra fronteira terrestre com a China. Estudo genético confirma que o novo coronavírus terá sido transmitido aos humanos através de um animal selvagem, ainda desconhecido, que foi infetado por morcegos.
30 de janeiro OMS declara surto como caso de emergência de saúde pública internacional, mas opõe-se a restrições de viagens e trocas comerciais.
31 de janeiro Estados Unidos decidem proibir a entrada de estrangeiros que tenham estado na China nos últimos 14 dias e impor quarentena a viajantes de qualquer nacionalidade provenientes da província de Hubei. Ministério da Saúde de Portugal anuncia que vai disponibilizar instalações onde os portugueses provenientes de Wuhan possam ficar em isolamento voluntário.
1 de fevereiro Austrália proíbe entrada no país a não residentes vindos da China.
2 de fevereiro Os 18 portugueses e as duas brasileiras retirados da cidade de Wuhan chegam a Lisboa e ficam em isolamento voluntário por 14 dias. Filipinas anunciam o primeiro caso mortal no país. É a primeira morte fora da China.
3 de fevereiro OMS anuncia que está a trabalhar com a Google para travar informações falsas sobre o novo coronavírus. O chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, declarou que não havia necessidade de medidas que "interferissem desnecessariamente com viagens e comércio internacionais" para parar o coronavírus. Elogiou a resposta chinesa e referiu que a propagação do vírus é "mínima e lenta".
11 de fevereiro OMS decide dar oficialmente o nome de Covid-19 à infeção provocada pelo novo coronavírus.
13 de fevereiro Autoridades chinesas mudam a forma de contabilizar e assumir casos de infeção. Passam a contar não apenas os casos com confirmação laboratorial, mas também os que têm confirmação clínica apoiada por exames radiológicos.
14 de fevereiro Segunda morte confirmada fora da China, no Japão.
15 de fevereiro Um turista chinês de 80 anos morre em França. É a primeira morte registada na Europa - o primeiro europeu a morrer no seu continente acontece a 26 de fevereiro.
16 de fevereiro Terceira morte confirmada fora da China, num turista chinês que visitava França.
19 de fevereiro Dois primeiros casos revelados no Irão. No mesmo dia é anunciado que os dois morreram devido ao Covid-19.
20 de fevereiro Autoridades chinesas voltam a alterar a metodologia da contagem de infetados, uma decisão que se reflete numa descida acentuada no número de novos casos. Coreia do Sul regista a primeira morte. Suíça adia uma cimeira internacional sobre saúde devido à epidemia, na qual estaria presente o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) e ministros da Saúde.
21 de fevereiro Autoridades chinesas anunciam que surto está "sob controlo". Itália regista primeira vítima mortal, um italiano de 78 anos.
22 de fevereiro Irão fecha escolas, universidades e centros educativos em duas cidades. País confirma mais de 40 casos de infeção e oito mortes.
23 de fevereiro Autoridade japonesas confirmam que um português, Adriano Maranhão, canalizador no navio Diamond Princess, atracado no porto de Yokohama, deu teste positivo ao vírus da infeção Covid-19. Presidente da China, Xi Jiping, admite que o surto é a mais grave emergência de saúde no país desde a fundação do regime comunista, em 1949. Autoridades italianas ordenam suspensão dos festejos do Carnaval de Veneza. Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que epidemia coloca em risco a recuperação económica mundial e manifesta disponibilidade para ajudar financeiramente os países mais pobres e vulneráveis.
24 de fevereiro Comissão Europeia anuncia mobilização de 230 milhões de euros para apoiar a luta global contra o Covid-19. Diretor-geral da OMS avisa que o mundo tem de se preparar para uma "eventual pandemia", considerando "muito preocupante" o "aumento repentino" de casos em Itália, Coreia do Sul e Irão.
25 de fevereiro O português infetado a bordo de um navio de cruzeiros atracado no Japão é enviado para um hospital de referência local. O especialista que liderou a equipa da OMS enviada à China afirma que o mundo "simplesmente não está pronto" para enfrentar a epidemia.
26 de fevereiro Primeiro caso de contágio na América do Sul. É no Brasil, um homem de 61 anos, de São Paulo, regressado do norte de Itália. Vários países confirmam igualmente os primeiros casos: Grécia, Finlândia, Macedónia do Norte, Geórgia e Paquistão. OMS revela que o número de novos casos diários confirmados no resto do mundo ultrapassou pela primeira vez os registados na China.
27 de fevereiro Arábia Saudita suspende temporariamente a entrada de peregrinos que visitam a mesquita do profeta Maomé e os lugares sagrados do Islão em Meca e Medina, bem como turistas de países afetados pelo coronavírus. Segundo português hospitalizado no Japão "por indícios relacionados" com o Covid-19, também tripulante do navio de cruzeiros Diamond Princess. A DGS divulga orientações às empresas, aconselhando-as a definir planos de contingência para casos suspeitos entre os trabalhadores que contemplem zonas de isolamento e regras específicas de higiene, e para portos e viajantes via marítima, que define que qualquer caso suspeito validado deve ser isolado e que apenas um elemento da tripulação deve contactar com o passageiro.
28 de fevereiro Primeiro caso confirmado na África subsariana, na Nigéria, depois de terem sido identificadas infeções no norte do continente, no Egito e na Argélia. Suíça proíbe pelo menos até 15 de março qualquer evento público ou privado que reúna mais de mil pessoas. Comissão Europeia solicita aos Estados-membros da UE que avaliem os impactos económicos do novo coronavírus. OMS aumenta para "muito elevado" o nível de ameaça do novo coronavírus. Responsáveis da Feira Internacional de Turismo de Berlim anunciam a suspensão do evento, considerado o maior do mundo, que se deveria realizar entre 4 e 8 de março. Governo português reforça em 20% o stock de medicamentos em todos os hospitais do país, além de estar a preparar um eventual reforço de recursos humanos.
29 de fevereiro Governo francês anuncia cancelamento de "todas as concentrações com mais de 5.000 pessoas" em espaços fechados e alguns eventos no exterior, como a meia-maratona de Paris. Primeira vítima mortal nos Estados Unidos da América.
1 de março Governo das Astúrias confirma primeiro caso de infeção pelo novo coronavírus na região espanhola, o escritor chileno Luis Sepúlveda, que esteve recentemente na Póvoa de Varzim, em Portugal. Macau com perdas históricas nas receitas do jogo em fevereiro, menos 87,8% em relação a igual período de 2019, num mês em que os casinos fecharam por 15 dias devido ao surto de Covid-19. Adriano Maranhão, primeiro português infetado no Japão, tem alta hospitalar.
2 de março Confirmados dois primeiros casos em Portugal Funcionários públicos em teletrabalho ou isolamento profilático sem perda de salário em Portugal, segundo um despacho do Governo. Governo português divulga um despacho a ordenar aos serviços públicos que elaborarem planos de contingência para o surto de Covid-19.
3 de março Primeira morte em Espanha. Itália confirma 79 mortes. Número de infetados em Portugal sobe para quatro. Mais de três mil mortos e de 91 mil infetados em todos os continentes, segundo dados da OMS. Os países mais afetados são China, Coreia do Sul, Irão e Itália. Hospitais São João e Santo António, no Porto, esgotaram capacidade de resposta a casos suspeitos, novas unidades são ativadas Comissão Nacional de Proteção Civil passa a funcionar em permanência, para fazer face ao novo coronavírus. Governo português dá cinco dias às empresas públicas para elaborarem planos de contingência. Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed), que gere a política monetária do país, corta em 50 pontos base as taxas de juro, devido ao novo coronavírus. O presidente da Fed, Jerome Powell, considera inevitável que os efeitos do surto alastrem às economias mundiais e alterem o seu normal funcionamento "durante algum tempo". FMI e Banco Mundial anunciam que reuniões de abril, que se realizam anualmente em Washington, vão ser feitas à distância, em "formato virtual".
4 de março Itália, o país europeu mais afetado, fecha todas as escolas e universidades. Tinha então 3,089 infetados e 107 mortos. Número de infetados em Portugal sobre para seis. Em todo o mundo, há registo de mais de 3.100 mortos e de 93.100 infetados em 77 países de cinco continentes. Mais de 290 milhões de jovens sem aulas em todo o mundo, segundo a UNESCO. Os trabalhadores em quarentena em Portugal por determinação de autoridade de saúde vão receber integralmente o rendimento nos primeiros 14 dias, diz despacho do Diário da República. O primeiro-ministro português anuncia linha de crédito para apoio de tesouraria a empresas afetadas pelo impacto económico do surto do novo coronavírus, caso seja necessário, no valor inicial de 100 milhões de euros. Banco Mundial anuncia 12.000 milhões de dólares (cerca de 10.786 milhões de euros) para ajudar os países que enfrentam impactos económicos e de saúde. O setor dos serviços contraiu pela primeira vez na China desde que há registos. FMI diz que crescimento mundial será inferior em 2020 ao de 2019 devido ao impacto da epidemia do novo coronavírus, mas que é "difícil prever quanto". Surto diminuiu exportações mundiais em 50 mil milhões de dólares em fevereiro, segundo uma análise publicada pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento. A Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, no Porto, suspende aulas por ter havido contactos com o quinto infetado.
5 de março Portugal com nove casos de infeção. O número de pessoas infetadas em todo o mundo aumenta para 97.510, das quais 3.346 morreram, em 85 países e territórios. A China é o país mais afetado (80.409 casos e 3.012 mortes); seguido pela Coreia do Sul (6.088 casos, 35 mortes), Itália (3.858 casos, 148 mortes) e Irão (3.513 casos, 107 mortes). Bolsa de Turismo de Lisboa adiada para 27 a 31 de maio Perdas das companhias aéreas mundiais podem chegar aos 113 mil milhões de dólares (101,1 mil milhões de euros), estima a associação internacional de transporte aéreo (IATA). TAP reduz 1.000 voos em março e abril devido a quebra nas reservas, suspende investimentos e avança com licenças sem vencimento. O Fundo Monetário Internacional disponibiliza 50 mil milhões de dólares (cerca de 46,7 mil milhões de euros) para combater o surto.
6 de março 13 casos infetados em Portugal. Número de casos no mundo ultrapassa os 100 mil, das quais 3.456 morreram, em 92 países e territórios. A China (sem as regiões administrativas de Macau e Hong Kong), o país onde a epidemia foi declarada no final de dezembro, soma 80.552 casos e 3.042 mortes. Preço do barril de Brent cai mais de 6%, para 47 dólares, devido à quebra da procura
7 de março Número de infeções em Portugal sobe para 21 Visitas a hospitais, lares e estabelecimentos prisionais da região Norte suspensas temporariamente. A ministra da Saúde portuguesa, Marta Temido, recomenda também o adiamento de eventos sociais. Uma escola de Idães, em Felgueiras, o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), a Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto e o edifício do curso de História da Universidade do Minho foram encerrados por serem instituições relacionadas com casos de pessoas infetadas em Portugal. Governo italiano proíbe as entradas e saídas da Lombardia e de outras 11 províncias próximas para limitar a disseminação do coronavírus, que já causou 233 mortes e 5.061 infetados em todo o país.
8 março Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa decide entrar em quarentena de 14 dias após receber em Belém uma turma de Felgueiras. Mais quatro casos em Portugal, número de infetados sobe para 25. Reino Unido anuncia um aumento de 64 novos casos, elevando-o a um total de 273 casos. Este país regista três mortos. EUA tem 564 infetados, os mortos são 21. Itália confirma 1.492 casos adicionais e 133 mortes. Números totais: 7.375 infetados e 366 mortos. O primeiro-ministro Giuseppe Conte estendeu o bloqueio de quarentena para cobrir toda a região da Lombardia e outras 14 províncias do norte do país. Registado o primeiro morto em África, que ocorre no Egito - um cidadão alemão hospitalizado a 1 de março e depois sofreu insuficiência respiratória causada por pneumonia aguda. DGS encerra escolas e suspende atividades de lazer e culturais nos concelhos de Lousada e Felgueiras por causa do acumular de casos.
9 março Alemanha regista as duas primeiras mortes no país. Infetados aumentam para 1.176. Universidades de Lisboa e Coimbra suspendem todas as aulas presenciais por duas semanas. Itália estende quarentena a todo o país, onde número de mortos atinge 463. Primeiros casos em Chipre significam que todos os países da União Europeia estão atingidos pelo novo coronavírus. Números da Espanha aumentam para 1.231 casos, com 30 mortes. Itália: 9.172 infetados e 463 mortos. França revela que os deputados Guillaume Vuilletet e Sylvie Tolmont estão infetados, havendo cinco deputados da Assembleia com Covid-19. Também foi confirmado que o ministro da Cultura, Franck Riester, havia testado positivo. O número de casos aumentou para 1.412.
10 março Câmara de Lisboa encerra museus, teatros municipais e suspende atividades desportivas em recintos fechados. Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) decreta fecho de museus, monumentos e palácios na sua dependência. Governo português suspende voos para todas as regiões de Itália por 14 dias. O primeiro-ministro italiano Conte estende o bloqueio de quarentena a toda a Itália, incluindo restrições de viagens e a proibição de reuniões públicas. Número de infetados sobe para 10.149, número de mortos é já 631. Portugal: 41 infetados
11 março Organização Mundial de Saúde passa a considerar o Covid-19 como uma pandemia, isto é um surto de doença com distribuição geográfica internacional muito alargada e simultânea. Itália anuncia que o jogador da Juventus Daniele Rugani, colega de Ronaldo, testa positivo para Covid-19. Total de infetados em Itália: 12.462. Total de mortos: 827. Portugal: 59 infetados. Turquia anuncia primeiro caso num homem regressado da Europa. Mais de mil médicos disponibilizam-se para reforçar a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde.
12 março Portugal decide encerrar todos os estabelecimentos de ensino até ao final das férias da Páscoa a partir de 16 de março, encerramento de discotecas, restrições em restaurantes, centros comerciais, serviços públicos e proibição de desembarque de passageiros de cruzeiros. Portugal tem agora 78 pessoas infetadas e ainda zero mortes relacionadas com Covid-19. Estado de alerta declarado em todo o país, com proteção civil e forças e serviços de segurança em prontidão. Região Autónoma da Madeira suspende atracagem de navios de cruzeiro e impõe medição de temperatura a passageiros nos aeroportos. Governo dos Açores fecha escolas e museus, interdita cinemas e ginásios. Hospital de São João anuncia que uma das primeiras pessoas internadas em Portugal com Covid-19 se curou. Em apenas um dia, Itália regista 2651 novos infetados, elevando o número de doentes com Covid-19 para 15.113. Nas mesmas 24 horas, morreram 189 italianos. O total de mortos em Itália é agora 1.016.
13 março Europa toma o lugar da China como maior epicentro do coronavírus, diz a OMS, numa altura em que o crescimento de casos abranda no país oriental (China tem agora 80.815 infetados e 3.117 mortos) e acelera em Itália e no resto do continente europeu. Portugal: 112 infetados com o Covid-19. 61 países da África, Ásia, Europa, Oriente Médio, América do Norte e América do Sul anunciaram ou implementaram fecho total ou parcial de escolas e universidades. Trinta e nove países fecharam todas as escolas, afetando 421,4 milhões de crianças e jovens. Nesta altura são 11 os países que proíbem a entrada de voos de Portugal (e da Europa): Arábia Saudita, Argentina, El Salvador, EUA, Guatemala, Itália, Jordânia, Kuwait, Nepal, República Checa e Venezuela. Estados Unidos proíbem entrada de voos de passageiros vindos do espaço Schengen na Europa (26 países, incluindo obviamente Portugal) durante 30 dias. Venezuela, país de 32 milhões de habitantes, confirma os dois primeiros casos de infetados: uma pessoa vinda dos EUA e outra de Espanha. O país de Nicolas Maduro também proibiu voos vindos da Europa durante um mês. Eslováquia, Malta e República Checa fecham fronteiras com os países membros da EU. Governo permite a funcionários públicos ficar em casa em regime de teletrabalho sempre que funções o permitam. Madeira suspende voos provenientes da Dinamarca, França, Alemanha, Suíça e Espanha, países de transmissão ativa.
Presidente dos EUA, Donald Trump, declara estado de emergência nacional.
UEFA suspende todos os jogos sob a sua égide, incluindo Liga dos Campeões e Liga Europa. República Checa anuncia fecho total de fronteiras a partir de 16 de março.
14 março Número mundial de infetados: 150.054. Total de mortos: 5.617 Portugal: 169 infetados. Nas últimas 24 horas houve 57 novos casos. Não há ainda mortes em Portugal. Ministra da Saúde, Marta Temido, anuncia que Portugal entrou "numa fase de crescimento exponencial da epidemia", com 169 casos confirmados.
Açores e Madeira decidem quarentena obrigatória para todas as pessoas que cheguem às regiões autónomas. Governo de Espanha, onde há mais de 5.700 casos, impõe "medidas drásticas" no âmbito do estado de alerta, proíbe cidadãos de andar na rua, exceto para irem trabalhar, comprar comida ou à farmácia.
15 de março Número de casos em Portugal atinge 245, em todo mundo há quase 160.000 pessoas infetadas e já morreram mais de 6.000.
Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, convoca Conselho de Estado por videoconferência para 18 de março, para discutir a "eventual decisão de decretar o estado de emergência" em Portugal.
Sindicato Independente dos Médicos conta mais de 50 clínicos infetados e mais de 150 em quarentena.
Governo proíbe consumo de bebidas alcoólicas na via pública e eventos com mais de cem pessoas, apelando para que deslocações se limitem ao estritamente necessário.
Autoridade Marítima Nacional interdita atividades desportivas ou de lazer que juntem pessoas nas praias do continente, Madeira e Açores.
16 de março Portugal regista a primeira morte devido ao coronavírus. O número de infetados pelo novo coronavírus sobe para 331. Segundo a Direção-Geral da Saúde, há 2.908 casos suspeitos, dos quais 374 aguardam resultado laboratorial.
Governo português anuncia o controlo de fronteiras terrestres com Espanha, passando a existir nove pontos de passagem e exclusivamente destinados para transporte de mercadorias e trabalhadores que tenham de se deslocar por razões profissionais.
Portugal vai também intensificar o controlo sanitário nos aeroportos.
Macau decreta quarentena obrigatória de 14 dias para quem chegar ao território, com exceção da China continental, Taiwan e Hong Kong.
Assembleia da República dispensa funcionários inseridos em grupos de risco e promove o trabalho à distância e rotatividade.
17 de março O número de infetados sobe para 448.
É anunciado que o SNS foi reforçado com mais 1.800 médicos e 900 enfermeiros e que há 30 profissionais de saúde infetados, 18 dos quais médicos. E é também anunciado o nascimento do primeiro bebé filho de uma mulher infetada. O bebé não foi infetado.
O governo regional da Madeira anuncia o primeiro caso na região.
O município de Ovar fica sujeito a "quarentena geográfica" e o Governo declara o estado de calamidade pública para o concelho, que passa a ter entradas e saídas controladas. A circulação de pessoas nas ruas também é controlada.
António Costa anuncia a suspensão das ligações aéreas de fora e para fora da União Europeia.
A CP reduz em 350 as ligações diárias.
18 de março O Presidente da República decreta o estado de emergência por 15 dias, depois de ouvido o Conselho de Estado e de ter obtido o parecer positivo do Governo e da aprovação do decreto pela Assembleia da República.
O estado de emergência vigora até 02 de abril.
António Costa diz que "o país não para" e que o Governo tudo fará para manter a produção e distribuição de bens essenciais.
O estado de emergência contempla o confinamento obrigatório e restrições à circulação na via pública. A desobediência é crime e pode levar à prisão.
No dia em que o Governo revela um conjunto de linhas de crédito para apoio à tesouraria das empresas de 3.000 milhões de euros, é também anunciado que as contribuições das empresas para a Segurança Social são reduzidas a um terço em março, abril e maio, e que as empresas vão ter uma moratória concedida pela banca no pagamento de capital e juros.
O número de infetados sobe para 642 e regista-se uma segunda morte. O Alentejo regista os primeiros dois casos.
19 de março O número de vítimas mortais sobe para três em Portugal, com os casos confirmados a ascenderem a 785. Graça Freitas anuncia que quem apresentar sintomas ligeiros ou moderados da doença é seguido a partir de casa.
O primeiro-ministro anuncia, após a reunião do Conselho de Ministros, as medidas e regras para cumprir o estado de emergência, incluindo o "isolamento obrigatório" para doentes com covid-19 ou que estejam sob vigilância. Os restantes cidadãos devem cumprir "o dever geral de recolhimento domiciliário". A regra é que os estabelecimentos com atendimento público devem encerrar e o teletrabalho é generalizado.
A proposta de lei do Governo com as medidas excecionais é de imediato promulgada pelo Presidente da República.
É também anunciado que o Governo criou um "gabinete de crise" para lidar com a pandemia e que suspendeu o pagamento da Taxa Social Única.
O governo dos Açores determina a suspensão das ligações aéreas da transportadora SATA entre todas as ilhas e a TAP anuncia que vai reduzir a operação até 19 de abril, prevendo cumprir 15 dos cerca de 90 destinos.
20 de março Com o país recolhido começam a destacar-se respostas da sociedade civil e das autarquias para fazer face à pandemia, anunciam-se ações de solidariedade para com os mais necessitados.
O Governo reúne-se em Conselho de Ministros para aprovar um conjunto de medidas de apoio social e económico para a população mais afetada. António Costa anuncia que é adiado para o segundo semestre o pagamento do IVA e do IRC, a prorrogação automática do subsídio de desemprego e do complemento solidário para idosos e do rendimento social de inserção.
É também anunciado que as celebrações religiosas, como funerais, e outros eventos que impliquem concentração de pessoas são proibidos, e que as autoridades de saúde ou de proteção civil podem decretar a requisição civil de bens ou serviços públicos se necessários para o combate à doença.
Portugal tem seis vítimas mortais e 1.020 casos confirmados.
21 de março O número de mortes sobe para 12, o dobro do dia anterior, e os infetados são 1.280.
Marta Temido estima que o pico de casos aconteça em meados de abril, e diz que Portugal vai adotar um novo modelo de tratamento de infetados, que passa pelo aumento do acompanhamento em casa. Graça Freitas estima que a taxa de letalidade é de cerca de 1%, mas avisa que pode mudar.
O Governo anuncia que vai prorrogar os prazos das inspeções automóveis e reduz os leilões nas lotas, criando uma linha de crédito até 20 milhões de euros para o setor da pesca.
Com o país em casa surgem as primeiras notícias de infeções em lares. Na Casa de Saúde da Idanha, em Belas, arredores de Lisboa, é anunciado que 10 utentes estão infetados. Um lar em Vila Nova de Famalicão fica sem funcionários depois de oito terem dado positivo ao covid-19.
O ministro dos Negócios Estrangeiros anuncia que a TAP prevê realizar voos para a Praia e Sal (Cabo Verde), Bissau (Guiné-Bissau) e São Tomé para transportar portugueses para casa.
22 de março O número de mortes associadas à covid-19 sobe para 14 e o de infetados para 1.600 (mais 320).
Num domingo de sol muitas pessoas saem à rua e na Póvoa de Varzim a polícia é chamada devido ao "desrespeito ao estado de emergência" (multidão a passear). Em Coimbra a PSP também é chamada por causa de um aglomerado na Mata Nacional do Choupal.
São detidas sete pessoas no país por crime de desobediência.
Os utentes do lar de Famalicão são transferidos para o Hospital Militar do Porto.
As autoridades iniciam o repatriamento de mais de 1.300 passageiros que chegam a Lisboa num navio de cruzeiro (entre eles estão 27 portugueses).
O Governo assina três despachos, que entram em vigor no dia seguinte, para garantir serviços essenciais de abastecimento de água e energia, recolha de lixo e funcionamento de transportes públicos.
O presidente da Associação Nacional de Freguesias, Jorge Veloso, pede que as pessoas das cidades e os emigrantes evitem ir para o interior.
23 de março Portugal tem 23 mortes e 2.600 infeções.
As queixas sobre a falta de equipamentos para quem mais necessita, como profissionais de saúde ou de segurança, começam a surgir. O Governo anuncia que o Estado vai comprar à China equipamentos de proteção e que espera quatro milhões de máscaras. Cinco polícias e dois técnicos sem funções policiais estão infetados numa esquadra de Vila Nova de Gaia.
O Governo cria uma linha de apoio de emergência de um milhão de euros para artistas e entidades culturais e reforça com 50 milhões de euros os acordos de cooperação com o setor social (responsável pelos lares de idosos ou centros de dia).
Uma residência para idosos na Maia, Porto, coloca em isolamento 46 idosos devido a casos de infeção.
24 de março O número de mortes sobe para 33 e o número de infeções passa a 2.362.
A secretária de Estado da Administração Interna, Patrícia Gaspar, anuncia a ativação do Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil, no mesmo dia em que são já 27 as detenções por violação das regras do estado de emergência.
O Presidente da República admite que o pico da pandemia possa ocorrer depois de 14 de abril. No parlamento, o presidente e líder parlamentar do PSD abandona o plenário depois de uma discussão sobre o número excessivo de deputados na bancada social-democrata.
A Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) lança uma linha de financiamento de 1,5 milhões de euros para investigação e "implementação rápida" de respostas às necessidades do SNS.
Em Vila Real, o presidente da Câmara alerta para a existência de 20 utentes e funcionários de um lar infetados com covid-19.
O Rali de Portugal é adiado.
25 de março Portugal regista mais 10 mortes chegando às 43, quando são contabilizadas 2.995 infeções.
O secretário de Estado da Saúde diz que o sistema tem capacidade de fazer 8.600 testes diários. A questão de se fazer mais testes ou não divide opiniões.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil coloca em alerta laranja, o segundo mais grave, os distritos de Lisboa, Porto e Aveiro.
O ministro de Estado e das Finanças diz que o país "nunca esteve tão bem preparado" para enfrentar uma crise como a causada pelo vírus.(lol) O Banco de Portugal anuncia que é facilitada a concessão de crédito pessoal por parte dos bancos.
A Câmara de Melgaço implementa um cerco sanitário na aldeia de Parada do Monte, com 370 habitantes, após confirmação de três casos de infeção.
A ASAE diz que já fiscalizou 41 operadores económicos por causa de especulação de preços.
26 de março Há 3.544 infeções e morreram 60 pessoas.
Há doentes a ser tratados com medicamentos da malária e do ébola, ainda que sem certezas, diz Graça Freitas.
O Banco de Portugal estima que o Produto Interno Bruto caia este ano 3,7% num cenário base e 5,7% num cenário adverso, devido à pandemia. A taxa de desemprego deve subir acima dos 10%. No dia em que Marcelo Rebelo de Sousa admite prolongar o estado de emergência reúne-se o Governo em Conselho de Ministros e aprova a suspensão até setembro do pagamento dos créditos à habitação e de créditos de empresas. Aprova também medidas excecionais de proteção dos postos de trabalho (como redução temporária de horário ou suspensão do contrato) e uma proposta de lei que prevê um regime de mora no pagamento das rendas, habilitando ainda o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana a conceder empréstimos a inquilinos.
Na Maia um lar de idosos infetado é evacuado, em Vila Real aumentam as infeções num lar de idosos, de 20 para 45.
É anunciado que quem aterrar nos Açores tem confinamento obrigatório de 14 dias.
27 de março No lar da Nossa Senhora das Dores, em Vila Real, são agora 88 os infetados, entre os quais 68 utentes.
Em Portugal o número de mortes chega a 76 e o número de infetados sobe para 4.268.
Graça Freitas diz agora que o pico da pandemia pode afinal ser só em maio.
António Costa anuncia a chegada a Portugal de milhares de equipamentos de proteção individual e o Laboratório Militar também anuncia que começou a fazer testes de diagnóstico. Outras entidades como o Instituto de Medicina Molecular também começam a fazer testes.
Mil e quinhentos enfermeiros voluntariam-se para reforçar o apoio à linha telefónica SNS24, segundo a bastonária da Ordem.
As forças de segurança detiveram, desde o início do estado de emergência, 64 pessoas por crime de desobediência, e mandaram encerrar 1.449 estabelecimentos. O balanço é do MAI, segundo o qual também foram impedidas de entrar em Portugal 850 pessoas e uma delas foi detida. A detida, viria a confirmar-se depois, estava infetada com covid-19.
No Algarve, quando se aproxima o período da Páscoa, que costuma encher os hotéis, a associação empresarial do setor diz que a hotelaria está praticamente encerrada.
28 de março O número de mortes ascende à centena e os infetados são 5.170. Marta Temido também diz que o pico da epidemia só deve acontecer no final de maio e que as medidas de contenção social estão a abrandar a curva de infeções.
O Presidente da República pede aos portugueses para que, no período da Páscoa, continuem a respeitar as regras de contenção. A PSP interpela todas as pessoas que atravessam a Ponte 25 de Abril, no sentido norte-sul, e são divulgadas imagens de grandes filas de carros, alguns deles, diz a PSP, em incumprimento do estado de emergência.
É publicada uma retificação do diploma inicial do "lay-off" simplificado, acautelando que nenhum trabalhador de empresas que recorram e esse apoio pode ser despedido.
O Governo anuncia que vai organizar uma operação de transporte aéreo para o regresso temporário a Portugal de professores portugueses que estão em Timor-Leste.
29 de março Portugal contabiliza 119 mortes e 5.962 casos de infeções p. O número de pessoas internadas nos cuidados intensivos é de 138 doentes, um aumento para o dobro em relação ao dia anterior.
As notícias sobre infeções em lares continuam, como em Foz Côa, Guarda, onde o lar tem 47 infetados num universo de 62 idosos, segundo o provedor.
Em Ovar, onde foi declarado o estado de calamidade pública, são cinco as mortes, uma delas uma jovem de 14 anos, diz o vice-presidente da Câmara.
Nos Açores, o concelho de Povoação, na ilha de S. Miguel, é também submetido a um cordão sanitário.
Surgem notícias, através de sindicatos, de que há pelo menos um guarda prisional infetado do estabelecimento de Custoias e de uma auxiliar de ação médica no hospital prisional de Caxias. O Governo diz que vai ponderar criteriosamente a recomendação das Nações Unidas para libertação imediata de alguns presos mais vulneráveis.
30 de março António Costa avisa que Portugal "vai entrar no mês mais crítico desta pandemia", no dia em que os números da DGS indicam que há 140 mortes e 6.408 infetados.
Segundo o primeiro-ministro, com ou sem estado de emergência vai ser preciso prolongar as medidas que têm sido adotadas. E, diz também, que na próxima semana pretende cobrir o país com despistes de covid-19 em lares.
O secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, afirma que o número de profissionais de saúde infetados chegou aos 853, e Graça Freitas admite impor-se uma cerca sanitária na região do Porto, motivando fortes críticas.
A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, diz que a segurança social recebeu 1.400 pedidos de empresas que pretendem aderir ao "lay-off" simplificado.
(Continua nos comentários)
O ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, admite nacionalizações e diz que seria "um erro trágico" reagir com medidas de austeridade à crise provocada pela pandemia, defendendo antes o apoio ao crescimento da economia.
O Governo pede a abertura de "forma condicionada" das juntas de freguesia onde estão instalados postos dos CTT, lembrando que esses serviços garantem a entrega de pensões. A empresa anunciou que ia antecipar a emissão e pagamento de vales em dois dias úteis.
Marcelo Rebelo de Sousa diz que se impõe manter as medidas de contenção que vigoram em Portugal.
A TAP avança para um processo de "lay-off" para 90% dos trabalhadores.
O governo dos Açores prolonga a situação de contingência no arquipélago até 30 de abril.
(Limite de Caracteres continua nos Comentários)
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2020.03.23 04:32 silveringking O Africano

Existiu no século 19, e inícios do século 20, um homem chamado António Joaquim de Barros, António era um homem pobre, não tenho a certeza se alguma vez soube das suas origens nobres, mas viveu como a sua vida como traficante. Na verdade a sua vida era uma incógnita, uns diziam que ele traficava diamantes, outros diziam que ele forjava moedas. A única certeza que temos é que ele era considerado um criminoso, e como a maior parte deles, foi apanhado, tendo sido posto perante um juiz foi desterrado para Angola, onde viveu entre 7 a 12 anos, tendo sido apenas liberto por altura da Primeira Republica. Não se enganem, António não era um idealista, pelo contrário, ele era um homem de negócios, era um homem, pelo que me dão a entender que fazia a sua arte pelo valor correto, tanto que quando morreu, já tinha duas casas. Quando foi para Angola, António deixou em Portugal 3 filhos, deve ter com certeza perfilhado bastante por lá, nunca teremos a certeza, mas sabemos que fez mais uns 7 ou 8 quando voltou...
António morreu aos 40 e poucos anos, tendo deixado a mulher grávida do seu último filho antes de morrer. António era o meu bisavô, e essa criança que nunca chegou a conhecer o pai, foi o meu avô. Nunca o cheguei a conhecer também, sei no entanto que António deixou um legado, um legado enquanto homem, um legado enquanto traficante, e um legado enquanto homem de negócios. Sem António eu não estaria aqui, devo lhe pelo menos isso... Não gosto de ser um "Africano", mas não posso negar que sem ele eu nunca existiria...
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2020.02.21 23:18 Le_monde_ou_rien Sail away, sail away, sail away

Odio la world music. Proprio il concetto mi fa cagare. Ma odio ancora di più gli stronzi liberal che la ascoltano per fare gli impegnati.
"Adoro l'afrobeat, ho appena sentito su Lifegate un gruppo funk-jazz angolano di fine anni '70 che spacca tantissimo".
No.
Sai perchè non spacca tantissimo? Perchè 9:53 minuti di lagna tipo "AMBELANUDEEE AWAAAA-AAAMMMBELEEE, EEEEEIIEEEEEIEIEEEEEEE, AAAMBALEEEELELUUUEEE, LALALALALALALALA", per quanto accompagnata da stramaledetti musicisti angolani bravi (che, ironia della sorte, devono la loro arte al colonialismo ed alla tratta degli schiavi visto che hanno imparato a suonare ascoltando i loro geniali cugini raccoglitori di cotone) resta sempre troppo simile ad un canto rituale per l'iniziazione/infibulazione delle bambine del villaggio. E dovrebbe restare relegato tra le capanne di merda del villaggio stesso.
"Non dirmi che non conosci Fela Kuti".
Sì.
Lo reggo forse due pezzi, poi comincio ad odiare lui, le sue 27 fottutissime mogli, la loro genìa, successivamente l'Africa intera ed infine l'Umanità ed il Pianeta che l'ha cagata fuori.
Primo perchè vale il discorso fatto sopra sulle orrende melodie infibulatorie, che non si salvano con qualche "AFRICAAA WILL RISE" buttato in giro a cazzo per fare rivoluzione.
Secondo perchè fondamentalmente credo che nessun Signore della Guerra africano, CEO di multinazionali rapaci o dirigente di qualche servizio segreto abbia mai minimamente temuto la musica del sig. Kuti. Perchè, a casa mia, le trombette non fanno paura.
Il caro Fela Spada de Foco è morto, l'Africa è ancora nella merda, Enya ha rappresentato il punto più basso di sempre nella storia della musica, gli Inti Illimani avranno comprato mezzo Chile come Al Bano con la Puglia, e probabilmente semi-schiavizzano i loro connazionali per coltivare gli avocado che vanno sui vostri toast del cazzo, e voi fate finta di apprezzare roba che, salvo pochissimi casi, musicalmente fa palesemente schifo alla minchia; soltanto per lavarvi la vostra coscienza sporca di ricchi imbecilli muniti di quadrilocale in Zona 1, comprato dal bisnonno coi soldi del Fascismo.
E mentre vi godete la vostra "white-guilt music" alle tre e un quarto di un giovedì pomeriggio lavorativo, guidando la vostra macchina (diesel euro 2) per andare al corso di pilates aroma-kundalini supersayan hot yoga, lanciate invettive immaginarie contro il rap e la trap; perchè quei negri non vanno bene, hanno una pessima cultura, mentre vanno bene il negro ubriaco che suona il dijeridoo col piede bianco di Steve Irwin sulla testa o quell'altro finto rivoluzionario che rompeva i coglioni con le sue trombette e che "sì vabbè, aveva 27 mogli ma bisogna rispettare la sua cultura", perchè tanto la sua cultura stava in Nigeria, mica in via San Marco o negli iPhone dei vostri figli che, seppur rincoglioniti dai social network, sono comunque meno scemi e razzisti di voi.
Io, con la mia faccia da cazzo, almeno ho il coraggio di dire sit tibi terra levis a Pop Smoke, che è morto sparato l'altro giorno a 20 anni un attimo prima di diventare milionario e famoso nel Paese più razzista al mondo, e che però per voi è una merda a confronto di Mamadou dal Senegal, solo perchè avete paura o non vi siete mai preoccupati di chiedere a Mamadou cosa ne pensa della vita, dei soldi, della figa.
p.s. Vi vedo a Malpensa arrivare da New Delhi via Abu Dhabi coi vostri sandali del cazzo e i vostri pantaloni da Re Magi gay mentre sclerate con l'iPhone nel tentativo di chiamare il filippino per dirgli di mettere su la7 ed aspettarvi in divisa davanti al portone, anche se state al piano terra con cortile privato e laghetto coi fenicotteri, per non fare figure di merda con l'NCC che vota Fratelli d'Italia.
Fate cagare.
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2020.02.05 19:50 pica_foices A análise e debate da atualidade internacional (semana #05 de 2020) pela rádio/TV portuguesa

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2019.12.06 13:59 elPibeNoEntendiaNada Resultados oficiales de embajadores de Reddit 2019

El experimento de embajadores reddit salio muy bien, en primer lugar quería agradecerles a todos los que participaron con los post en cada país y con los comentarios.
me gustaría dejarles un resumen de algunos datos y contenidos destacados ahora que paso casi una semana.


Algunos contratiempos:

Resumen personal:
Me encanto ser parte de esta movida. Como aprendizaje me llevo que una linda idea que nacio de u/thepizzainspector pudo llevarse a cabo en un par de días de organización. La participación fue más alta de la que esperaba, quizas el año que viene se pueda repetir con algunas mejoras y si hay más voluntarios incluir subs que no sean solo de paises.
Gracias a todos.

Dejo algunos links de interes:
Excel con los paises, usuarios y algunos datos:
https://docs.google.com/spreadsheets/d/1VdGdWkpqVGHdWvVw_hvbv8UfJibr0dmAHWPVxtKS91A/edit?usp=sharing

Gif de u/0010110101102011 que resume el fin de semana:
https://www.reddit.com/argentina/comments/e5t9cc/reddit_ambassadors/

Mención especial para u/ArtGamer que se copo armando el megathread Sticky
Edit 1: Gracias por el silver.
submitted by elPibeNoEntendiaNada to argentina [link] [comments]


2019.09.28 11:15 migueucardouso O poder de uma ... Caneta!

Uma caneta… Atrevo-me a dizer que o seu papel na atualidade pode ter consequências catastróficas, ou ser digna de um feito extremamente benéfico para a Humanidade. Custa acreditar neste facto, uma vez que vivemos num período historicamente terrorífico, onde se presencia constantes ameaças de ataques nucleares, a frotas e ameaças feitas entre os líderes das maiores e mais poderosas potências mundiais!
Como se pode sequer equacionar, num mundo altamente dependente do digital, o papel de uma esferográfica?
No passado, graças a registros feitos pelos nossos ancestrais, é possível imaginar os combates horríficos, que foram provocadas por governantes desejosos de alcançar a todo o custo a superioridade. A assinatura de tratados de defesa, onde se colocava em prática uma série de alianças, estrategicamente definidas, servia para continuar a alimentar o desejo de sangue e perda de vidas por um interesse pessoal ou de um pequeno grupo.
Nos presentes dias, visualizo, com certa tristeza, a insensibilidade dos líderes mundiais face às minorias. São assinados decretos que põem em causa os direitos humanos. É preocupante a situação dos migrantes que diariamente morrem nos mares, as condições precárias que se vive na Venezuela, a fome e a falta de assistência médica em alguns países africanos, a poluição que se faz sentir na atmosfera de alguns países asiáticos (região mais afetada devido às indústrias). Apesar de todo o ódio criado, há muitos outros indivíduos que criam autênticas obras de arte, capazes de revolucionar a mente mais revoltada e fracassada. As sensações transmitidas pelas mesmas, ajudam a compreender as diversas diferenças entre todos nós e quão belas e importantes são. A sua escrita, pintura, fotografia… Ajuda a apoiar causas sensatas, realmente importadas em tornar o nosso planeta tolerável e “habitável”.
A escrita permite expressar a ânsia e os sentimentos mais reservados a alguém que se encontra numa localidade distante, mas extremamente próxima da nossa alma, do nosso coração e da nossa memória.
Nem sempre o grandioso transforma a vida, tornando-a mais cativante e mais valorosa. A riqueza começa nas coisas pequenas! Ao chegar ao ponto mais alto e significante de uma carreira, há que perceber que essa posição foi alcançada através do esforço diário, sendo que teve que haver a abstenção de muitas outras atividades mais prazerosas!
Desta forma, acredito que devemos ter noção dos impactos das nossas ações mais insignificantes, pois todas elas poderão levar-nos a uma rotina verdadeiramente inspiradora e intelectualmente grandiosa, ou numa em que desejamos constantemente retroceder ao passado e consertar os nossos erros!
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2019.09.28 11:13 migueucardouso O poder de uma ... Caneta!

O poder de uma ... Caneta!
Uma caneta… Atrevo-me a dizer que o seu papel na atualidade pode ter consequências catastróficas, ou ser digna de um feito extremamente benéfico para a Humanidade. Custa acreditar neste facto, uma vez que vivemos num período historicamente terrorífico, onde se presencia constantes ameaças de ataques nucleares, a frotas e ameaças feitas entre os líderes das maiores e mais poderosas potências mundiais!
Como se pode sequer equacionar, num mundo altamente dependente do digital, o papel de uma esferográfica?
No passado, graças a registros feitos pelos nossos ancestrais, é possível imaginar os combates horríficos, que foram provocadas por governantes desejosos de alcançar a todo o custo a superioridade. A assinatura de tratados de defesa, onde se colocava em prática uma série de alianças, estrategicamente definidas, servia para continuar a alimentar o desejo de sangue e perda de vidas por um interesse pessoal ou de um pequeno grupo.
Nos presentes dias, visualizo, com certa tristeza, a insensibilidade dos líderes mundiais face às minorias. São assinados decretos que põem em causa os direitos humanos. É preocupante a situação dos migrantes que diariamente morrem nos mares, as condições precárias que se vive na Venezuela, a fome e a falta de assistência médica em alguns países africanos, a poluição que se faz sentir na atmosfera de alguns países asiáticos (região mais afetada devido às indústrias). Apesar de todo o ódio criado, há muitos outros indivíduos que criam autênticas obras de arte, capazes de revolucionar a mente mais revoltada e fracassada. As sensações transmitidas pelas mesmas, ajudam a compreender as diversas diferenças entre todos nós e quão belas e importantes são. A sua escrita, pintura, fotografia… Ajuda a apoiar causas sensatas, realmente importadas em tornar o nosso planeta tolerável e “habitável”.
A escrita permite expressar a ânsia e os sentimentos mais reservados a alguém que se encontra numa localidade distante, mas extremamente próxima da nossa alma, do nosso coração e da nossa memória.
Nem sempre o grandioso transforma a vida, tornando-a mais cativante e mais valorosa. A riqueza começa nas coisas pequenas! Ao chegar ao ponto mais alto e significante de uma carreira, há que perceber que essa posição foi alcançada através do esforço diário, sendo que teve que haver a abstenção de muitas outras atividades mais prazerosas!
Desta forma, acredito que devemos ter noção dos impactos das nossas ações mais insignificantes, pois todas elas poderão levar-nos a uma rotina verdadeiramente inspiradora e intelectualmente grandiosa, ou numa em que desejamos constantemente retroceder ao passado e consertar os nossos erros!

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2019.09.24 14:51 mcloayza29 #Africa #architecture #beauty #greenliving Este es el pueblo africano de Tiébéle, donde cada casa es una obra de arte.

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2019.08.29 21:54 Pepe-Argento [Mega Thread] Origen de palabras y frases argentinas

Estimados rediturros, en base al post del usuario que hoy descubrió la etimología de Michi (gato), vengo a hacerles entrega del thread que se merecen aquellas personas curiosas.
Seguramente faltan varias palabras pero dejo las que fui recolectando. ----
A CADA CHANCHO LE TOCA SU SAN MARTÍN.
Alude al 11 de noviembre, día de San Martín de Tours, patrono de Buenos Aires, que se celebra comiendo lechón. Significa que a todos les llega en algún momento la compensación por sus buenos o malos actos.
A SEGURO SE LO LLEVARON PRESO.
Viene de Jaén, España, donde los delincuentes eran recluídos en el Castillo de Segura de la Sierra. Originalmente se decía `a (la prisión de) Segura se lo llevaron preso`, que advertía de no robar, para no terminar en Segura. Hoy significa que nadie está libre de alguna contingencia.
AL TUN TÚN.
Con la expresión `al tun tún`, los paremiólogos no se ponen de acuerdo: para unos deviene de `ad vultum tuum`, que en latín vulgar significa `al bulto`, y para otros, es una voz creada para sugerir una acción ejecutada de golpe. De cualquier forma, hoy `al tun tun` indica algo hecho sin análisis ni discriminación.
ANANÁ.
Es una fruta nativa de América del Sur, deliciosa, decorativa y habitualmente asociada con los climas tropicales. El vocablo ananá proviene de nana, que en guaraní significa perfumado. Y fueron los colonizadores portugueses quienes adaptaron esta voz original guaraní para acercarla al modo en que hoy la usamos en la Argentina. Otra de sus nominaciones, piña, se debe a Cristóbal Colón, quien al verla por primera vez (en 1493, en la isla de Guadalupe) pensó erróneamente que había encontrado un tipo de piñón de pino.
ATORRANTES.
Lo de `atorrantes` viene de principios del siglo pasado, cuando colocaron unos grandes caños de desagüe en la costanera, frente a la actual Casa de Gobierno, en lo que hoy es Puerto Madero. Éstos tenían la leyenda `A. Torrant et Cie.` (nombre del fabricante francés) bien grande a lo largo de cada segmento de caño, y estuvieron casi más de un año hasta que, por fin, los enterraron. Mientras tanto `se fueron a vivir a los caños` cuanto vago, linyera y sujetos de avería rondaban por la zona y así surgió este dicho. Cuando la gente se refería a las personas que vivían en esos caños, los llamaban "A-Torran-tes". Más adelante se llamó así a toda persona vaga o de mal comportamiento.
BACÁN.
Aunque casi ya no se emplea, podemos escuchar esta palabra en muchísimos tangos de comienzos del siglo XX. “Mina que de puro esquillo con otro bacán se fue”, dice la letra de Ivette, compuesta por Pascual Contursi. “Hoy sos toda una bacana, la vida te ríe y canta”, reza Mano a mano, el clásico de Celedonio Flores. Del genovés baccan (jefe de familia o patrón), el término alude a una persona adinerada, elegante, amante del buen vivir y acompañó un fenómeno social: el surgimiento de la clase media y la figura del hombre capaz de darse ciertos lujos y exhibirlos.
BANCAR.
Con frases como “Yo te banco” o “No te banco más”, bancar es uno de los verbos que más usamos los argentinos para expresar si aguantamos, toleramos o apoyamos a algo o alguien. El origen del término es bastante discutido. Algunas opiniones señalan que alude al banco en el que nos sentamos, en el sentido de que este soporta nuestro cuerpo. Sin embargo, otros argumentan que se trata de una expresión popularizada gracias a los juegos de azar. Es que “bancame” era la súplica que hacían los apostadores a los responsables de la banca en los casinos.
BARDO.
Esta voz comenzó a utilizarse en la década del 80 y se propagó rápidamente, incluso con su verbo derivado: bardear. Se aplica para indicar la ocurrencia de problemas, líos, desorden o embrollos. Para algunos es una especie de “lunfardo del lunfardo” porque se trata de una simplificación del término balurdo, otra locución coloquial que tomamos del italiano (balordo: necio o tonto). Así que están avisados: la próxima vez que digan que algo “es un bardo”, sepan que del otro lado del océano pueden interpretar que se refieren simplemente a una tontería.
BERRETÍN.
Una obsesión, un capricho, una esperanza acariciada sin fundamento racional… eso es un berretín. De origen genovés, donde beretín alude a una especie de gorro o sombrero, la creatividad popular nombró así a los deseos intensos que llevamos en la cabeza. El tango supo recoger esta palabra. Por ejemplo, Niño bien arranca: “Niño bien, pretencioso y engrupido, que tenés el berretín de figurar”. Esta voz, hoy casi en desuso, también llegó al cine. En 1933 se rodó Los tres berretines, la segunda película argentina de cine sonoro que narraba tres pasiones porteñas: fútbol, tango y cine.
BOLÓ.
Sin lugar a dudas, boludo es una de las palabras que identifican a los argentinos y que más transformó su sentido a lo largo de las últimas décadas. De ser agresiva e insultante, se convirtió en una expresión inocente y típica empleada para llamar la atención del otro. En la provincia de Córdoba evolucionó de tal modo que terminó teniendo una sonoridad totalmente diferente: boló. Y la frase “¿Qué hacé’ boló?” podría ser perfectamente el saludo entre dos cordobeses que se tienen la más alta estima.
BOLUDO [Mención especial].
Convertida en un verdadero clásico argentino, boludo (y sus derivados, boludez, boludeo, boludear) fue mutando su significado a través del tiempo.
En el siglo XIX, los gauchos peleaban contra un ejército de lo que en aquella época era una nación desarrolla como la española.
Luchaban contra hombres disciplinados en las mejores academias militares provistos de armas de fuego, artillería, corazas, caballería y el mejor acero toledano, mientras que los criollos (montoneros), de calzoncillo cribado y botas de potro con los dedos al aire, sólo tenían para oponerles pelotas, piedras grandes con un surco por donde ataban un tiento, bolas (las boleadoras) y facones, que algunos amarraban a una caña tacuara y hacían una lanza precaria. Pocos tenían armas de fuego: algún trabuco naranjero o arma larga desactualizada.
Entonces, ¿cuál era la técnica para oponerse a semejante maquinaria bélica como la que traían los realistas? Los gauchos se formaban en tres filas: la primera era la de los "pelotudos", que portaban las pelotas de piedras grandes amarradas con un tiento. La segunda era la de los "lanceros", con facón y tacuara, y, la tercera, la integraban los "boludos" con sus boleadoras o bolas. Cuando los españoles cargaban con su caballería, los pelotudos, haciendo gala de una admirable valentía, los esperaban a pie firme y les pegaban a los caballos en el pecho. De esta forma, rodaban y desmontaban al jinete y provocaban la caída de los que venían atrás. Los lanceros aprovechaban esta circunstancia y pinchaban a los caídos.
En 1890, un diputado de la Nación aludió a lo que hoy llamaríamos "perejiles", diciendo que "no había que ser pelotudo", en referencia a que no había que ir al frente y hacerse matar. En la actualidad, resemantizada, funciona como muletilla e implica un tono amistoso, de confianza. El alcance del término es tan grande que, en el VI Congreso de la Lengua Española, realizado en 2013, el escritor argentino Juan Gelman la eligió como la palabra que mejor nos representa.
BONDI.
A fines del siglo XIX, los pasajes de tranvía en Brasil llevaban escrita la palabra bond (bono en inglés). Por eso, las clases populares comenzaron a referirse al tranvía como bonde (en portugués la “e” suena como nuestra “i”). A partir de entonces, el recorrido del vocablo fue directo: la trajeron los italianos que llegaban desde Brasil y, cuando el tranvía dejó de funcionar en Buenos Aires, se convirtió en sinónimo popular de colectivo.
CAMBALACHE.
Es el título del emblemático tango escrito por Enrique Santos Discépolo en 1935. Pero, ¿sabés qué significa exactamente esta palabra? Originalmente deriva del verbo cambiar y en nuestro país se utilizó para nombrar a las antiguas tiendas de compraventa de objetos usados. Este es el sentido que se le da en el tango cuando dice: “Igual que en la vidriera irrespetuosa de los cambalaches se ha mezclao la vida, y herida por un sable sin remache, vi llorar la Biblia junto al calefón”. Por eso, el significado se transformó en sinónimo de desorden o mezcla confusa de objetos.
CANA.
Existen diferentes versiones para explicar cómo surgió este vocablo que en lunfardo significa unívocamente policía. Una dice que proviene de la abreviatura de canario, que se empleaba en España para designar a los delatores. Aunque la historia más extendida lo ubica en el idioma francés, del término canne, y alude al bastón que portaban los agentes del orden. Como sea, cana pasó a nombrar a la policía y, más tarde, se empleó como sinónimo de cárcel (“ir en cana”). Hoy también se utiliza la expresión “mandar en cana” para decir, con picardía, que dejamos a alguien en evidencia.
CANCHA.
Apasionados por el deporte, los argentinos repetimos frases que ya forman parte de nuestra genética. “El domingo vamos a la cancha” es una de ellas. Como es sabido, cancha es el espacio que se destina a eventos deportivos y, en ocasiones, a algunos espectáculos artísticos. Pero lo que pocos conocen es que esta palabra proviene del quechua, lengua originaria en la que kancha significa lugar plano. La acepción que en la actualidad le damos a esta expresión llegó con la práctica de la lidia de toros y pronto se expandió a todos los deportes.
CANILLITA.
El origen de esta palabra es literalmente literario. La voz se toma de Canillita, una pieza teatral escrita por Florencio Sánchez en los primeros años del siglo XX. El protagonista es un muchacho de 15 años que trabaja en la calle vendiendo periódicos para mantener a su familia. Como sus piernas son muy flaquitas y lleva unos pantalones que le quedaron cortos por los que asoman sus canillas, lo llaman Canillita. Desde 1947, el 7 de noviembre se celebra el Día del Canillita en homenaje a la muerte del gran escritor uruguayo, autor de otra obra emblemática M’hijo el dotor.
CATRASCA.
Puede que, a menudo, muchos de los que utilizan esta palabra para referirse socarronamente a las personas torpes o propensas a los pequeños accidentes no tengan cabal idea de su significado literal. Sucede que esta expresión se establece como síntesis de la frase “Cagada tras cagada”. En la Argentina, se hizo popular en 1977 a partir de la película El gordo catástrofe, protagonizada por Jorge Porcel, quien personificaba un hombre que vivía de accidente en accidente y al que todos llamaban Catrasca.
CHABÓN.
Desde el tango El firulete, de Rodolfo Taboada, que dice “Vos dejá nomás que algún chabón chamuye al cuete y sacudile tu firulete…”, hasta After chabón, el último disco de la banda de rock Sumo, esta voz del lunfardo se instaló en la cultura argentina como sinónimo de muchacho, tipo o pibe. El término deriva de chavó (del idioma caló, usado por el pueblo gitano), que significa joven, muchachuelo. De allí provienen, también, algunas variantes como chavo y chaval, empleadas en diferentes países de habla hispana.
CHAMAMÉ.
La palabra chamamé proviene del guaraní chaá-maì-mé (“estoy bajo la lluvia” o “bajo la sombra estoy”). Según Antonio Sepp, musicólogo jesuita, los nativos se reunían bajo un enorme árbol y, en forma de ronda, hablaban y cantaban ordenadamente a lo largo de la noche; respetaban así la sabiduría de los años, sin negarles un lugar a los más jóvenes. Muchas veces terminaban danzando y desplazándose como en un rito de adoración o gratitud. Es en esos espacios de encuentro donde se cree que nació el chamamé, esa marca de identidad musical de la Mesopotamia.
CHAMIGO.
La oralidad reunió che y amigo en un solo término para dar origen a una tercera palabra: chamigo. En este caso, el vocablo che proviene del guaraní, y no del mapuche ni del valenciano, donde tiene otros significados. En guaraní, che es el pronombre posesivo mi, y por eso chamigo quiere decir mi amigo o amigo mío. Esta voz se emplea en Chaco, Corrientes, Misiones y Entre Ríos, provincias donde la cultura guaranítica tiene mayor peso. “El chamigo es algo más que lo común de un amigo, es esa mano que estrecha con impulso repentino”, canta el chamamecero Antonio Tarragó Ros.
CHANGO.
En el noroeste se usa la palabra chango, o su diminutivo changuito, como sinónimo de niño o muchacho. El término deriva de una voz quechua que significa pequeño. Una zamba dice “Cántale, chango, a mi tierra, con todita tu alma, con toda tu voz, con tu tonadita bien catamarqueña; cántale, changuito, lo mismo que yo”. Nieto, Farías Gómez y Spasiuk son solo tres de los Changos que ha dado el folklore argentino y que llevan este vocablo como apodo, indisolublemente unido a su apellido.
CHANTA.
Se trata de la abreviatura de la voz genovesa ciantapuffi, que significa planta clavos; es decir, persona que no paga sus deudas o que no hace bien su trabajo. Pero en nuestro país, cuando le decimos chanta a alguien, nos referimos a que no es confiable o creíble, que es irresponsable o no se compromete. Aunque también se asocia a la picardía si se emplea para nombrar a aquel que finge y presume cualidades positivas. En otras palabras, un chanta sería un charlatán, un chamuyero. En cambio, “tirarse a chanta” es abandonar las obligaciones o, como se dice en la actualidad, “hacer la plancha”.
CHAUCHA Y PALITO.
Se estima que esta frase nació en nuestro campo y se la usa para referirse a algo de poco beneficio económico o ínfimo valor. El palito alude al de la yerba que flota en el mate mal cebado: aquello que no sirve, que está pero molesta. En el caso de chaucha refuerza el sentido: para el gaucho, básicamente carnívoro, la chaucha era un vegetal sin importancia, barato, del que prefería prescindir. Además, en tiempos de la colonia, chaucha se denominaba una moneda de poco valor. Como decir “poco y nada”, pero referido unívocamente al valor monetario.
CHE.
Es una de las palabras que más nos identifica en el mundo. Casi como una seña personal. La usamos para llamar la atención del otro, para quejarnos o simplemente como interjección. La historia más difundida sostiene que es una voz mapuche que significa gente. Sin embargo, otra teoría señala que proviene de Valencia (España), donde le dan usos similares a los nuestros. Ernesto Guevara, ya que de Che hablamos, debe su apodo a la recurrencia con que empleaba la muletilla en su discurso coloquial.
CHORIPÁN.
A mediados del siglo XIX, los gauchos que habitaban las zonas rurales del Río de la Plata dieron origen a una de las minutas que más caracteriza los domingos de los argentinos: el choripán. El término, que es un acrónimo de chorizo y pan, nació en los tradicionales asados gauchescos cuando comer una achura entre dos trozos de pan empezó a ser costumbre. Hoy, a esta denominación que ya es un símbolo identitario de nuestro vocabulario, se le acoplaron dos sándwiches más: vaciopán y morcipán.
COLIFA.
Colifa es un término muy popular que empleamos para expresar, con cierta ternura, que alguien está loco, piantado o rayado. Aunque el sentido común nos lleva a pensar que proviene del término colifato, los estudiosos explican que coli deriva del vocablo italiano coló (que significa, justamente, chiflado). A su vez, colo es loco al vesre ()al revés en lunfardo). Entonces, colifato, y su apócope colifa, aparecen como transformaciones de ese término original que en el habla de la calle sumó sílabas con fines únicamente creativos.
CROTO.
La expresión `Croto` se remonta a la década del `20, cuando el entonces Ministro de Obras Públicas y Transporte, Crotto, implementó una especie de certificado de pobreza y cuyo portador podía viajar gratis en los tranvías y trenes. Hoy en día se denomina con este nombre a toda persona mal vestida que con su apariencia denota su estado de indigencia.
CUARTETO.
En cualquier lugar del mundo se denomina cuarteto a un conjunto de cuatro integrantes, pero para los argentinos se trata, además, de un género musical con influencias de la tarantela y el pasodoble. Este ritmo tropical, que comenzó a bailarse en las zonas rurales de la provincia de Córdoba durante la década del 40 y se popularizó en todo el país en los 90, es una creación cien por ciento argentina. Sus dos exponentes más emblemáticos, Carlos “La Mona” Jiménez y Rodrigo Bueno, convirtieron a este género en una alegre y festiva marca de identidad.
DEL AÑO DEL ÑAUPA.
Se trata de una expresión muy antigua y, decirlo así, puede parecer redundante. Porque ñaupa es una voz quechua que significa viejo o antiguo. En general, se emplea para aludir a un acontecimiento que data de tiempo atrás. La creencia popular considera que Ñaupa fue una persona que tuvo una existencia asombrosamente prolongada. Muy utilizado en la década del 30, suele asociarse al lunfardo, en especial cuando se dice que un tango es “del año del ñaupa”. Su equivalente en España es “del tiempo de Maricastaña”. La versión moderna sería "del año del orto"
DESPIPLUME.
Muchas veces, los medios de comunicación masiva logran instalar expresiones en el habla cotidiana gracias a memorables personajes de ficción y, también, a los guiones de algunas publicidades. Es el caso de despiplume, una voz que nació en la década del 70 en un spot de la famosa marca de coñac Tres plumas protagonizado por Susana Giménez. A través de un juego de palabras, la idea fue asociar el término despiole al producto. Sin dudas, lo lograron, pues si bien hoy la expresión casi no se usa, cualquiera sabe qué queremos decir cuando afirmamos que “esto es un despiplume”.
DULCE DE LECHE.
“Más argentino que el dulce de leche”, dice la expresión popular. Sin embargo, son varios los países que se atribuyen su creación. Nuestra versión cuenta que esta delicia nacional nace de una casualidad. En 1829, Juan Manuel de Rosas esperaba a Juan Lavalle, su enemigo político, en una estancia. La criada hervía leche con azúcar para cebar el mate y olvidó la preparación por largo tiempo en el fuego. Aún así, Rosas quiso probar la sustancia espesa y amarronada que se había formado en la olla. Para sorpresa de la criada, le encantó y decidió bautizarla dulce criollo.
EN PAMPA Y LA VÍA.
Quedarse sin un peso, agotar los recursos, tener que vender la casa… Cualquiera de estas circunstancias puede expresarse con el mismo dicho: “Me quedé en Pampa y la vía”. ¿Alguna vez escuchaste de dónde viene este dicho? Tiene una ubicación geográfica muy precisa porque la calle La Pampa se cruza con la vía del tren muy cerca del hipódromo de Buenos Aires. Cuenta la leyenda que los jugadores que apostaban a los caballos, cuando tenían un día de mala racha y lo perdían todo, se iban del barrio en un ómnibus que salía del cruce de Pampa y la vía.
FIACA.
La historia de esta palabra –que todos asociamos a la pereza y desgano– se origina en el habla de los almaceneros de barrio procedentes de Italia. En genovés, fiacún alude al cansancio provocado por la falta de alimentación adecuada. Y fueron estos comerciantes quienes diseminaron el término que, con el uso coloquial, se transformó en fiaca. Como habrá sido que se instaló, que una de las famosas Aguafuertes porteñas de Roberto Arlt se refiere al tema: “No hay porteño, desde la Boca a Núñez, y desde Núñez a Corrales, que no haya dicho alguna vez: ‘Hoy estoy con fiaca”.
GAMBETA.
Proviene de gamba, que en italiano significa pierna, y es un término que usamos en diferentes contextos. Por ejemplo, “hacer la gamba” es ayudar a otra persona. Claro que, si las cosas no salen bien, decimos que lo que hicimos fue “meter la gamba”. Puntualmente, gambeta refiere a un movimiento de danza que consiste en cruzar las piernas en el aire. Pero en el Río de la Plata funciona como metáfora de otro arte, el fútbol: porque en el campo de juego, gambeta es el movimiento que hace el jugador para evitar que el contrario le arrebate la pelota. Por eso, en el uso cotidiano, cuando sorteamos obstáculos decimos que gambeteamos.
GAUCHADA.
En nuestro lenguaje cotidiano, hacer una gauchada es ayudar a alguien sin esperar nada a cambio. La gauchada era una actitud típica de los gauchos, un gesto completo de solidaridad. Es que estos hombres cumplieron un rol clave en la guerra de la Independencia por su valentía, habilidad para cabalgar y gran conocimiento del territorio. Por el contrario, hacer una guachada es cometer una traición, aunque detrás de esta expresión haya un sentido más trágico que desleal. Y es que guacho refiere a la cría animal que perdió a su madre, y por extensión, a los niños huérfanos.
GIL.
A la hora de dirigirse a alguien en forma peyorativa, gil es una de las expresiones preferidas por los argentinos. Asociada a la ingenuidad o a la falta de experiencia, algunos sostienen que proviene de perejil, otra voz coloquial que en una de sus acepciones puede emplearse con un significado parecido, puesto que hasta hace unos años era una hortaliza tan barata que los verduleros directamente la regalaban. Sin embargo, gil proviene del caló, una antigua lengua gitana en la que gilí quiere decir inexperto.
GUACHO.
En el campo se denomina como guacho al ternero que queda huérfano.
GUARANGO.
Es lamentable, pero algunas palabras que usamos cotidianamente provienen de situaciones históricas de discriminación y exclusión. Es el caso de guarango, que si bien en la actualidad se emplea como sinónimo de grosero, maleducado o malhablado, fue instalada por los españoles de la conquista como referencia despectiva y racista hacia los nativos que hablaban en guaraní. Decirle guarango a la persona que emplea un vocabulario soez es ofensivo pero no por la adjetivación que pretende, sino porque su origen alude a una descalificación arbitraria.
GUASO.
La frecuencia con que se emplea el término guaso en Córdoba lo convierte en un cordobesismo. Pero ser guaso en esta provincia tiene por lo menos dos niveles. Cuando alude a un hombre: “El guaso estaba tomando algo en el bar”, la palabra solo sirve para definirlo como individuo masculino (en este caso, guaso funciona como sinónimo de tipo, chabón, etc.). Pero también se emplea para hacer referencia a alguien grosero o de poca educación: “No seai guaso vo’”. Y es tal la dinámica del vocablo que permite hiperbolizarlo, de manera que algo guaso pueda crecer hasta ser guasaso.
GUITA.
En lunfardo, el dinero tiene infinidad de sinónimos: mango, viyuya, morlaco, vento, mosca, tarasca. También existe un lenguaje propio para hablar de su valor: luca es mil, gamba es cien y palo es millón. Sin embargo, el origen del término guita es difícil de rastrear. Una de las versiones más difundidas sostiene que proviene del alemán, específicamente del germano antiguo, de la voz witta, usada para denominar algo fundamental sin lo cual no se puede vivir. A su vez, witta también proviene del latín vita que significa vida.
GURÍ.
¿Alguna vez te dijeron gurí o gurisa? Seguramente fue cuando todavía eras un chico. Porque el término proviene de la voz guaraní ngiri y significa muchacho, niño. Es una palabra que podemos escuchar en Corrientes, Misiones y Entre Ríos, y por supuesto también en la República Oriental del Uruguay. “¡Tu recuerdo ya no es una postal, Posadas! Ni tu yerbatal, ni tu tierra colorada. Con un sapukay siento que tu voz me llama porque tengo en mí, alma de gurí”, dice la letra del chamamé Alma de gurí.
HUMITA.
La humita es mucho más que un gusto de empanada. Pero son pocos los que saben que la palabra proviene de la voz quechua jumint’a, un alimento que preparaban los antiguos pueblos indígenas del continente (incas, mayas y aztecas). Hecho a base de choclo triturado, la preparación incorpora cebolla, tomate y ají molido, se sirve envuelto en las mismas hojas de la planta del maíz. Este delicioso y nutritivo plato es típico de Chile, Bolivia, Ecuador, Perú y el norte argentino.
IRSE AL HUMO.
“Se me vino al humo” es una imagen cotidiana en el habla de los argentinos. El dicho alude al modo en que los indígenas convocaban a los malones y figura en el Martín Fierro, de José Hernández: “Su señal es un humito que se eleva muy arriba / De todas partes se vienen / a engrosar la comitiva”. Pero también la registra Lucio V. Mansilla en Una excursión a los indios Ranqueles: “El fuego y el humo traicionan al hombre de las pampas”, escribe dando a entender que una fogata mal apagada o la pólvora que quemaban los fusiles bastaban para que lanzas y boleadoras acudiesen a la humareda.
LABURAR.
Laburar surge naturalmente del verbo lavorare (trabajar en italiano), que a su vez deriva de labor en latín, cuyo significado es fatiga, esfuerzo. La connotación negativa se encuentra también en los orígenes del término en español ya que trabajar proviene del vocablo latín tripalium, traducido como tres palos: un instrumento de castigo físico que se usaba contra los esclavos. De modo que si bien el laburo dignifica y es salud; el origen de su locución nos remonta a situaciones que poco tienen que ver con esos significados.
MATE.
La propuesta es natural en cualquier parte: “¿Y si nos tomamos unos mates?”. Esta infusión, la más amada por los argentinos, toma su nombre, como muchas otras palabras, de la lengua quechua. Porque mati es la voz que empleaban los pueblos originarios para referirse a cualquier utensilio para beber. Y es que mate tiene la particularidad de aludir al contenido, pero también al continente. Un término que para los rioplatenses significa mucho más que una bebida. Porque la mateada es un ritual, un espacio de encuentro y celebración.
MORFAR.
Proviene de la palabra italiana morfa que significa boca. Con el tiempo y el uso, la expresión adquirió nuevos sentidos: padecer, sobrellevar, sufrir: “Me morfé cuatro horas de cola”. En el ámbito del deporte, especialmente en el terreno futbolístico, suele emplearse el giro “morfarse la pelota”, algo así como jugar solo sin pasar el balón a los otros jugadores. Pero tan instalado estaba el término en la década del 30, que el historietista Guillermo Divito creó un personaje para la revista Rico Tipo que se llamaba Pochita Morfoni, una señora a la que le gustaba mucho comer.
MOSCATO.
Quizás los más jóvenes asocian el término a la famosa canción de Memphis La Blusera, Moscato, pizza y fainá. Sin embargo, el tradicional vino dulce, llamado así porque está hecho con uva moscatel, perdura más allá del blues local y sigue siendo un clásico de los bodegones y pizzerías de todo el país. El hábito llegó con los inmigrantes italianos a fines del siglo XIX, pero la costumbre de servirlo cuando se come una buena porción de muzzarella es propia de nuestro país y comenzó a establecerse allá por 1930.
NO QUIERE MÁS LOLA.
Lola era el nombre de una galleta sin aditivos que a principios del siglo XX integraba la dieta de hospital. Por eso, cuando alguien moría, se decía: `Este no quiere más Lola`. Y, desde entonces, se aplica a quien no quiere seguir intentando lo imposible.
ÑANDÚ.
De norte a sur y hasta la provincia de Río Negro, el ñandú es una de las aves que más se destaca en los paisajes de la Argentina. Este fabuloso animal de gran porte, que puede llegar a medir hasta 1,80 m de altura, toma su nombre de la lengua guaraní, en la que ñandú significa araña. La explicación alude a las semejanzas entre los elementos de la naturaleza. Los pueblos originarios veían un notorio parecido entre el plumaje del avestruz americano -y las figuras que se forman en él- y los arácnidos que habitan las regiones subtropicales.
NI EN PEDO.
Para ser tajantes, a veces decimos que no haremos algo "Ni en pedo", "Ni mamado", o “Ni ebrios ni dormidos”. Algunos sostienen que la expresión nació cuando Manuel Belgrano encontró a un centinela borracho y dormido. Enseguida, habría establecido una norma por la que “ningún vigía podía estar ebrio o dormido en su puesto”. Otra versión dice que, tras el triunfo en Suipacha, alguien alcoholizado propuso un brindis “por el primer Rey y Emperador de América, Don Cornelio Saavedra”. Mariano Moreno se enteró y lo desterró diciendo que nadie “ni ebrio ni dormido debe tener expresiones contra la libertad de su país”.
NO QUIERE MÁS LOLA.
Cuando no queremos más complicaciones, nos cansamos de participar en algo, o necesitamos cesar alguna actividad, decimos: “No quiero más lola”. En la Buenos Aires de 1930 se fabricaban las galletitas Lola. Elaboradas con ingredientes saludables, eran indicadas en las dietas de los hospitales. En ese contexto, cuando un enfermo podía empezar a ingerir otro tipo de alimentos, se decía que “No quería más lola”. Otro uso, más oscuro: cuando fallecía un paciente internado, obviamente, dejaba de comer. De ahí el dicho popular: “Este no quiere más lola”.
PANDITO.
Los mendocinos emplean muchos términos propios que pueden escucharse en su territorio y también, debido a la cercanía, en Chile (y viceversa). Una de las voces más representativas de este intercambio lingüístico es guón, apócope del huevón chileno. Existen algunas otras, pero menos conocidas. Por ejemplo, pandito. ¿Pero qué significa? Proviene de pando y quiere decir llano o poco profundo. “Me quedo en lo pandito de la pileta” o “Donde topa lo pandito”, que alude a donde termina el llano y comienza la montaña.
PAPUSA.
El lunfardo, la creatividad de la calle y el tango se ocupan de piropear y resaltar la belleza de la mujer. Quizá, una de las palabras que mejor lo hace sea papusa, empleada para referirse a una chica bonita, atractiva o espléndida. Este término, que también funciona como sinónimo de papirusa, se puede encontrar en clásicos del tango rioplatense como El ciruja, de Alfredo Marino, o ¡Che, papusa, oí!, de Enrique Cadícamo, que inmortalizó los versos “Che papusa, oí los acordes melodiosos que modula el bandoneón”.
PATOVICA.
Llamamos patovicas a quienes se ocupan de la seguridad de los locales bailables. Pero esta expresión nació lejos de las discotecas y cerca de los corrales avícolas. Allá por 1900, Víctor Casterán fundó en Ingeniero Maschwitz un criadero de patos y lo llamó Viccas, como las primeras letras de su nombre y su apellido. Alimentados con leche y cereales, los patos Viccas eran fornidos y sin grasa. La semejanza entre estos animales y los musculosos de los gimnasios surgió enseguida. Que los hercúleos custodios de los boliches terminaran cargando con ese mote, fue cuestión de sentarse a esperar.
PIBE.
Los rioplatenses suelen utilizar la expresión pibe como sinónimo de niño o joven. Existen diferentes versiones sobre su origen. La más difundida señala que proviene del italiano, algunos creen que del lombardo pivello (aprendiz, novato) y otros que se tomó del vocablo genovés pive (muchacho de los mandados). Pero la explicación española aporta el toque de humor. La palabra pibe, del catalán pevet (pebete), denominaba una suerte de sahumerio que gracias a la ironía popular y la subversión del sentido pasó a nombrar a los adolescentes, propensos a los olores fuertes.
PIPÍ CUCÚ.
Este argentinismo se usa para decir que algo es espléndido o sofisticado. La divertida leyenda cuenta que se popularizó en la década del 70 cuando Carlos Monzón llegó a París para pelear con el francés Jean-Claude Bouttier. Antes del combate, el argentino recibió la llave de la ciudad y, al tomar el micrófono para agradecer el honor, se dispuso a repetir el discurso que había ensayado largamente. La carcajada de la platea se desató cuando Monzón, en lugar de decir “merci beaucoup” (muchas gracias en francés) tal como lo había practicado, expresó algo nervioso: “pipí cucú”.
PIRARSE.
Pirarse es piantarse. Es decir, “irse, tomarse el buque”. Y literalmente así nace este verbo. El piróscafo era un barco a vapor que, en los primeros años del siglo XX, constituía la forma más rápida de viajar de un continente al otro. Por eso, la expresión “tomarse el piro” empezó a usarse para decir que alguien se marchaba de un lugar de manera apresurada. Sin embargo, el tiempo le otorgó otro significado: el que se iba, podía hacerlo alejándose de la realidad: “Está pirado”, “No le digas así que se pira”. Entonces, pirarse pasó a ser sinónimo de enloquecer.
PONCHO.
El poncho es una prenda sudamericana típica por definición que forma parte de la tradición criolla. Por simpleza, comodidad y capacidad de abrigo, es utilizado hasta el día de hoy en la Argentina, Chile, Ecuador y Bolivia. El origen de la palabra que lo denomina tiene muchísimas variantes, pero una de las más difundidas explica que proviene del quechua, punchu, con el mismo significado. Otra versión la relaciona con punchaw (día en quechua), como una analogía entre el amanecer de un nuevo día y la acción de emerger la cabeza a través del tajo del poncho.
PORORÓ.
Si algo destaca al maíz y a sus distintas preparaciones en todo el mundo, especialmente en Latinoamérica, es la gran cantidad de voces que lo nombran. Lo que en Buenos Aires se conoce como pochoclo y en otros países son rosetas de maíz; en Misiones, Corrientes, Entre Ríos, Chaco, Formosa y Santa Fe se le llama pororó. Esta palabra encuentra su origen en el guaraní. Es que los nativos le decían pororó a todo aquello que generaba un sonido estruendoso y, como es sabido, la preparación de este alimento, provoca la idea de pequeñas explosiones.
TANGO.
El tango es uno de nuestros géneros musicales y de danza más tradicionales. Sin embargo, la etimología de su nombre es objeto de fuertes controversias. Hay quienes dicen que el término proviene de tangomao, un africanismo con el que se definía a los traficantes de esclavos en la época colonial. De este modo, en América se llamó tango a los sitios donde se reunían los africanos para bailar y cantar. Otra teoría señala que el mismo vocablo entró en la segunda mitad del siglo XIX, desde Cuba y Andalucía, para denominar un género musical que en el Río de la Plata adquirió su propia idiosincrasia.
TENER LA VACA ATADA.
“Vos tenés la vaca atada”, le decimos a quien disfruta de un garantizado bienestar económico. El dicho nace en el siglo XIX, cuando en la Argentina se impuso el modelo agroexportador y muchos estancieros se enriquecieron gracias a la vasta cantidad de hectáreas que podían explotar. En aquellos tiempos, era común que los nuevos ricos viajaran a Europa con sus familias. Era costumbre que también llevaran a su personal de servicio y una vaca para obtener la leche para sus hijos durante el viaje. El animal tenía que viajar sujeto en un rincón de la bodega del barco. Esa es la famosa vaca atada.
TILINGO.
Hay palabras que, como si se tratara de una moda, aparecen y desaparecen del uso cotidiano según el contexto histórico. Es el caso de tilingo, la expresión popularizada por Arturo Jauretche, quien la instaló en el habla de los argentinos como un adjetivo para calificar a las personas que se preocupan por cosas insignificantes y ambicionan pertenecer a una clase social más alta. Además, este pensador emblemático del siglo XX actualizó el empleo de cipayo e introdujo los términos vendepatria y medio pelo.
TIRAR MANTECA AL TECHO.
Seguramente más de una vez le habrás dicho a alguien: “Dejá de tirar manteca al techo”. El giro busca expresar la idea de un gasto ostentoso e innecesario y su origen se ubica en la Buenos Aires de 1920. Por entonces, los jóvenes adinerados se divertían en los restaurantes de moda arrojando rulitos de manteca con el tenedor. Le apuntaban al techo y el objetivo era competir para ver quién era capaz de dejar pegados más trozos al cielo raso, o cuál de todos se mantenía adherido por más tiempo. Una práctica absurda de la que, afortunadamente, solo nos queda la expresión cotidiana.
TODO BICHO QUE CAMINA VA A PARAR AL ASADOR.
Tomado del Martín Fierro, el libro de José Hernández icono de la literatura gauchesca, este refrán se basa en la idea de que cualquier animal se presta para ser asado y comido. Sabido es que en la Argentina amamos los asados y todo el ritual que los envuelve. Pero, además, con el tiempo el dicho “Todo bicho que camina va a parar al asador” evolucionó sumando otros significados. Durante las décadas del 40 y 50, la frase fue utilizada también para hacer alusión a las cosas o personas cuyas acciones tienen un final previsible.
TRUCHO.
Desde hace algunas décadas es un término de uso ineludible en nuestro lenguaje cotidiano. Para los argentinos, las cosas falsas, tramposas o de mala calidad son truchas. Y dentro de esa categoría entran también las personas fraudulentas. Deriva de la palabra truchimán, muy común en el español antiguo y que refiere a personas sin escrúpulos. El empleo de trucho se hizo popular en 1986 cuando, a raíz de la crisis ecológica causada por algunas empresas en el río Paraná, el periodista Lalo Mir comentó en su programa radial que los funcionarios debían dar la trucha (cara) porque si no eran unos truchos.
VAGO.
Córdoba tiene su propia tonada, su propia forma de hablar y, claro, su modo particular para usar las palabras. En cualquier otra región, el término vago hace referencia a alguien perezoso, a un holgazán que nunca tiene ganas de hacer nada. Pero en esta provincia, vago puede ser cualquiera. Es que la palabra se utiliza para dirigirse a otra persona en forma totalmente desenfadada. Así, una frase como “El vago ese quiere trabajar todo el día” no encierra ninguna contradicción si es pronunciada dentro de los límites del territorio cordobés.
VIVA LA PEPA.
Contra lo que pudiese creerse, `viva la Pepa` no es el grito de alegría de un buscador de oro, sino el que usaban los liberales españoles en adhesión a la Constitución de Cádiz, promulgada el 19 de marzo de 1812, en la festividad de San José Obrero. Como a los José se los apoda Pepe, en vez de decir `viva la Constitución` -lo que conllevaba llegar a ser reprimidos- los liberales gritaban `viva la Pepa`. Hoy, en Argentina, su significado se ha desvirtuado y se parece a `piedra libre`.
YETA.
Significa mala suerte y se cree que deriva de las palabras napolitanas jettatura (mal de ojos) y jettatore (hombre maléfico que con su presencia produce daño a los demás). En 1904 se estrenó la obra ¡Jettatore!, de Gregorio de Laferrere, sobre un hombre con un aura funesta, y, desde entonces, los supersticiosos mantienen viva la palabra yeta. Por ejemplo, se emplea la expresión “¡Qué yeta!” en lugar de “¡Qué mala suerte!” ante una situación desafortunada. También se dice que alguien es yeta cuando se sospecha que trae mala suerte o que está enyetado cuando todo le sale mal.
ZAMBA.
No hay que confundir zamba, género folklórico argentino, con samba, música popular brasileña. Porque el simple cambio de una letra nos puede hacer viajar de una cultura a otra. La historia cuenta que durante la conquista española se denominaba zambo al hijo varón de un negro con una indígena. Por extensión, la música y la danza de esta comunidad pasó a llamarse zamba, ya que las coplas que se cantaban iban dirigidas a las mujeres. Esta danza proviene de la zamacueca peruana que, al llegar a la Argentina, incorporó el pañuelo como elemento característico.
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2019.08.28 05:32 toolatetobeoriginal Curitiba, Brazil, a case study.

I wrote two comprehensive papers in college, so before it becomes irrelevant, I want to post it somewhere.
​Curitiba is a very important city in relation to urban development. This city located in Brazil, ranks in the top 8th most populous urban area in the country. Curitiba’s urban planning is very unique and progressive, and represents a fantastic example for other developing cities. This growing Brazilian city has several key contributing factors to it’s post-industrial outlook. The history and culture of the city has laid a foundation for what it is today. The most notable feature of Curitiba is it’s sustainable perspective.
​The first cultural mix of the country dates back to the 19th century. Prior to this, the native Guavani Indians and Portuguese immigrants ran dominant of the land. In 1833, the first of the European blend begun. The Germans in Brazil brought traits of industrialization, architecture, metalworking, and printing. Roughly 40 years later, the Polish migrated bringing aspects of agriculture and commerce. This migration actually established the footprint of making Curitiba housing the largest Polish colony in Brazil. A year after, in 1872, Italian citizens made the trip and had many skills in trades, artisans, merchants, and factory working abilities. The Italians left a strong influence in food and architecture in Curitiba. There was a stagnant twenty-years of migration, however, the Ukraine’s eventually joined the culture and brought concepts of religion. Briefly after, in 1915, the Japanese taught the citizens of Curitiba new farming techniques and martial arts. The extensive cultural blend, or diversification of world-views and traits from varying countries is what Curitiba is made of today.
​The history of Curitiba is rather typical of Brazil, up until the 1970’s. The city had mineral extractions, cattle drivers; mate mills, coffee, and mechanized agriculture of soybeans. In the 1970’s, a mayor took a huge initiative in revitalizing the city, in turn, making it very unique. Jamie Lerner is the first official mayor of Curitiba and is the name behind all of this change. Lerner held his position as mayor for three-terms, and held the torch for the way we view urban planning today. As time passed, eventually all of Brazil has attempted to adopt this innovative way of conducting their urban development.
​Poverty, homelessness, and pollution were all struggles that Lerner faced in his city. In relation to homelessness, Curitiba has moved the poorest citizens into the city. This is something that the United States neglects to do; public housing is typically in outside suburbs and segregated. This has been a accredited to sprawl, gentrification, and the suburban flight. Curitiba integrates and involves their impoverished citizens not only in a physical way; but socially as well. This integration provides public health, education, and recreational activities to the poorer citizens. When studying urban poverty, it is important to look for the causation. Curitiba in 1942 had a population of one hundred and twenty thousand. By the year of 1997, the city had mushroomed to over two million. This large concentration of inhabitants in the city is typical of developing countries. However, Lerner dealt with the rise of urban-poor differently. The progressive plans he implanted to deal with these issues made the city thrive. One example would be pertaining to the neighborhood of favelas. Favelas origins come from twenty thousand soldiers that had just returned from war, and had nowhere to live. Following this, “bairros africanos”, or black neighbors, began to move in. Typically, these people were recently freed slaves that had no money, and nowhere to live. Contributing to this, in the 1950’s there was a huge explosion of urbanization, and moved many rural citizens into the city. This movement was called “rural exodus”, and occurred due to the potential opportunities the city provided. These poor migrants moved into the shantytowns, or Favelas. This boom in population, and lack of government resources allowed for the slums to become, well, slums. Housing being made of corrugated metal and cardboard shot up. Roads were never properly established, and in turn were very narrow and impossible to navigate through. As a result, proper garbage disposal was not feasible. Whenever garbage, and a dense population mix, disease is the result. Lerner did not have the government resources that these slums required. He could not simply bulldoze, or construct streets with the budget provided. What Lerner did have was a food surplus, accredited to the tropical climate of Brazil; as well as an under utilized public transportation system. The government created programs to help aid in these issues; programs such as “All Clean” and “Garbage Purchase” paved the path to solving these urban issues. The programs worked as so, “Large metallic bins were placed at the edge of the favelas. Anyone who deposited a bag full of pre-sorted garbage received a bus token. Those who collected paper and cartons were given plastic chits, exchangeable for parcels of seasonal fresh fruits and vegetables. In addition, a school-based garbage collection program supplied poorer students with notebooks. Tens of thousands of children responded by picking the neighborhoods clean. Parents made use of the tokens to travel downtown, oftentimes to find jobs. […]The paper-recycling component alone saved the equivalent of 1,200 trees, each day. Eventually, more than 70% of Curitiban households became involved in the programs. The 62 poorer neighborhoods alone exchanged 11,000 tons of garbage for nearly a million bus tokens and 1,200 tons of food” (Lieatar). These programs utilized local resources, and placed little to no financial burden upon the municipality. The impacts of Mayor Lerner’s programs are astronomical. As the streets were being cleaned, poor citizens were provided transportation to find careers. If they already had a job, the token could be exchanged for food, therefore lifting the serious threat of a starving family. Aiding in the education for urban youth by providing notebooks and writing utensils. These government programs vastly impacted so many urban problems, and solved not only the citizen’s needs, but also the physical environment simultaneously,all while not placing a financial strain on the city. This is how a sustainable city conducts itself; it has the citizen’s work with the city, rather than against it. It benefits to the cities overall wellness.
The involvement of the government helps the urban community; the lack of traveling by these residents saves money and energy. One way pollution occurs is through dense traffic congestion. Curitiba combats this issue with going against America’s and other countries typical grid-lock set-up in cities. The roadways are set up in an radial/axial system to keep the flow of traffic circling, to prevent this congestion. Curitiba’s highway system has five main arteries that run from East to West. Public transportation is encouraged oppose to private means. Rather than building a subway system, Curitiba established a stable and efficient bus system. The money that was saved from pursuing that costly investment was put into other varying social needs. There are over one thousand buses’ that run 15,000 routes daily. The efficiency of their public transportation is magnificent, “The ternary street system has an exclusive bus lane and bus drivers control the traffic lights, giving the buses priority. The IPPUC has designed five different buses that are used for different jobs so that there are fewer empty seats ” (eoearth). Three fourths of the city makes use of this well-designed public transportation, and is the main means of getting to their job. With such high success rates, Curitiba has some of the cleanest urban air, and deals with very minimal traffic issues accredited to the radial/axial set up, and public transportation.
The IPPUC, (Brazil’s institute of urban planning), swears to the fact that their development is solely based upon: “accessibility, geography, hydrology, topography, and cultural and historical factors”(eoearth). This is in opposition to other countries, which have their urban development planning manipulated by taxes or political pressures. The IPPUC states, “The IPPUC architects and engineers fully understand the interconnectedness of their city and are aware of the various projects that are going on. They perceive Curitiba as an integrated system, whereas if the city had various independent firms and contractors carrying out the plans and projects, there would be a disjointed relationship. The IPPUC has several essential principals that guide their actions: promote public transportation over private means; support human needs instead of corporate interests; meet the needs of the poorest; and do not spend money that you do not have” (eoearth) These concepts work against the way that the United States conducts it’s urban planning, and the urban political economy’s principles. The urban political economy adheres to the belief that corporations and business’ have control over the structuring of the city. Curitiba goes against this rational, and the government has a direct association with the development of independent firms. They place more of an importance on their citizens, and sustaining their city through thoughtful development.
​There are many other innovative ideas that Curitiba has implemented in their urban development. Ways of “working with nature”, and “appropriate rather than high tech” turns the city into a pedestrian-friendly area. This shines a light on the way urban areas should be constructed physically and socially in other areas. Curitiba has passed a law protecting it’s entire historical sector, which other Brazilian areas have later adopted. This preserved the culture and history of the area. Curitiba also has over one thousand parks, and a very pedestrian friendly downtown. Many of these parks are located near bodies of water; and to act as a buffer. The parks act as a buffer in the sense that they deter development, pollution, and flooding. Flooding is a major issue that inhabitants of Curitiba deal with, this was due to periphery areas of the city disregarding the importance of proper draining. Rather than creating very costly and elaborate drainage systems, Curitiba worked with nature, “ River basins were classified as special areas requiring protection and management, often through park development. […]. Other areas subject to flooding were transformed into parks and enhanced with sports and leisure facilities. The parks are also well integrated in the transportation system via free green-colored public buses and bicycle paths, so that all social segments can enjoy all parks” (eoearth). These parks are occasionally upkept by sheep, which is not only cost-efficient, but ecofriendly. This unique way of dealing with an issue has been beneficial, not only for the environment, but for the citizens as well. It has been the forerunner of proof for many other countries. Environmental ethics are typically written off as economically draining. Where as Curitiba has proven that sustainability can be mutually beneficial for society and nature.
When polled, 99% of inhabitants stated that Curitiba is a city where they want to live. That statistic highlights the sociological aspects of the metropolitan. When evaluating the education system, Curitiba does very well in comparison to other areas in Brazil. They have been found to have the highest literacy rate in Brazil; and are also ranked number one in education in Brazil. The city has established free educational institutes are called “Faróis do Saber”, or “Lighthouses of Knowledge”. Inside, one can find libraries, Internet access, and other cultural resources. They work with municipal schools, and are also set-up in a leisure fashion. When viewing demographics, the city tends to be heavily concentrated of Brazilians of Portuguese /European decent. This population represents 79% of the overall citizens in Curitiba. Multiracial inhabitants make up for roughly 17%. Where as, the black population is found at a low number of 3%; and Asian population being at 1.4%. However, in my research about racial inequalities, I found it to be very interesting that the citizens of Curitiba did not state their prejudices to be based upon skin color. Their prejudices are said to be based upon ones social and economic situation. Even in further research upon gender equality, nothing really rose to the surface. Curitiba definitely projects a vibe similar to Portland, in the sense of its relaxed social demeanor and sustainability foundation.
​Curitiba, Brazil has earned the title of one of the five top most sustainable cities in the world. This has been created through an interesting integral relationship of people working with nature, and the government working with private companies. Curitiba has disproven the argument of the connotation of “environmentally conscious comes with an economic burden”. Curitiba has become a model city that other areas have tried to incorporate into their urban planning. The issues of urban-poverty, transportation, pollution, and flooding have all been addressed. Although these major problems have never truly disappeared, the government has definitely provided assistances in relieving the core of it. The sociological aspects of the city tend to be relatively positive. The physical environment that the city has produced, places less of a strain on its citizens. In the sense, there is a form of unity, and one overall goal. That the city is for the people, and it is their responsibility to maintain, and sustain their home.
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2019.07.20 18:00 mariademexico Veracruz: 5 siglos exportando riquezas y rezago social

A 500 años de que se iniciara la exploración, conquista, fundación y que se definiera la vocación económica de la Costa Central de Veracruz - que aún conserva- de fungir como uno de los centros más importantes del Continente para el acopio y transferencia de la riqueza del “Nuevo Mundo” hacia el extranjero; siguen presentes muchos de los problemas económicos y sociales que se originaron con el proceso de colonización europea.
Durante tres siglos de confrontación brutal entre dos formas distintas de vida y organización social, entre españoles, pueblos originarios que aún subsisten y esclavos africanos, se produjo una catástrofe económica que instauró la concentración de riqueza, la desigualdad social y el ritmo de crecimiento inestable que persiste, según prueban las estadísticas en la actualidad.
El bajo crecimiento y la elevada dependencia financiera con el centro del país que caracteriza a la economía veracruzana, surge con el mismo proceso histórico de su creación, pues a pesar que los europeos arribaron en 1519, Veracruz no fue considerada por los colonizadores como una zona apta para asentarse, sino solamente como un punto de depósito, custodia y transbordo de riquezas de paso para el exterior y no tuvo mayor evolución como ciudad sino pasados más de 250 años de su fundación.
Para algunos historiadores era tan inhóspito e insalubre la ciudad amurallada, que hasta las últimas décadas del Siglo XVIII, la Colonia mantenía vigente la discusión de arrasarla y trasladar a los habitantes a Xalapa, o buscar nuevos medios para volver la ciudad un lugar más sano donde vivir. A mediados del Siglo XIX, el gobierno de Benito Juárez planteó trasladar su operación al puerto natural o rada de Antón Lizardo.
Para otro, el estancamiento económico de zona, fue parte de una estrategia militar española, que consideraba que la mejor defensa era mantener el puerto con el menor número de instalaciones y población criolla, para dificultar el arribo de los invasores. Fue hasta el período de 1780 a 1880, que pese a la ordenanza militar, la población demandó políticas económicas, pues las relaciones comerciales con Europa iban en aumento y se requerían mejores instalaciones portuarias.
Derechos Humanos: La tortura por herencia
En 1572, la Villa de Veracruz alcanzó el título de Comisaría del Santo Oficio de la Inquisición. Por medio de la tortura los inquisidores obtenían confesiones de reos indígenas, de esclavos africanos y de alguno que otro pirata prisionero y los condenaban a morir en la hoguera. Las reducidas celdas y tenebrosos calabozos del Fuerte de San Juan de Ulúa dan cuenta del terror que por varios siglos vivió la población más vulnerable.
En 2019, la situación de los Derechos Humanos en Veracruz es igual de aterradora, se estiman en 30,000 las desapariciones forzadas desde 2006 a la fecha. En muchos de los casos, las autoridades policiacas han estado involucradas.
En Enero pasado, el Gobierno de México ofreció una disculpa pública a las familias de los cinco jóvenes desaparecidos el 11 de enero de 2016 en la ciudad de Tierra Blanca, en el estado de Veracruz, y reconoció la responsabilidad del Estado, quien actuó de forma cómplice con el crimen organizado.
Aunque se pidió perdón a las familias y en este, como en muchos otros casos se cuenta con evidencia y fueron detenidos 21 presuntos involucrados; lo cierto es que hasta hoy no se ha sentenciado a nadie y los procesados pueden estar libres porque dicho delito no amerita prisión preventiva de oficio en la entidad.
Veracruz es uno de los diez estados con mayor impunidad y corrupción. Las cifras de la Fiscalía Estatal este año revelan que de un universo de más de cien mil carpetas de investigación iniciadas durante los últimos dos años, menos de 30 mil aún se consideran archivos en vías de averiguación y solamente cuatro mil delitos fueron consignados.
Pobreza: La riqueza inalcanzable de los veracruzanos
La pobreza y el atraso económico, educativo, de salud, vivienda y empleo que muestran las estadísticas de Veracruz, se encuentran muy por arriba de la media a nivel nacional y junto con las de los estados de Guerrero, Oaxaca, Puebla y Chiapas, son las más altas del país.
Veracruz jugó un relevante papel geopolítico y sobresalió por sus riquezas naturales y por contar con las vías de comunicación más modernas y estratégicas para conectarse con el centro del país.
Por su contribución al Producto Interno Bruto Nacional, la economía de Veracruz se mantiene entre las cinco más grandes del país. Las actividades terciarias, representadas por los servicios minero petrolero, turísticos, inmobiliarios y como lo marca su vocación original: especializados en torno al comercio exterior, generan alrededor del 60 por ciento de la economía estatal.
La Encuesta Intercensal 2015 reveló que la población total de Veracruz alcanza la cifra de 8.1 millones de habitantes y se sitúa en tercer lugar a nivel nacional después del Estado de México y la Ciudad de México.
Alrededor de la mitad de la población se congrega en las zonas urbanas fundadas desde la época colonial como Veracruz-Boca del Río, Córdoba-Orizaba y Xalapa- Coatepec; así como en centros que florecieron sobre todo hasta el inicio del Siglo XX básicamente por la localización, perforación, explotación, transportación y refinación petrolera como Tuxpan-Poza Rica – Papantla en el Norte y Coatzacoalcos –Minatitlán en el Sur.
Los centros que concentraron la producción terciaria o industrial han mantenido un ritmo de urbanización sostenido y reportan el menor porcentaje de pobreza. Mientras que en poblaciones rurales dispersas por toda la entidad y en las montañas, donde solo existe producción agropecuaria se replica un fenómeno que persiste desde la época colonial: alta prevalencia de población indígena y los más altos niveles de pobreza y pobreza extrema, según lo revelan cifras del Coneval.
Veracruz es el tercer estado con mayor biodiversidad y variedad de suelos del país, tiene agua en abundancia y ríos, extensiones de bosques y selvas; sin embargo, las actividades primarias solo aportan el cinco por ciento del valor de la economía.
Durante los últimos cien años, las políticas de desarrollo del gobierno federal, que otorga 9 de cada diez pesos que se gastan en la entidad, privilegiaron la seguridad de las inversiones privadas y públicas y se canalizaron hacia las mismas zonas de abundancia que encantaron a los españoles, en cambio no se “arriesgaron” capitales para impulsar tecnología e innovación en zonas rurales con mayor necesidad y deterioro económico.
En la actualidad, mientras que los terrenos ejidales se concentran en la producción de monocultivos de baja rentabilidad y de “temporal” como maíz, frijol o caña de azúcar; en las fincas privadas que existen en terrenos privilegiados que se otorgaron desde la época colonial, donde existe tecnología y sistemas de riego se cultivan productos más rentables como cítricos, frutas tropicales y café etc.
La desigualdad en cuanto al ingreso laboral en Veracruz ha sido histórica, sin embargo este problema se agudizó con el contexto de globalización en el que el abaratamiento de mano de obra y materias primas ha derivado en que se dé prioridad a importaciones y se haga a un lado la producción veracruzana.
De esta manera, granos como maíz, arroz, café, además de la producción cañera-industria azucarera, se han visto abaratados afectando a miles de productores veracruzanos que dependen del campo.
Globalización: Desempleo e Informalidad
Cuentan los historiadores que durante el periodo de esplendor colonial, el valor de las mercancías y tesoros que se embarcaban desde Veracruz a la Corona Española, podría haber ascendido a un millón de dólares anuales.
En la segunda década del Siglo XXI, el valor de las exportaciones que se transportan al año vía marítima por la terminal portuaria de Veracruz, es cercano a 30 mil millones de dólares.
A partir de 1994, tras la entrada en vigor del Tratado de Libre Comercio (TLC), Veracruz se consolidó como líder portuario en el Golfo de México. El movimiento de carga anual subió de 6 millones en 1993 a 29 millones de toneladas a finales del 2018.
No se puede reseñar los efectos de la globalización en Veracruz sin señalar que el proyecto neoliberal y el TLC dieron un golpe duro a los derechos laborales de los trabajadores de la zona marítima y del comercio local. Los tres países firmantes del Tratado Comercial acordaron la apertura inmediata al sector privado de la contratación de servicios como la operación y mantenimiento de muelles, así como el transporte y manejo de carga.
En 1991, se decretó la requisa argumentando “bajos niveles de productividad y corrupción” y se lanzaron licitaciones para privatizar los servicios de seguridad, vigilancia y control en los muelles.
La privatización portuaria significó el rompimiento del contrato colectivo con el Sindicato de Trabajadores Portuarios, que tenía más de 70 años de existencia y el despido inmediato de más de tres mil trabajadores.
Esta situación constituyó un antecedente importante, pues, con todo y que el sindicato de trabajadores portuarios no se caracterizó por ser un organismo democrático, poco después por la apertura comercial se repitieron los despidos masivos en otras industrias como la azucarera, petroquímica, textil, metalmecánica y del transporte ferrocarrilero.
Un Estudio del Instituto de Investigaciones Socio-Económicas de la Universidad veracruzana plantea que “El ajuste económico forzado por la política neoliberal ha causado una penosa debacle en todas las ramas industriales veracruzanas. En la industria metalmecánica del puerto de Veracruz se perdieron más de 10 mil empleos directos a consecuencia del cierre forzado de grandes empresas como ALUMSA; a este número hay que sumar los despidos que se han producido en la zona portuaria y que fueron alrededor de tres mil. En tanto que en la zona sur, especialmente en Coatzacoalcos y ciudades cercanas, se calcula que entre 1994 y 2000 también se perdieron 50 mil empleos directos en las industrias petroquímica y petrolera”.
A partir de entonces, se presentó el aumento del trabajo informal en micro y pequeñas empresas, por honorarios y sin prestaciones, y en la forma de autoempleo en el comercio ambulante en vías públicas de las principales ciudades.
La respuesta de los gobiernos municipales a los ajustes estructurales que sufrió la economía porteña en la última década del Siglo XX, fue la de otorgar permisos para vender en calles y parques a desempleados. El fenómeno conformó una economía paralela, legal o extralegal que ha logrado mantener vigentes prácticas políticas, como la apropiación, venta y ocupación de territorios públicos, el clientelismo y la corrupción. La más reciente Encuesta de Ocupación y Empleo que realizó el INEGI indica que la informalidad sigue incontrolable y actualmente siete de cada diez empleos se dan en esa economía paralela.
La corrupción e impunidad alcanzó desastrosas proporciones desde el 2011 cuando Carolina Gudiño logró ser Presidenta Municipal y permitió la expansión de comercio informal que ya no se considera ambulante, porque autorizó la venta de la vía pública hasta en trescientos mil pesos a los líderes de las organizaciones afines al PRI para construir casetas de lámina y piso de cemento. Se estima que a la fecha se ha vendido más de la tercera parte del Centro Histórico a líderes de vendedores informales. “Los líderes son los concesionarios de los “derechos de piso” que otorga el Ayuntamiento y los rentan por cuotas diarias que van de 200 a 500 pesos” señalan inspectores de la CANACo- Veracruz.
Cultura y Educación: Rezago Ancestral
Mientras que en las ciudades coloniales del centro y norte del país, desde 1526 se fundaron colegios para enseñar letras, canto, música además de artes y oficios como la alfarería o carpintería; en el Puerto “más importante de la colonia”, no se implantó una cultura escolar ni florecieron las bellas artes ni los oficios.
Fue hasta el final del Siglo XVIII cuando se establecieron las primeras escuelas para indios y proyectos educativos en territorio veracruzano, con el objetivo de formar ciudadanos útiles, a través del trabajo y el aprendizaje en diferentes talleres como el de imprenta o la banda de música.
En esa época se desarrollaron las artes populares más representativas de la región como la cartonería y la laudería, que han logrado sobrevivir a pesar de la escasa o nula promoción que reciben por parte de las autoridades educativas, particularmente en la actual administración de Cuitláhuac García.
A mediados del Siglo XIX, según la historiadora Dorothy Tanck, “en la provincia veracruzana existió un vacío entre la educación elemental y la llamada educación secundaria. No existía aún en esa población una institución que ofreciera ese tipo de enseñanza a sus jóvenes, quienes, al igual que ocurría en otras ciudades de Veracruz y el país, realizaban sus estudios en Puebla, la ciudad de México, entre otros puntos del país que sí contaban con tales instituciones”.
Fue hasta 1848 cuando abrió sus puertas el primer plantel de educación secundaria que se fundó en la ciudad y puerto de Veracruz y que con posterioridad se conocería como el Ilustre Instituto Veracruzano.
Con estos antecedentes, no es difícil explicar porque Veracruz reporta un grado de escolaridad de 8 años por debajo del promedio nacional que es de 9, y un alto índice de analfabetismo de 9.5%, casi el doble en comparación con la media nacional de 5.5%.
En la misma dirección apuntan los resultados del Índice de Cumplimiento de la responsabilidad Educativa (ICRE) 2018, que elabora el Think tank Mexicanos Primero, para medir que tanto cumplen los gobiernos con su obligación de garantizar el derecho de aprender a niños y jóvenes.
El ICRE señala que en Veracruz: 4 de cada 10 jóvenes en secundaria no desarrollan conocimientos y habilidades básicas en matemáticas; 8 de cada 10 niños de 3 años se quedan fuera del preescolar; sólo 4 de cada 10 logran entrar a la Universidad Pública; y sólo 1 de cada 10 niños con necesidades educativas especiales la puede tener. Con base en estos resultados, el gobierno del estado de Veracruz obtuvo la calificación de 4.6 sobre 10 en el cumplimiento de su responsabilidad de garantizar el derecho a aprender.
Medio Ambiente: Arrecifes, los tesoros despreciados
Los efectos del proceso colonizador no solo caerían sobre la población y economía indígena, desde su misma llegada los españoles contribuyeron directamente a la modificación del entorno natural de los lugares donde se asentaban.
Desde el momento mismo de la fundación del “Primer Asentamiento en Tierra Firme de América” se comenzó a generar progresivas alteraciones en el hábitat local, afectando de manera directa al Arrecife.
Se puede decir que a lo largo de cinco siglos, la devastación al Arrecife de Veracruz se ha dado en cuatro etapas. La primera, en el Siglo XVI, con el inicio de la construcción de muros en la Fortaleza de San Juan de Ulúa para dar abrigo a las embarcaciones, los conquistadores utilizaron principalmente piedras de coral.
La segunda, durante los Siglos XVII y XVIII, cuando la edificación de lo que hoy conocemos como el Casco Histórico de la Ciudad de Veracruz, sobre una extensión de 1.5 Km², con mas de 300 inmuebles y una muralla de 3 metros y medio de altura que circundaba la ciudad de más de 7 mil m² de longitud; “significó la destrucción de cerca de 10 Km² del Arrecife, afirma el Ingeniero Ramiro Gomez, buzo profesional que ha explorado la zona por mas de 40 años y estudiado las corrientes marinas.
La tercera, en el Siglo XIX, cuando la compañía inglesa Pearson draga 4,000 metros cúbicos diarios para mantener abierto el canal de acceso a barcos de vapor. Los arrecifes y bajos que circundaban la entrada de Veracruz, que históricamente eran la mayor amenaza a la navegación de las embarcaciones, fueron en la construcción del puerto “artificial”el sustento de !os rompeolas que se construyeron para cortar el paso al oleaje del norte y del sureste.
El cuarto ataque al parque marino, es el caso del desastre ecológico de consecuencias inenarrables, incuantificables, de la ampliación del puerto de Veracruz, que en pleno Siglo XXI, que destruye, igual que los conquistadores europeos, al Sistema Arrecifal Veracruzano.
Aunque en 1992, el gobierno de México declaró Área Natural Protegida al Sistema Arrecifal Veracruzano. En 2013, el gobierno redujo el tamaño del Área Natural Protegida y aprobó el proyecto de ampliación portuaria cuya construcción daña no solo el arrecife veracruzano, sino también la Reserva de la Biósfera de Los Tuxtlas, una joya de la Costa Esmeralda de México, en la cual los desarrolladores explotaron toneladas de roca para construir el puerto.
Según la Interamerican Association for Environmental Defense (AIDA), en términos económicos, el valor de los servicios ambientales de los arrecifes excluidos del parque marino, es de aproximadamente 291 millones de dólares, cifra que rebasa el beneficio económico directo del nuevo puerto, calculado en alrededor de 86 mil dólares por kilómetro cuadrado.
El gobierno retrocedió en su obligación de conservar las características naturales de los ecosistemas para las generaciones futuras. AIDA afirma que la Manifestación de Impacto Ambiental que presento la autoridad portuaria, solicitó de forma velada la autorización para el proyecto, lo cual impide evaluar adecuadamente sus impactos acumulativos a través del tiempo y de forma integral. Además, ese documento no se basó en la mejor información científica posible pues ignoró, por ejemplo, la existencia de un arrecife no emergido en la zona de construcción.
Asimismo, la autorización no consideró los impactos en los arrecifes de la sedimentación por las obras, el dragado de la Bahía de Vergara y Punta Gorda y del aumento en la cantidad y el tamaño de las embarcaciones en el nuevo puerto. Se ignoró también que, al transportarse mayor cantidad de hidrocarburos, existe un riesgo mayor de derrames en una región ya vulnerable a esos incidentes, los que podrían dañar gravemente arrecifes muy biodiversos y conectados al Corredor Arrecifal del Sureste del Golfo de México.
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2019.07.03 01:08 Severianes Martes de... literatura en República Argentina: Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Robert A. Heinlein fue un escritor genial, muy injustamente juzgado por la crítica, fuera del fandom de la ciencia ficción. Tildado de fascista, de anarquista, de hippie, de libertario, en realidad Heinlein era heinleiniano.
Escribió infinidad de novelas y cuentos que podrían clasificarse dentro de la ciencia ficción dura, transformándose en uno de los Grandes Maestros del género, junto a Isaac Asimov y Arthur C. Clarke.
Su novela ideológicamente más chocante es Farnham freehold (Los dominios de Farnham). El protagonista, un americano anticomunista y cristiano, es proyectado varios siglos hacia el futuro por una explosión nuclear, para encontrarse en una sociedad esclavista, racista y antropofágica. El truco es que los esclavos son los supervivientes blancos de un holocausto nuclear, mientras que los esclavistas son los africanos negros que no participaron de la guerra. Estos esclavistas castran a los hombres blancos, se acuestan con sus mujeres, y se comen a sus niños.
Como la novela está narrada acríticamente desde la mirada de su protagonista Farnham, es fácil tildarla de ultraderechista. Solo que no lo es. En una brillante estrategia de provocación intelectual, Heinlein crea un personaje con quien sus lectores americanos de clase media se identifican fácilmente, y luego lo pone en una situación de la que nunca se imaginaron protagonistas.
Otra novela destacable es The moon is a harsh mistress (La luna es una cruel amante). Narra la guerra de independencia de la Luna, poblada por colonias penales donde los países terrestres destierran permanentemente a los delincuentes y a su descendencia. Escrita desde la perspectiva del rebelde, la novela es una descripción minuciosa del arte de la insurrección.
Organización de células subversivas, manejo de la información, política revolucionaria, estrategia de guerrillas. Todo en un escenario de Ciencia Ficción de los 50's, con una atmósfera muy heinleiniana que incluye la liberalidad sexual, y las formas familiares alternativas. Una Luna-cárcel poblada por una mayoría masculina tuvo que inventar formas extrañas de matrimonio, para que la tensión sexual no causara violencia entre los hombres ni cohartara la libertad de las mujeres.
Una novela inolvidable es, claro, Starship troopers (Tropas del espacio). El militarismo de la novela le valió a Heinlein el mote de fascista por muchos críticos cortos de entendederas. En un mundo donde el derecho a la ciudadanía y al voto se obtiene solamente yendo a la guerra, la historia narra una guerra destructiva contra un enemigo incomprensible. Todo desde la mirada de un soldado... ¡argentino! ¡y apellidado "Rico"!
Lo interesante es que, ya en los 60's cuando se publicó la novela, el mundo había olvidado que apenas 50 años antes, el servicio militar era la condición sobre cualquier hombre para obtener el derecho al voto. Condición que sólo desapareció con la masificación del voto femenino.
También es recomendable Time enough for love (Tiempo para amar). La historia de Lazarus Long, un hombre extremadamente longevo, fruto de un programa de cría selectiva de seres humanos.
~
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2019.07.03 01:06 Severianes Martes de literatura en República Argentina: Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Libertario era Heinlein, vos sos un pelotudo

Robert A. Heinlein fue un escritor genial, muy injustamente juzgado por la crítica, fuera del fandom de la ciencia ficción. Tildado de fascista, de anarquista, de hippie, de libertario, en realidad Heinlein era heinleiniano.
Escribió infinidad de novelas y cuentos que podrían clasificarse dentro de la ciencia ficción dura, transformándose en uno de los Grandes Maestros del género, junto a Isaac Asimov y Arthur C. Clarke.
Su novela ideológicamente más chocante es Farnham freehold (Los dominios de Farnham). El protagonista, un americano anticomunista y cristiano, es proyectado varios siglos hacia el futuro por una explosión nuclear, para encontrarse en una sociedad esclavista, racista y antropofágica. El truco es que los esclavos son los supervivientes blancos de un holocausto nuclear, mientras que los esclavistas son los africanos negros que no participaron de la guerra. Estos esclavistas castran a los hombres blancos, se acuestan con sus mujeres, y se comen a sus niños.
Como la novela está narrada acríticamente desde la mirada de su protagonista Farnham, es fácil tildarla de ultraderechista. Solo que no lo es. En una brillante estrategia de provocación intelectual, Heinlein crea un personaje con quien sus lectores americanos de clase media se identifican fácilmente, y luego lo pone en una situación de la que nunca se imaginaron protagonistas.
Otra novela destacable es The moon is a harsh mistress (La luna es una cruel amante). Narra la guerra de independencia de la Luna, poblada por colonias penales donde los países terrestres destierran permanentemente a los delincuentes y a su descendencia. Escrita desde la perspectiva del rebelde, la novela es una descripción minuciosa del arte de la insurrección.
Organización de células subversivas, manejo de la información, política revolucionaria, estrategia de guerrillas. Todo en un escenario de Ciencia Ficción de los 50's, con una atmósfera muy heinleiniana que incluye la liberalidad sexual, y las formas familiares alternativas. Una Luna-cárcel poblada por una mayoría masculina tuvo que inventar formas extrañas de matrimonio, para que la tensión sexual no causara violencia entre los hombres ni cohartara la libertad de las mujeres.
Una novela inolvidable es, claro, Starship troopers (Tropas del espacio). El militarismo de la novela le valió a Heinlein el mote de fascista por muchos críticos cortos de entendederas. En un mundo donde el derecho a la ciudadanía y al voto se obtiene solamente yendo a la guerra, la historia narra una guerra destructiva contra un enemigo incomprensible. Todo desde la mirada de un soldado... ¡argentino! ¡y apellidado "Rico"!
Lo interesante es que, ya en los 60's cuando se publicó la novela, el mundo había olvidado que apenas 50 años antes, el servicio militar era la condición sobre cualquier hombre para obtener el derecho al voto. Condición que sólo desapareció con la masificación del voto femenino.
También es recomendable Time enough for love (Tiempo para amar). La historia de Lazarus Long, un hombre extremadamente longevo, fruto de un programa de cría selectiva de seres humanos.
La novela cuenta la historia de su anciano protagonista, pero es básicamente una excusa para elucubrar sobre la libertad, la política, la felicidad, la sexualidad, en monólogos y diálogos que mantiene Long mientras se somete a un tratamiento de rejuvenecimiento.
Y claro, la novela de Heinlein, que hubiera justificado su carrera de escritor incluso si sus otras obras no fueran geniales, es Stranger in a strange land (Forastero en tierra extraña). La historia de Valentine Michael Smith, huérfano terrestre criado por marcianos.
Mike es el hijo bastardo de dos astronautas muertos durante la primera expedición a Marte. Criado por una raza aliena que consideró una necesidad artística la destrucción de un planeta entero, y cuyos individuos se describen como algo similar a un portaaviones. Llega a la Tierra para verse convertido en el hombre más rico del mundo, presa deseada de políticos ambiciosos y predicadores televisivos. Rescatado por un escritor anciano libertario y hippie, y su corte de colaboradores, amigos y secretarias adolescentes.
Stranger in a strange land es una novela icónica de los 60's, y una de las mejores representaciones de la ideología libertaria e individualista de Heinlein. Si vas a leer una sola de las novelas que te recomiendo acá, que sea ésta. Te van a dar ganas de leer las otras.
Cuentos de Heinlein hay miles, no terminaría nunca. Lean All you zombies (Todos vosotros zombis), o vean la excelente película Predestination. Y lean también El hombre que vendió la Luna si quieren ver al capitalismo emprendedor desde una óptica positiva.
Cierro con lo siguiente: en su hermosa saga de Los ocho mundos, el escritor americano John Varley imagina una logia de heinlenianos, de ideas individualistas, humanistas, y libertarias, que se concentran en ignorar cualquier ley humana que no les guste con el único objetivo de llegar a las estrellas. Yo quisiera pertenecer a ella.
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2019.05.02 01:25 garce18 En este pueblo africano semidesconocido, cada casa es una obra de arte.

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2019.02.13 12:29 guerrilheiro_urbano Editores e racismos. Por Dodô Azevedo

Sou negro e cometo racismo contra negros. Sou como todos os brasileiros são. Fomos todos estruturados para sermos racistas com negros.
Como todos os brasileiros, tenho dificuldades para perceber o meu racismo contra negros.
Como todos os brasileiros, costumo rebater e argumentar quando alguém nota que tive alguma atitude racista contra negros. Digo que eu sou negro, que minha família é negra, como pode, então eu mesmo ser racista com negros?
Depois, como a minoria do brasileiros, penso melhor. Como a minoria dos brasileiros, faço autocrítica. Como a minoria dos brasileiros, detecto em mim o racista com negros que sou quando relaxo. Como a minoria dos brasileiros, me torno menos racista a cada dia.
Em 1993, participamos, eu e o editor do jornal onde escrevia, um sujeito culto, militante, negro como eu, mas como eu visto por todos como "moreno", de uma festa em homenagem ao grande filósofo francês Jean Baurdrillard, em São Cristóvão, bairro da zona norte do Rio de Janeiro. O tema da festa era "religiões afro-brasileiras".
Todos de branco. Comidas típicas. Mas escolhidos a dedo, negros e negras vestidos em trajes típicos para nos servir. Fazíamos fotos com os negros que objetificados, decoravam o lugar em trajes típicos. Ninguém, nem meu editor, nem mesmo Baudrillard, percebeu que ali estávamos todos praticando racismo recreativo. Um dos muitos tipos de racismos que perseveram no Brasil ainda hoje. Se alguém, em 1993, nos alertasse, ficaríamos chocados e refutaríamos. Diríamos que nós mesmos somos negros, estudados, anti-racismo, temos pais e filhos negros, maridos e esposas negras. Como poderíamos estar praticando alguma forma de racismo, e justamente contra negros?
Não percebemos, em 1993, como não percebia-se, no século 19, que a prática teatral chamada black face era evidentemente racista com negros. Que os programas humorísticos brasileiros de TV até a década passada eram racistas com negros. Tempo, tempo, tempo, tempo, escreveu uma vez Caetano Veloso. Alguns de nós desenvolvemos uma melhor sensibilidade para o racismo contra negros. Alguns de nós sabemos detectar melhor. Alguns conseguimos enxergar nossas próprias estruturas. Alguns de nós se tornaram melhores editores de si próprios.
Tempo, tempo, tempo, tempo: eu mesmo escrevi, anos atrás, aqui neste blog, estar preocupado com a geração de intelectuais brasileiros ativos daqui há 50 anos. Quem substituiria, por exemplo, a atenta e ativa geração de Caetano?
Uma geração ainda mais atenta e ativa. Hoje, Djamila Ribeiro, mulher e negra, tem o seu livro mais recente "Quem tem medo do feminismo negro?", na lista dos mais vendidos no país. Trata-se de uma obra ainda mais abrangente que o fundamental "Verdade Tropical", livro de Caetano que recentemente completou 20 anos de lançamento.
Mal sabia eu que tudo melhoraria. E que, por melhorar, a atenção com nosso próprio preconceito contra negros começaria a ser finalmente considerada um movimento fundamental. Djamila andou puxando a orelha de quem não percebeu o racismo recreativo praticado na festa de aniversário da diretora da revista Vogue. Onde estava Caetano. Onde estavam grandes editores cultos.
Também anos atrás o editor da publicação de cultura impressa mais lida e conceituada do país me pediu um texto sobre um determinado assunto. Quando entreguei, o editor leu tudo e entendeu quase tudo: das referências à filosofia eslava à pintura japonesa do século V passando por citações dos princípios de causalidade e acaso na física moderna.
Mas, quando se deparou com referências que fiz à cosmogonia africana, o editor culto me escreveu explicando que não conhecia os termos e conceitos africanos. Mas, como um grande editor, resolveu ouvir: pediu referências de livros sobre o assunto e depois que eu pudesse conversar com ele ao vivo. Mesmo culto, queria aprender. Queria escutar. Queria editar a si próprio. E assim, tornar-se um melhor editor.
O mundo melhora, reedita-se. Mas, como consequência, torna-se mais exigente. Precisamos, todos nós, sermos a cada dia melhores editores.
Com humildade e coragem, reeditarmo-nos.

FONTE: https://g1.globo.com/pop-arte/blog/dodo-azevedo/post/2019/02/12/editores-e-racismos.ghtml
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2018.11.22 13:29 nictum Francia estudia restituir las colecciones de arte africano a sus países de origen

November 22, 2018 at 01:04PM
Más información en RSS de noticias de https://ift.tt/2DCjgix
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2018.10.18 19:27 edesur El candombe, la comparsa, la murga y el carnaval.

Para muchos en Argentina ya no quedan eco de llamadas, y esto les hace suponer que somos un pais que carece de negritud.
Lo cierto es que nuestro país fue parte de ese horror que era costumbre vergonzante de una epoca, elpuerto de Buenos Aires recibio desde fines del siglo XV, miles de esclavos traidos de Africa forzados a desembarcar en el Río de la Plata.
Lentamente –aunque ya quedan lejos en el tiempo la libertad de vientras ordenada por la Asamblea del Año XVIII y la abolición de la esclavitud incluída en la Constitución de 1853–, el período oscuro de la invisibilización, agitada por los prejuicios y las prácticas racistas, discriminadoras y xenófobas, va quedando atrás y abren sus puertas a la comunidad distintas organizaciones –como Diáspora Africana de la Argentina, Casa de África y Agrupación Afro Xangó–, dedicadas a reivindicar su identidad afroargentina y dispuestas a dar a conocer sus tradiciones, usos y costumbres.
El último censo nacional registra casi 150 mil afrodescendientes en la población del país. Ellos son los protagonistas centrales de los actos que se organizan cada 8 de noviembre, desde que en 2013 el Congreso argentino sancionó la Ley Nacional 26.852, que instituye esa fecha como “Día de los Afroargentinos y la Cultura Afro”.
En este informe se sugiere un itinerario posible, que permite rastrear la presencia afrodescendiente en la ciudad de Buenos Aires y varias provincias del país, como para aprender, informarse y compartir los matices de una cultura tan variada como multiétnica. En definitiva, un componente esencial de la propia identidad americana.
CIUDAD DE BUENOS AIRES
San Telmo. Los primeros pobladores africanos se asentaron en la zona costera del Río de la Plata del sur de la ciudad. Por eso, la cultura afro se mantiene viva hasta hoy en los barrios de Monserrat, San Telmo, Barracas, La Boca y San Cristóbal. En Defensa 535 –pleno corazón de San Telmo–, Movimiento Afrocultural es un espacio de difusión de muy diversas expresiones culturales, aunque se especializa en candombe afroArgentino. Mientras sus integrantes preparan un encuentro popular para el 21 de marzo (“Día Internacional contra el Racismo”) y un gran acto cultural para el 5 de abril por el vigésimo aniversario de la muerte del militante José Delfín Acosta Martínez, en el salón principal desarrollan sus propuestas la Escuela Integral de Candombe Bonga, el Profesorado de Danzas Afrobrasileñas, talleres de candombe y de capoeira.
Los sábados de 14 a 19 se puede visitar el Museo Afro, donde se exhiben obras de artistas plásticos afrodescendientes, trajes de comparsas, tambores y un mapa que identifica los lugares de asentamiento de afrodescendientes en el sur de la ciudad, como la casa de Herrera 313, en Barracas, donde funcionaba el último kilombo (de la lengua bantú de Angola, refiere a la comunidad políticamente organizada por los esclavos que lograban liberarse en Latinoamérica en los siglos XVII y XVIII) de la ciudad de Buenos Aires. Los domingos se desarrollan actividades culturales –animados por recitales de grupos musicales– y funciona un buffet. El espectáculo continuado se estira hasta el atardecer, cuando suenan los parches para anunciar el inicio de un circuito guiado a pie, encabezado por una comparsa, que conduce a los turistas hasta 20 puntos emblemáticos de la cultura afro.
Dock Sud. Las antiguas tradiciones de los nativos de Cabo Verde y sus descendientes afincados desde la segunda mitad del siglo XIX en Dock Sud (partido de Avellaneda) son preservados con celo por la Sociedad de Socorros Caboverdeana, una organización especializada en la ayuda mutua, la promoción cultural y la lucha contra la discriminación. Su presidenta, Mirya
Gomes, es un referente insoslayable para interiorizarse sobre literatura africana en portugués. La prestigiosa docente también es una pieza vital para la adaptación de los inmigrantes arribados en los últimos años desde Senegal, Mauritania, Liberia, Sierra Leona, Malí y Nigeria.
Ensenada. Fundada en 1927, la Asociación Caboverdeana de Ensenada es la más antigua entre las instituciones que nuclean a oriundos del archipiélago de Cabo Verde en el exterior. En su sede de Moreno 118 se organizan muestras de arte y se dictan clases de danzas y música. La comunidad también participa todos los años en la tradicional Fiesta de las Colectividades de Berisso.
Chascomús. Una de las escalas clásicas del recorrido por los sitios de interés turísticos de Chascomús es la Capilla de la Hermandad de los Morenos, más conocida como “Capilla de los negros”. El templo conserva el piso de tierra y las paredes de barro y cal. El cuidado de la capilla está a cargo de afrochascomunenses, descendientes de Eloísa González de Luis. Es el último testimonio de la presencia africana a orillas de la laguna durante el siglo XVIII.
Mientras eran empleados como criados o esclavos de las familias terratenientes, se dedicaban a realizar artesanías en madera y celebrar el Carnaval a través del candombe, en el barrio Del Tambor. Entre 1866 y 1867, durante la epidemia de cólera que azotó Chascomús, la capilla se transformó en lazareto.
www.chascomus.gob.ar
Ciudad Evita. Desde su fundación en 2008, la Asociación Misibamba procura promover el intercambio y la integración sociocultural y educativa entre los integrantes de la diáspora africana del país y sus países de origen, además de difundiar trabajos de investigación sobre la esclavituid en la Argentina. Con ese propósito fue creada la Comisión Permenente de Estudios Afroargentinos. En cuanto a las manifestaciones artísticas, la Asociación cobija la comparsa Negros Argentinos y el grupo de candombe porteño, rumba abierta y canciones en idiomas ancestrales Bum Ke Bum.
www.misibamba.org
SANTA FE
Santa Fe capital. Educación no formal, teatro, danza, interculturalidad y lucha contra la discriminación son los pilares que sostienen la Casa de la Cultura Indoafroamericana, fundada en 1988 en la capital santafesina y presidida por Lucía Molina. Entre sus principales actividades abiertas a la comunidad se destacan las Jornadas Federales de Cultura Negra y las emisiones del programa “Indoafroamerica”, los sábados a las 17 por Radio Nacional Santa Fe. En el barrio Parque Juan de Garay, la biblioteca Lucas Fernandez reúne amplia información sobre la presencia africana en el Litoral.
Rosario. Con su primera participación en el Encuentro y Fiesta Nacional de las Colectividades (en 2015), el festival de música “Africa party” y el seminario “Danzas y simbologías afrobahianas”, la Asociación Africana se dio a conocer ante la sociedad rosarina. Ciudadanos de de Nigeria, Senegal, Guinea, Tanzania, Ghana, Burundi y Costa de Marfil se proponen difundir su cultura a través de danzas, música, comidas y tragos típicos.
ENTRE RÍOS
Paraná. La huella africana en Paraná, resguardada y difundida por la Comunidad Indoafroamericana, se percibe con fuerza en el barrio El Tambor, donde los esclavos celebraban sus fiestas y encuentros batiendo palmas, tambores y otros instrumentos de percusión. Actualmente, las calles de ese antiguo sector de la ciudad son recorridas por las Llamadas que participan del “Contrafestejo” por la llegada de los conquistadores españoles al continente. Dos de los más destacados artistas que interpretan la música africana local son Enrique Badaracco y Pablo Suárez, que forman el dúo Tambores del Litoral y grabaron el cd “Tangó del Litoral”.
CHACO
Resistencia. Cada 6 de enero (“Día del afrolitoraleño”), la Comunidad Afrodescendiente de Chaco celebra San Baltasar, considerado “Santo Rey del Candombe”. Ese día se realiza la Llamada de Candombe con tambores y danzas, en la laguna Argüello de Resistencia. La cartelera de actividades tiene uno de sus puntos máximos en la obra musical “África y el Paraná en la sangre”, que presenta el Colectivo Danza Identidad.
CORRIENTES
Corrientes capital. La impronta africana en la capital correntina remite a Camba Cuá, el humilde barrio extendido sobre las barrancas costeras donde se asentaron los esclavos liberados durante el siglo XIX. Como en la orilla opuesta del Paraná, el festejo de San Baltasar convoca multitudes, que pugnan por reconstruir la identidad correntina originaria, recuperar su identificación con la cultura guaraní y destacar el valioso aporte afroamericano y criollo.
SANTIAGO DEL ESTERO
San Félix. A unos 130 kilómetros de Santiago capital por la ruta 34, un polvoriento desvío de tierra conduce hasta San Félix, el único pueblo del país íntegramente habitado por afrodescendientes. Son no más de cuarenta familias. En muchos mapas apenas figura Uturungo, el nombre de la estancia del terrateniente que explotaba a los inmigrantes de África en el Camino Real al Alto Perú. Lo más recomendable es visitar este solitario paraje sin dejar de ver el excelente documental de Alberto Masliah sobre la inmigración africana en Santiago del Estero “El último quilombo”. Es la provincia argentina que llegó a tener el mayor componente africano en su población: en el siglo XIX sumaba el 70 por ciento.
CÓRDOBA
Córdoba capital. Impulsada por la comunidad haitiana, la cultura africana sostiene su centenaria presencia en el barrio Alberdi de la ciudad de Córdoba. Desde su sede de La Rioja 2115, el Instituto de Presencia Afroamericana de Córdoba se propone congregar a los afrodescendientes encarar un trabajo de difusión a través de actividades sociales, culturales, deportivas y religiosas. Las raíces, historia, usos y costumbres de la comunidad afrodescendiente de Córdoba es profusamente reflejada en las páginas de la revista “Presencia afroamericana”, que se consigue en el Instituto de Culturas Aborígenes (La Rioja 2115).
Esa tarea integradora también es sostenida en la capital provincial por Mesa Afro Córdoba, dedicada a organizar festivales de música, clases colectivas de cajón peruano en parques públicos, charlas sobre historia y cultura afroargentina y actividades solidarias.
www.presenciaafroencordo.wix.com
Alta Gracia. En el Museo Nacional de la Estancia Jesuítica y Casa del Virrey Liniers se puede apreciar La Ranchería, el sector diseñado como vivienda de los esclavos africanos y los obreros nativos. Hasta el 29 de mayo se presenta la exposición basada en “Las aventuras del Negro Raúl”, una tira de historietas publicada por Arturo Lanteri en la revista “El Hogar” en 1916. La Estancia Jesuítica de Alta Gracia integra el proyecto de la Unesco “La ruta del esclavo: resistencia, libertad, patrimonio”.
www.museoliniers.org.ar
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2018.08.15 19:08 notsureiflying Plano de Governo Ciro Gomes (PDT) - os 12 Pilares

Tô dando uma lida nas diretrizes do PDT do Ciro Gomes. Vou destacar algumas coisas interessantes, não digo que é um resumo pq sou incompetente pra fazer isso. Todos os destaques de texto forem adicionados por mim. Às vezes porque achei importante, às vezes porque achei que ia ficar bonito. Lembrando que eu não sou especialista em nada daqui, só penso em facilitar a visualização para as várias pessoas que não curtem abrir pdf.
Essa porra ficou imensa, mas ainda um bom tanto menor do que o documento que pode ser encontrado aqui http://divulgacandcontas.tse.jus.bcandidaturas/oficial/2018/BB2022802018/280000605589//proposta_1533938913830.pdf Vocês podem encontrar informações sobre os planos de governo dos outros cadidatos aqui
Antes de mais nada, onde o PDT prende chegar com o Brasil?
Nossa meta maior é buscarmos, em um período de 15 anos, alcançar o atual Índice de Desenvolvimento Humano de Portugal (que hoje é o 41º do mundo, enquanto o Brasil está na 79ª posição), [...] que possui um governo cujas bases de suas políticas são progressistas. Para atingirmos o atual nível de renda per capita de Portugal, buscaremos crescer 5% ao ano, e será definida uma série de outros objetivos e metas relativas a indicadores sociais, como expectativa de vida, mortalidade infantil, taxa de homicídios e desigualdades sociais entre homens e mulheres. Se quisermos também atingir os seus indicadores de distribuição de renda, teremos que investir muito em educação, bem como em políticas econômicas que propiciem a orientação de nossa produção na direção de setores que produzam bens mais sofisticados com maior valor agregado, e na realização de muitas políticas sociais visando o acesso a bens e serviços públicos de qualidade.
O programa é baseado em 12 pilares. Vou listar esses pilares e as algumas medidas dentro de cada pilar, apenas como exemplo. É só ir pras páginas de cada pilar e ler todas as medidas e, quando presente, os detalhes de cada uma. Lembrando que não estamos lendo o plano, mas sim as diretrizes, portanto vai ter bastante coisa genérica e/ou sem os mecanismos descritos. 1 - Geração de Emprego (pgs 10-18) - Equilíbrio Fiscal via reformas Fiscal, Tributária, Previdenciária, Orçamentária e da Gestão Pública. - Redução da taxa de juros via reforma monetária e um conjunto de medidas que possibilite diminuir as taxa de juros básica e aquela que é cobrada nos financiamentos a consumidores e empresas. - Defesa de uma taxa de câmbio competitiva via equilíbrio da política fiscal, redução da taxa de juros e recriação do fundo soberano. - Manutenção da inflação em patamares baixos. - Política Industrial desenvolvida de forma complementar à política macroeconômica, com foco em desenvolver setores estratégicos (Agronegócio, a Defesa, o setor de Óleo, Gás e Biocombustíveis e a produção de bens para atender aos Serviços de Saúde e Construção Civil), para a geração de inovação e/ou emprego. - Política de inserção internacional que fomente o setor produtivo, com especial destaque para a indústria manufatureira de alta tecnologia e para serviços intensivos em conhecimento, com forte apoio às exportações desses produtos e serviços. - Recuperar o volume de crédito na economia brasileira que retome a capacidade de financiamento às empresas e à população em geral - Ações emergenciais e outras que auxiliarão a promover a geração sustentável de empregos, priorizando as camadas mais vulneráveis da população, estimulando a formalização, a capacitação profissional e aperfeiçoando também as políticas de inclusão produtiva: - Finalmente, os setores do agronegócio, agricultura familiar, serviços em geral, comércio, a economia criativa e o turismo também serão estimulados. Da mesma forma, atenção especial deverá ser direcionada aos empreendedores, inovadores e às pequenas e médias empresas. Esses estímulos serão discutidos ao longo da campanha.
2 - Recuperação e Modernização da Infraestrutura (pgs 19-21) É proposto um investimento anual de 300bi em infraestrutura, através de investimento público ou estimulando o setor privado a fazê-lo, para superar as deficiências e gargalos que encarecem e limitam a capacidade de produção. Alguns exemplos citados são: -Investimentos em rodovias/ferrovias, (aero)portos, energias renováveis, telecom, mobilidade urbana, habitação e saneamento básico. - Reforço do programa Minha Casa Minha Vida com recursos e foco - Fortalecimento do Sistema Financeiro da Habitação e desenvolver novas formas de captação de recurso pra que o orçamento se mantenha equilibrado. - Incentivo forte de Parcerias Público Privadas com atuação coordenada ao investimento público. - Fortalecer o BNDES - Criação de um fundo garantidor para investimentos em infraestrutura - Retomada da adoção da TJLP (taxa de juros de longo prazo) nos processos de infraestrutura
3 - Meio Ambiente (pgs 22-25) - Intensa expansão, tendendo à universalização, dos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto. (meio que já estava proposto no tema de infraestrutura) - Compatibilização entre as agendas Marrom (Política Nacional de Meio Ambiente), Verde (Novo Código Florestal) e Azul (Política Nacional de Recursos Hídricos). - Implantação das Unidades de Conservação já criadas no Brasil com as devidas indenizações e/ou reassentamentos. - Desenho de modelos de desenvolvimento para áreas vulneráveis - Realizar as ações para atingir as metas climáticas definidas pelo Acordo de Paris com foco em energias renováveis, redução de desmatamento e desenhar modelos de precificação da poluição. - Estímulo ao desenvolvimento de ecossistemas de inovação sustentável via pequenas/médias empresas inovadoras em sustentabilidade, opções de financiamento à pesquisa e a projetos de inovação. - Desenvolvimento, no país, de defensivos agrícolas específicos para as nossas culturas e problemas. - Estruturação de sistema de acompanhamento e disseminação de padrões de produção internacionais (que visam às melhorias ambientais e à sustentabilidade) com o objetivo de adaptar os produtos brasileiros a esse padrão.
4 - Ciência, Tecnologia e Inovação (pgs 26-28) -Elaboração de um plano nacional de ciência e tecnologia - A política de ciência e tecnologia deve fomentar o setor produtivo, com especial destaque para a indústria manufatureira de alta tecnologia e para serviços intensivos em conhecimento. - Fortalecimento do CNPq e de suas instituições de pesquisa (não fala como, né). - Estímulo à produção de conhecimento associado entre empresas e universidades via instalação de centros de pesquisas das empresas que atuam no país e contratação de doutores por empresas, facultando o pagamento de bolsas por períodos probatórios de até 4 anos. - Estabilizar fontes e recursos de financiamento (isso está associado ao tema de Reforma Fiscal com a revogação e substituição da EC do Teto de Gastos) - Desburocratização dos processos de importação de insumos e equipamentos direcionados à pesquisa. - Criação/reforço de mecanismos de estímulo a empresas geradoras e transmissoras de progresso técnico. - Criação de incentivos para o desenvolvimento de startups de tecnologia, com a respectiva incubação em universidades e instituições públicas. - Redução de burocracia e agilização dos processos ligados à propriedade intelectual.
5 - Educação (pgs 29-32) Recomendo ler essa parte no pdf, vou apenas colocar os objetivos e instrumentos propostos Objetivos para a política educacional: -Universalizar o acesso de 4 a 17 anos; -Eliminar o analfabetismo escolar (combate absoluto); -Melhorar a qualidade, mensurada através dos resultados do IDEB e PISA; -Elevar a média de anos de estudo da população; -Garantir a permanência e a conclusão na idade adequada; -Reduzir a evasão, problema grave no ensino médio; -Caminhar na direção do alcance das metas de desenvolvimento sustentável da ONU no tocante à Educação.
Instrumentos necessários para viabilizar esses objetivos: -Uma base nacional comum curricular; -O desenho do novo Fundeb; -Um processo adequado de formação e seleção de professores; -A capacitação contínua de gestores e professores; -Regras de desenvolvimento profissional dos professores, reconhecimento de sua importância e melhoria das condições de trabalho; -Uma estrutura de incentivos adequada para os professores; -Uma estrutura de incentivos que premie os estados e municípios de acordo com a adesão às políticas e práticas propostas pelo Governo Federal; -Um processo bem estruturado de avaliação dos resultados obtidos pelos estudantes.
6 - SUS e Saúde (pgs 33-36) - Criação do Registro Eletrônico de Saúde que registrará o histórico do paciente e facilitará o atendimento do paciente em todas as esferas do SUS; - Estímulo à ampliação da rede de policlínicas através da formação de consórcios em mesorregiões - Redução da fila atual para realização de exames e procedimentos especializados através da compra de procedimentos junto ao setor privado - Premiação de hospitais e postos de saúde bem avaliados; - Estruturação de carreira de gestor na área da Saúde, a exemplo do que aconteceu com na área de Infraestrutura - Redução das barreiras impostas pela atual lei de propriedade intelectual, especialmente na proteção de patentes. - Reforço aos programas bem-sucedidos do SUS – a estratégia de saúde da família (ESF), o programa de controle de HIV/AIDS, o programa de transplante de órgãos e o sistema nacional de imunização.
7 - Segurança (pgs 37-39) - Implementação da Política Nacional de Segurança Pública e do SUSP (Sistema Único de Segurança Pública), elaborando junto com policiais, especialistas, promotores, juízes e sociedade civil, um detalhamento do plano de segurança para aplicação imediata; - Criação, através de Emenda Constitucional, da Polícia de Fronteiras - Criação, em estados onde a disputa entre grupos de criminosos provoca maior número de vítimas, de força tarefa constituída de policiais federais, estaduais e promotores, com vistas ao enfrentamento das organizações criminosas - Elaboração e execução de um plano federal para o controle de organizações criminosas nos estados em conflito, começando pelo Rio de Janeiro, e expandindo depois para outros estados; - Criação de um sistema nacional de inteligência criminal destinado à troca de informações entre as polícias dos estados e as federais sobre organizações criminosas; - Ocupação das vagas ociosas nos Presídios Federais - Construção de um sistema ágil de investigação sobre lavagem de dinheiro que inclua a Polícia Federal, a Receita Federal e o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) - Promoção da prevenção criminal com políticas para os jovens como, por exemplo, a criação de um sistema de acompanhamento do jovem egresso do sistema penitenciário e a inclusão de jovens em áreas de conflito ou moradores de rua em programas profissionalizantes.
8 - Programas Sociais (pgs 40-42)
Todos os programas sociais que existem atualmente e estão obtendo bons resultados serão mantidos e ampliados na medida das necessidades, como por exemplo o Bolsa Família, o Benefício da Prestação Continuada, o ProUni, o sistema de cotas nas universidades e o Farmácia Popular, dentre outros. Mas precisamos avançar e vamos propor outros programas, em adição aos já existentes.
Algumas propostas:
- Criaremos um programa-piloto que envolva o pagamento de bolsas de estudo aos alunos que tiverem frequência mínima e melhorarem seu desempenho ao longo do tempo e, se o piloto for bem-sucedido, iremos estendê-lo aos poucos para a rede de Ensino Médio - Deve ser priorizado o atendimento das Creches às jovens mães que se encontram em condições mais vulneráveis e necessitam trabalhar e/ou estudar - Criaremos programas profissionalizantes específicos para a inclusão de jovens em áreas de conflito ou moradores de rua no mercado de trabalho
9 - Cultura (pgs 43-44) - Implementação de políticas que ampliem e popularizem o acesso à cultura, ao lazer e ao acesso à internet de banda larga a todos, principalmente nas periferias. - Estímulo às manifestações culturais que propiciam a inclusão social, a disseminação da cultura periférica de rua, da cultura afro-brasileira, à produção cultural e criativa de baixo impacto ambiental e às diversas atividades da chamada economia criativa. - Estabelecimento de uma política e um marco regulatório para a cultura e as artes no Brasil, de modo a consolidar em um único instrumento legal todos os aspectos regulatórios deste importante setor para a economia brasileira. - Estabelecimento de um sistema federativo de gestão da política cultural, descentralizado, capaz de garantir maior eficiência, maior capilaridade, maior adequação às realidades locais e, maior capacidade de cumprir sua missão nacional, evitando a concentração de recursos nos estados e cidades (as capitais do Sudeste) que já concentram a maior parte do investimento privado. - Facilitação e promoção de parcerias, coproduções e mitigação de riscos intrínsecos à produção cultural em todas as suas esferas. - Aperfeiçoamento dos objetivos e alcance da Lei Rouanet, precedido de amplo debate com a classe artística.
10 - Respeitos às Pessoas (pgs 45-53) Está dividido em respeito às mulheres, à população afrodescendente, à população LGBTI, às pessoas com deficiência e à juventude. Alguns highlights das primeiras 3 categorias. De forma geral nada está muito aprofundado: - Recriação da Secretaria das Mulheres - Promoção de campanhas com foco no aumento das mulheres no poder político, com vistas ao alcance da paridade - Implementação de programas de microcrédito e treinamento de microempreendimentos com atenção às mulheres - Criação de leis e programas que ajudem a proteger as trabalhadoras informais - Garantia do cumprimento da proibição de práticas discriminatórias por empregadores contra as mulheres, tais como as baseadas em provas de uso de contraceptivos ou gravidez - Promoção de programas de liderança entre meninas; - Ampliação de programas de incentivo para mulheres nas ciências exatas. - Combate à evasão escolar de adolescentes grávidas, com focos nos estados do Norte e Nordeste, onde esses dados permanecem altos - Garantia de condições legais e de recursos para a interrupção da gravidez quando ocorrer de forma legal, combatendo a criminalização das mulheres atendidas nos pontos de atendimento na saúde - Garantia da adoção de políticas afirmativas por parte de empresas e cooperativas como pré-requisitos ou agregação de pontos de vantagem para as mesmas em processos licitatórios de concorrências públicas, financiamento, subsídios, licenças ou avais em geral - Manutenção do ingresso da juventude negra em todas as universidades públicas através do sistema de cotas, assegurando via ações afirmativas a sua permanência nas instituições de ensino - Expansão do acesso das populações de áreas remanescentes de quilombos, comunidades rurais, ciganas e indígenas às escolas profissionais de ensino técnico; - Ampliação do Plano Juventude Viva - Fortalecimento e ampliação do PRONASCI- Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania - Fortalecimento do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SINAPIR), incentivando a adesão de estados e municípios; - Criação do Comitê Nacional de Políticas Públicas LGBT com representantes estaduais, assim como uma Secretaria Nacional de Políticas Públicas para a Cidadania da população LGBTI, - Criação de meios para coibir ou obstar os crimes LGBTIfóbicos, definindo suas características, equiparando aos crimes por racismo, injúria e feminicídio, cada qual com sua especificidade; - Reestruturação, ampliação, fortalecimento do Disk Direitos Humanos (Disk 100); - Realização de investimentos nas Universidades Públicas Federais para ampliação de programas de ações afirmativas, assistência estudantil e permanência;
11 - Combate à Corrupção (pgs 54-55)
Defendemos o fortalecimento dos mecanismos de transparência e do chamado controle social, bem como os órgãos que fiscalizam o setor público, como a Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU). Somos favoráveis também ao mecanismo do acordo de leniência com empresas envolvidas em casos de corrupção, pois ele é a maneira mais saudável de separar o joio do trigo, punindo os dirigentes e funcionários implicados em práticas ilícitas, mas preservando as empresas e os empregos daqueles que não têm envolvimento com corrupção.
- Em caso de qualquer acusação ou denúncia específica fundamentada, o Ministro ou ocupante de cargo de confiança se afastará voluntariamente da posição e pedirá uma apuração independente, sem prejuízo das investigações dos órgãos competentes. Atestada a inocência, retornará ao exercício da função; havendo indícios concretos de irregularidades, será afastado definitivamente. - Redução dos atuais entraves burocráticos aos acordos de leniência. - Ampliação da transparência e controle social da administração pública, com a ajuda do governo eletrônico, de modo a facilitar o acesso da população a dados e informações em todos os sites e portais do Governo. - Criação de um Sistema de Controle Interno unificado para toda a Federação, integrando funções e a atuação da Controladoria Geral da União e das Controladorias Estaduais e Municipais. - Criação de auditorias de equidade, voltadas a avaliar especificamente se os serviços públicos tratam o cidadão de forma equânime e justa. - Criação de unidade de controladoria no Poder Legislativo. - Integração de todas as bases de dados referentes a cadastros de beneficiários e demais questões de transparência (como a lista do trabalho escravo) em um mesmo site, como o Portal da Transparência.
12 - Defesa, Política Exterior e Soberania Nacional (pgs 56-61) - Não toleraremos a compra por estrangeiros de ativos que compõem ou apoiam nosso complexo industrial de defesa. - Para manter o controle de nossos recursos naturais estratégicos, todos os campos de petróleo brasileiro vendidos ao exterior pelo Governo Temer após a revogação da Lei de Partilha serão recomprados, com as devidas indenizações; - O mesmo se dará com relação à Eletrobras e à Embraer, caso a venda de ambas seja efetivada; - Propor ao país um debate a respeito da conveniência de elevar a proporção do PIB dedicada à defesa - Construção de cultura militar organizada em torno de capacitações mais do que em torno de hipóteses de emprego das Forças Armadas; - Reafirmação do compromisso com o caça Gripen NG, com o submarino de propulsão nuclear e com a nova geração de blindados e armamentos do Exército - Suprimento de nossa lacuna em matéria de artilharia antiaérea de médio e longo alcances (sistemas de mísseis), em coordenação com iniciativas espaciais; - As parcerias com países estrangeiros ficarão condicionadas a sua utilidade paranossa qualificação tecnológica: preferiremos aprender fazendo e fabricando a comprar plataformas prontas - Para a parte privada do complexo industrial de defesa, será criado regime jurídico especial que dispense as indústrias privadas de defesa do regime geral de licitações em troca da manutenção de voz decisiva do Estado nos planos destas empresas; - Desenvolvimento de nossas capacitações em matéria de ciência e tecnologia nucleares para que a renúncia ao emprego militar da energia nuclear resulte sempre de decisão soberana da nação, não de incapacidade tecnológica e científica - Estabelecimento, junto com empresas privadas, de um programa nacional de inteligência artificial; - Desenvolvimento de nosso potencial de inteligência e contra inteligência, superação de nossa dependência dos Estados Unidos nas comunicações com o resto do mundo e criação de condições iniciais para prover às Forças Armadas uma alternativa ao GPS norte-americano; - Os acordos comerciais precisam priorizar o acesso a novas tecnologias e mercados, ajudando-nos a desenvolver a produção de bens e serviços mais sofisticados - Defesa do máximo de abertura econômica e cultural no mundo com o mínimo de restrição a tais inovações e experimentos - Reanimação de nosso projeto sul-americano: a União da América do Sul no desdobramento de estratégia compartilhada de desenvolvimento. - Caminhar para a instalação de cadeias produtivas que atravessem fronteiras na América do Sul; - Propiciar colaboração direta não só entre os governos centrais de cada país, mas também entre os governos de nossos estados federados limítrofes e os governos dos estados fronteiriços de nossos vizinhos; - Dentro do Mercosul deve-se dispor a aprofundar o livre comércio sem excluir a flexibilização circunstancial da união aduaneira - Trabalhar contra a instalação de bases militares de potências externas a nosso continente sul-americano - Cabe ao Brasil desempenhar liderança natural na América do Sul, mas evitar atos e gestos de hegemonia - O Brasil zelará para que a união a construir exija de todos seus participantes compromisso com a democracia e respeito pelos direitos humanos - Fortalecimento de nossa relação com os Estados Unidos - Desenvolvimento e reconstrução de nossa relação com a China, condicionando o avanço da presença chinesa no Brasil à colaboração com nosso governo e nossas empresas na qualificação produtiva e tecnológica, inclusive de nossa agricultura, pecuária e mineração; - Recusa à relação neocolonial, quer com a China quer com os Estados Unidos - Inadmissibilidade de um processo de endividamento com a China, público ou privado, que acabe por comprometer nossa soberania - Desenvolvimento de agenda de reforma da ordem monetária global que crie condições para ultrapassar o dólar como moeda-reserva do mundo - Desenvolvimento de agenda de reforma da ordem de segurança no mundo que constranja as grandes potências no uso unilateral da força armada - Priorização, nos acordos bilaterais e multilaterais de comércio, de nosso acesso aos meios de qualificação produtiva e tecnológica - Aproveitamento do papel desbravador que o Brasil pode desempenhar na elaboração de acordos internacionais a respeito de mudança de clima e desenvolvimento sustentável; - Reconstrução de nossa relação com a África em bases generosas que façam justiça à condição do Brasil como maior país africano fora da África e que deixem de atrelar nossa política africana aos interesses de empreiteiras; - Atuação junto ao Congresso Nacional, especialmente o Senado Federal, na construção de nossa política exterior
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2018.04.07 06:16 MiltBFine Tasting Notes: Fastachi haul Spring 2018

Tasting Notes: Fastachi haul Spring 2018 7 April 2018
Fastachi 83 Charles Street Boston, MA 02114 (617) 924-8787
If you do a search on “tasting” in /darkchocolate you can see my other Tasting Notes. Did notice that i am starting to pick up the same bars (yes there are dupes) since i don’t have a database of chocolate reviewed and tend to go to Fastachi.
The date stamps below are the Best By dates.
http://www.nathanmillerchocolate.com 140 N Third Street Chambersburg PA
Nathan Miller 70% Ghana $8.99 best by Dec 30, 2018 This bar won a 2015 Good Foods award. Nathan Miller handcrafts the chocolate in Pennsylvania.
Hints at tollhouse or baking, fruity, rich honey flavors, very satisfying. Miller bars also come wrapped in special art papers.
Exquisite feeling paper with watercolor made it easy to be pick this bar. We got blueberries or pears as it melted in the mouth, along with caramel and coconuts.
Nathan Miller 72% Wild Bolivia $8.99 Best by Feb 14 2019 Thoroughly rich flavor, a kind of hidden caramel to it.
Dolfin Dark w/Caramel & Miroir Salt from Bolivia $2.99 Dolfin from Belgium, like the Mast Bros., does these as 1.6 oz mini bars so you can get a taste.
The salt crunches a bit, then the full-on caramel develops as the bar melts in mouth surrounded by the chocolate.
Dolfin Dark w/Fig & Vanilla Salt $2.99 It is rare of me to say, but i mostly don’t like this bar. The crunchy fig seediness plus vanilla salt is just odd on the palette. It is just too abstract and busy.
Somerville Chocolate Hawaiian 70% $12.99 http://www.somervillechocolate.com
The bar hits you first in the nose, then fruity and molasses notes play in the mouth. Very smooth, unique flavors.
Cacao Sampaka S.L. C/Consell de Cent, 292 08007 Barcelona http://www.cacaosampaka.com [email protected]
Cacao Sampaka 70% Mahali $10.99 Kasaï, Congo Criollo Africano Light Roast, best before Apr 2019
These light roasts fooled me since on first taste i thought i was eating milk chocolate. I like that the box has a clear window and also comes with two bars.
Delicious, rich smell, heavenly fruity chocolate that reminds me of cherries/cordials .
Cacao Sampaka 70% La Joya $13.99 Tabasco, Mexico Criollo Blanco best by Jan 2019
Again, fooled by the light roast. This one has more delicate subtle flavors, hints at raisin, some end flavors too.
Cacao Sampaka 40% Gin & Tonic $7.99 this one IS a milk chocolate. Mar 2019.
There is a slight crunch then the lemon / juniper notes hit, reminds me of lemon dot powdered cookies i had as a kid. A bit bitter rind, it is pleasant overall since citrus goes so well with chocolat. More of an adult palette though
Dandelion Small Batch, 85% Camino Verde, Ecuador $13.00 July, 2018
Sourced all over Ecuador, fermented by Vincente Norero in Guayaquil. Annie on roast profile Sourced by Greg.
Starts bitter, has echos of tollhouse, that dark fruit tang, cherries and raisins, the desire to gobble more! The 85% really delivers a pow much like other high cacao, with great unique fudge.
https://i.imgur.com/4t6QZZU.jpg
Oh! I forgot the Ritual 100% cacao batch #2 Aug 2019
Ritual Chocolate 1105 IRON HORSE DRIVE PARK CITY, UT 84060 http://www.ritualchocolate.com/
If you follow along on my tasting life notes, I’ve hit upon a few 99/100% bars.
Ritual’s flavor starts with the same complex and legume/vegetive flavor, but the bitter note climbs to an espresso-like sour flavor. It is a dense wall, blasting cacao then that sour finish.
100 percenters are an acquired taste, and each one really speaks differently to the tongue. It does remind me of a foolish time when I bit a baker’s chocolate bar when i was a child. They are so much more complex and dense.
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2018.02.11 20:28 Hyla-arborea No, non siete " cucks"

Nel giorno del ricordo difendete un tizio che ha commesso un genocidio contro di voi per farsi l'etnostato.
Avete difeso un nigeriano che ha fatto a pezzi una ragazzina perchè sarebbe stato disdicevole dare ragione ai fasci
Avete elevato bellafigo a una sorta di opera d'arte, un personaggio che trollava in maniera fine...invece si trattava solo di un povero africano che cantava la uniche cose che aveva in testa
fate dei post dove ammettete che l'immigrazione incontrollata crea danni, ma la difendete e continuerete a difenderla perchè non volete tensioni etniche, questo mettendo in conto un inevitabile tracollo del vostro stile di vita.
In tutto questo prendete offesa se vi chiamano " cucks", " checche" , "senzapalle", "soyboy", " beta" etc...
Quale meccanismo di difesa psicologico vi consente di vedervi in maniera diversa da come siete?
Siete letteralmente una accozzaglia di shy di breaking italy
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