Chances de encontrar o seu verdadeiro amor

Ou você está procurando um amor sem sorte? Se você realmente deseja encontrar o amor e levar uma vida feliz e romântica, precisa pensar nessas dicas. Você quer encontrar o amor? Claro que você faz. Todos nós fazemos. Mas só porque você não consegue encontrar o amor ao seu redor, não significa que você nunca o encontrará. Se este for o seu caso, não desespere, a matemática está a seu favor. Uma matemática afirma que, antes dos 27, os amores são passageiros. Se você tem mais de 25 anos e ainda não encontrou o amor da sua vida, calma, a ciência diz que entre os 27 e os 35 podemos encontrar a pessoal ideal para passar o resto da vida connosco. Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida. Se os olhares se cruzarem e, nesse momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu. Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for ... Significado de encontra seu amor verdadeiro na resultados da pesquisa: Dicionário dos Sonhos - interpretação de sonhos com encontra seu amor verdadeiro & significado dos sonhos com encontra seu amor verdadeiro. Cerca de 272 resultados em dicionário de sonhos, onde você pode encontrar o símbolo, você está procurando. Não tenha vergonha de mostrar seu interesse! Use todas essas dicas e torne ainda maiores as suas chances de encontrar o verdadeiro amor que tanto busca. Boa sorte! Este artigo foi escrito por: Dra. Mariana Santiago de Matos Suas chances de encontrar a pessoa perfeita para você aumentarão dramaticamente. Você tem de conhecer diversos parceiros em potencial antes de descobrir o amor da sua vida! 6. Você assumiu a responsabilidade pelos seus erros nos seus relacionamentos anteriores. Dá uma sensação de paz. E uma certa desconfiança: mereço tudo isso? Encontrar o amor é alívio. É ter a certeza que os dias não serão mais solitários. É saber que no começo, no meio e no fim vai ter alguém ao seu lado. Não um alguém qualquer, mas o seu amor. Aquele que vai estar ao seu lado até o último capítulo. O que você vai aprender agora são estratégias que te ajudarão a atrair o amor perfeito, sem riscos de perdê-lo no primeiro momento. A menos que você prefira ficar sozinha para sempre, ou a menos que já tenha desistido de ser feliz, acompanhe até o final, porque esta será uma grande oportunidade de mudança. Esse assunto será considerado no próximo artigo, mas, primeiro, vamos analisar por que o amor verdadeiro está se tornando difícil de encontrar atualmente. O amor “se esfriará” Em sua abrangente profecia sobre “a terminação do sistema de coisas”, Jesus predisse com detalhes as tendências e a situação dos nossos dias. É o seu ano do amor. Os anos anteriores foram o crescimento espiritual e individual que o levaria a conhecer e se reconectar com possíveis candidatos. Se você teve um par de anos difíceis no amor, você deve saber que o Universo está prestes a abrir novas portas para você. Daqui a 3 de dezembro, você terá chances de encontrar alguém ...

Fate/Gensokyo #53.5 Jeanne d'Arc Alter (Fate/Grand Order) Parte 2

2020.08.10 02:17 YatoToshiro Fate/Gensokyo #53.5 Jeanne d'Arc Alter (Fate/Grand Order) Parte 2


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Orleans: The Wicked Dragon Hundred Years 'War
Jeanne Alter é criada por Gilles de Rais (Caster) através do poder do Santo Graal, como uma versão de Jeanne d'Arc distorcida por seu ódio pela França e por Deus. Após sua criação, ela convoca o Chevalier d'Eon, Vlad III, Atalanta, Santa Martha e Carmilla enquanto adiciona o Melhoramento Louco para transformá-los em Servos Furiosos. Ela ordena que destruam a França, declarando que Deus perdoará todas as suas transgressões. Ela também diz que está tudo bem se Deus os punir, pois sua campanha destrutiva é um meio de provar a existência e o amor de Deus. Gilles então traz Pierre Cauchon antes dela. Jeanne Alter furiosamente o lembra do ridículo que ela suportou durante a vida. Ela também zombeteiramente diz a ele para dizer a todos que a malvada Jeanne d'Arc está aqui e rugir como um leão valente. Ela diz que sua fé é frágil e o acusa de ser um herege por implorar a uma bruxa que o poupe, quando ele implora a ela que poupe sua vida. Ela então começa a queimá-lo vivo até que nada mais reste. Ela então ordena que seus servos destruam a França novamente, começando com Orleans. Depois de explicar a seus Servos que agora são Servos Furiosos, Jeanne Alter declara que a humanidade não tem valor, pois falhou em provar seu amor a Deus. Ela decide que a bandeira deles será dragão quando Gilles diz que eles precisam de um símbolo para se reunir, citando sua conexão com dragões. Posteriormente, as forças de Jeanne Alter conquistaram Orleans, matando Carlos VII no processo. Durante o curso de sua campanha, Jeanne Alter e suas forças destroem muitas cidades e matam muitas pessoas. Um dos mais proeminentes é Lyon, onde Jeanne Alter derrotou e amaldiçoou seu protetor, Siegfried.
Jeanne Alter e seus servos eventualmente encontram Ritsuka, Mash Kyrielight e Jeanne quando chegam no recentemente destruído La Charite. Ela zomba de Jeanne e se declara a outra "ela". Ela chama a resposta para a pergunta de Jeanne sobre por que ela destruiu a cidade óbvia, já que ela está destruindo a França. Ela então pergunta que queria salvar a França e seu povo, apesar de saber que eles iriam ridicularizá-la e traí-la. Enquanto Jeanne hesita em responder, Jeanne Alter declara que não será mais enganada ou traída. Ela confessa que não consegue mais ouvir a voz de Deus, e interpreta isso como um sinal de que a França não é mais abençoada por ele. Assim, ela destruirá o país de acordo com Sua dor. Ela declara que salvará a França transformando-a na terra dos mortos. Ela diz a Jeanne que não conseguia entender, acusando-a de ser uma virgem sagrada que finge não ver ódio e alegria e é incapaz de crescimento humano. Ela começa a atear fogo no console do Archaman Romani quando ele diz que o crescimento humano dos Servos seria classificado como Espíritos Heróicos. Jeanne pergunta se ela realmente é "ela", mas Jeanne Alter apenas zomba de suas dúvidas. Ela chama Jeanne de nada mais do que o resíduo que ela jogou fora. Ela então ordena que Vlad e Carmilla a matem. Quando Maria Antonieta intervém, Jeanne Alter pede a D'Eon que confirme sua identidade. Ela diz a Marie que ela é inadequada para participar da batalha porque ela viveu uma vida de luxo, e morre sem saber o que aconteceu. Ela se pergunta se Marie pode entender seu ódio. Depois que o grupo escapa quando Mozart repele Vlad e Carmilla com Requiem for Death, Jeanne Alter ordena que Martha os siga e observe. Ela diz a Vlad que Martha ficará bem sozinha, já que seu Nobre Fantasma pode ser destruído. Mas ela concorda que precisa ser cuidadosa e decide retornar a Orleans para convocar servos adicionais. Ela então ordena que Vlad, Carmilla e D'Eon continuem destruindo a França, e sai dizendo a eles que até mesmo os anti-heróis têm dignidade.
Mais tarde, Jeanne Alter convoca Charles-Henri Sanson e Lancelot quando ela retorna a Orleans. Ela fica sabendo da morte de Martha, perguntando-se se ela cometeu suicídio, e irritada por manter sua sanidade, apesar de seu Melhoramento Maluco. Ela acha mais provável que tenha lutado com todas as suas forças, então eles não podem baixar a guarda. Ela afirma que partirá com "ele" na próxima vez. Ela diz que vai deixar os Servos recentemente convocados, então ordena que Gilles contate Carmilla. Ela então pergunta a ele quem ele pensa ser a verdadeira Jeanne, ela ou Jeanne, ao que ele responde. Depois que Gilles a lembra da traição e do ridículo que ela sofreu na vida, Jeanne Alter declara que tudo foi um erro que deve ser corrigido. Ela concorda com Gilles que sua vingança é justa, dizendo que suas palavras lhe dão força. Ela então ordena que Sanson e Lancelot montem em seus wyverns e partam com ela. Mais tarde, ela confronta o grupo nas ruínas de Lyon, após resgatar Siegfried. Ela então ordena que seu dragão pessoal, Fafnir, os incinere, mas ele bloqueia a Luminosité Eternelle de Jeanne e o Lorde Chaldeas de Mash. Ela é forçada a recuar quando Fafnir é atingido por Balmung. Depois de se retirar para o céu, ela ordena que Sanson e Lancelot matem o grupo, dizendo que Carmilla se juntará mais tarde.
Jeanne Alter posteriormente ataca a cidade protegida por Georgios com Sanson enquanto seus cidadãos ainda estão sendo evacuados. Depois que Marie derrotou Sanson, Jeanne Alter achou engraçado que aqueles com maior potencial foram os primeiros a cair. Ela está irritada por Jeanne já ter escapado com Georgios e acha ridículo que ganhar um Servo deu esperança a Jeanne. Ela então pergunta a Marie por que ela está tentando salvar os cidadãos, embora ela tenha sido decapitada por seus próprios cidadãos. Marie responde que sua morte foi inevitável porque ela não era mais necessária para o povo. Ela então pergunta a Jeanne Alter quem ela é, mas Jeanne Alter também diz a ela para calar a boca. Ela então ativa o Palácio de Cristal e luta contra Jeanne Alter, que ela acaba perdendo.
Voltando para Orleans, Jeanne Alter confirma que Marie morreu e pergunta a Gilles sobre a condição de Sanson. Ele responde que a mente de Sanson pereceu com Marie, dizendo que ele só está apto para ser um soldado de infantaria agora. Jeanne Alter está aborrecida porque Georgios escapou graças ao fato de Marie a estar segurando. Ela começa a pedir para encontrar o grupo quando D'Eon interrompe para relatar que o grupo está indo para Orleans. Jeanne Alter ordena que eles se preparem para a batalha e Gilles para reunir os dragões e servos. Ela declara que o mundo será destruído se eles vencerem, e mesmo se eles perderem, o mundo já se foi. Ela também diz que, mesmo que Caldéia corrija a era, uma jornada sem fim pela frente. Apesar disso, eles e Jeanne ainda têm fé no mundo, para grande aborrecimento de Jeanne Alter. Ela decide destruir o grupo por esse motivo, não querendo que eles restaurem o mundo, dizendo que é o desejo dela e de Gilles.
Jeanne Alter e suas forças confrontam o grupo enquanto eles marcham em direção a Orleans. Ela diz a Jeanne que eles são iguais, mas Jeanne rejeita firmemente essa ideia. Ela então exibe a horda de dragões com ela, declarando que eles devorarão tudo na França. Depois, os dragões lutarão e se devorarão em uma guerra sem fim. Ela fica chocada quando o General Gilles de Rais chega com seu exército e começa a bombardear os dragões com artilharia. Depois que seus servos e Fafnir são mortos na batalha, Jeanne Alter é convencida por Gilles a retornar ao castelo.
Dentro do castelo, Jeanne Alter ordena que Gilles a defenda enquanto convoca um novo Servo. Ela concorda com sua sugestão de convocar o Rei Arthur, embora duvide que um cavaleiro inglês responda a sua convocação. Quando Ritsuka, Mash e Jeanne chegam na sala do trono, ela fica surpresa que eles chegaram mais rápido do que o esperado, então ela não precisa modificar a convocação. Jeanne pergunta se ela se lembra de sua família, mas Jeanne Alter não consegue se lembrar. Descobrindo que não importa se ela se lembra ou não, ela invoca Servos das Sombras e ordena matar o grupo. Depois de destruídos, ela luta contra o grupo pessoalmente. Ela é derrotada, mas se recusa a acreditar que perdeu porque tem o Graal. Quando ela começa a morrer, ela diz a Gilles que ela ainda não destruiu a França. Ela fica consolada quando Gilles diz que destruirá a França em seu lugar. Ela então desaparece, revelando que o Graal era seu centro.
Da Vinci and The Seven Counterfeit Heroic Spirits
Como seu conceito já existia, Jeanne Alter nunca foi verdadeiramente destruída na Singularidade de Orleans. Já que Gilles de Rais, que a desejou, e o Santo Graal, que fez isso acontecer, foram mortos e capturados, as chances de ela ser convocada novamente eram infinitesimais. No entanto, ela foi capaz de invocar-se invertendo o desejo de Jeanne d'Arc de não ter uma versão alterada de si mesma. É uma técnica de quebra de regras que só foi possível graças à popularidade de Jeanne como Espírito Heroico. Insatisfeita por ser uma falsificação, Jeanne Alter procurou superar seu eu original. Usando o Louvre como base e querendo vingança por Orleans, ela cria versões falsificadas de Alexandre, Hector, Siegfried, Arash, Arjuna, Gilles de Rais, Brynhild com o propósito de superar seus originais. Ela também deu a cada um deles histórias de fundo específicas centradas em torno dela por um desejo inerente de ser o protagonista. Continuando com seu plano que começou desde a Singularidade de Orleans, ela além disso melhorou seus valores de Saint Graph por meio do Counterfeits ’Riot, tornando-se publicamente uma Serva. Com relação à convocação dos Espíritos Heróicos Falsificados, em algum momento durante o período do Motim das Falsificações, parece que Jeanne Alter queria esquecer todas as suas existências exceto a dela.
Eventualmente, Jeanne Alter localizou Ritsuka, Mash, Leonardo da Vinci e EMIYA, que procurava impedir sua falsificação. Eles a encontram sendo desconfortavelmente abraçada pela falsificada Brynhild. Ela os elogia por localizá-la, presumindo que eles seguiram os rastros deixados pelas falsificações. Ela chuta Brynhild para longe, apenas para ela rastejar de volta. Ela explica que o comportamento de Brynhild inadvertidamente resultou de seu desejo de que um de seus sete seguidores fosse mulher. Pedindo ao grupo para ignorar Brynhild, ela revela as circunstâncias de seu retorno. Ela aceita que é uma falsificação da Jeanne original, mas ainda quer superá-la, pois Da Vinci especulou com razão. Ela continua que, embora seja uma falsificação, não há regras dizendo que ela não pode fazer nome para si mesma no mundo. Ela continua ainda que as pessoas imaginam que a morte de Jeanne justificaria sua vingança, declarando-se um aspecto de Jeanne. Portanto, como ela nasceu do ódio e da intenção assassina, Jeanne Alter é uma Anti-Herói e uma Serva da classe Vingador. Ela então ordena que Brynhild ataque o grupo. Ela nega a dedução da EMIYA de que a maioria de seus Servos falsificados eram homens pelo desejo inconsciente de ser o protagonista, apontando Brynhild. Mash suspeita que ela queria uma amiga, mas Jeanne Alter nega. Ela afirma que os Servos falsificados eram meramente peões dispensáveis, então luta contra o grupo com Brynhild. Depois que Brynhild é derrotada, Jeanne Alter se culpa por ser incapaz de convocar Brynhild da forma adequada. Ela presume que Brynhild vai culpá-la antes que ela morra, como ela presume que os outros morreram. No entanto, Brynhild diz que ela e as outras falsificações desfrutaram de seu tempo com ela antes de desaparecer. Jeanne Alter afirma que as falsificações foram um peão criado para sua diversão, mas Da Vinci a repreende por não perceber seus verdadeiros sentimentos. Ela explica que as falsificações já ultrapassavam os originais e estavam sinceramente se divertindo, apesar de serem falsas. Ela continua que eles tiveram cuidado e preocupação genuínos por Jeanne Alter. Isso confunde Jeanne Alter, pois ela não consegue entender por que alguém se importaria com uma garota vingativa como ela. Da Vinci diz a ela para abraçar seu desejo de vingança e seu papel como Anti-Herói para se tornar uma Serva completa. Jeanne Alter hesita com a ideia de ser convocada quando Ritsuka diz que eles a aceitariam. Depois de um longo período de reflexão, ela aceita seu complexo de inferioridade para com Jeanne e seu desejo de ser desejada. Ela aceita que seu ódio nunca cessará e ela sempre será uma Vingadora, não importa quantas vidas ela salve. No entanto, apesar de tudo isso, ela diz que responderá à convocação de Ritsuka. No entanto, ela começa a lutar contra o grupo por vingança por eles terem derrotado suas falsificações. Depois de ser derrotada, ela diz que se divertiu. Ela revela que seu eu futuro formará um vínculo com Ritsuka enquanto seu eu atual desaparecerá. Ela assume que seu eu futuro não terá memórias de ser um Espírito Heróico falsificado, então o atual queria criar pelo menos uma memória. Ela diz a Ritsuka para assumir a responsabilidade por seu futuro eu e se despede deles antes de desaparecer.
Salomon: The Grand Time Temple
Jeanne Alter está entre os Servos do "evento especial" ajudando a Caldéia contra os Pilares do Deus Demônio.
Shinjuku: The Malignant Quarantined Demonic Realm
Jeanne Alter estabelece seu próprio território em Shinjuku após sua convocação após formar uma trégua com Artoria Alter para se deixarem em paz. Em algum ponto, ela foi gravemente ferida por Baal disfarçada de James Moriarty, forçando-a a se retirar para o esgoto. Mais tarde, ela tenta incinerar o verdadeiro Moriarty quando ele se intromete em seu território. Ela é mais tarde atacada por EMIYA Alter sob as ordens de Baal, irritada por ele ter transformado uma espada em uma arma moderna. Ela então liberta La Grondement Du Haine em uma tentativa de destruí-lo, mas para sua irritação, ele usou um escudo para bloqueá-lo e escapar. Tendo se esforçado demais com aquele ataque, ela desmaia e espera para desaparecer. Ela se pergunta se alguém vai roubá-la e jogá-la no rio ou contaminá-la enquanto ela desaparece. No entanto, ela é salva pela chegada de Ritsuka, Moriarty e Artoria Alter. Depois de se insultar, Jeanne Alter pergunta por que ela veio, uma vez que eles tinham trégua para se deixarem em paz. Artoria Alter responde que não é mais o caso e se gaba de ter um Mestre, segundo a crença de Jeanne Alter. Ela assume que seu Mestre é totalmente incompetente até que Ritsuka se apresente como dito Mestre. Ela pede a Ritsuka para deixá-la se juntar a eles, alegando que ela é uma Serva melhor do que Artoria Alter ou Moriarty. Ela falha em detalhes de como ela é melhor do que eles quando os inimigos chegam em cena, tendo sido atraída pelo cheiro de seu Nobre Fantasma. Após a batalha, ela pergunta a Mash por que ela não os está ajudando como um Shielder. Mash responde que ela está atualmente em licença de serviçal devido a certas circunstâncias, o que decepciona Jeanne Alter, já que Mash é seu último bastião de defesa. Ela se lembra de Mash se recusando a soltar seu escudo enquanto segurava as lágrimas de medo. Por causa disso, ela assume que Mash é um ser humano melhor do que ela, já que ela realmente sente medo. Artoria Alter a acusa de tentar roubar Mash, explicando que ela é um de seus cavaleiros já que Galahad a está possuindo. Jeanne Alter conta que ela pode fazer o que quiser, já que Mash não é Galahad. Ela então tenta incinerar Moriarty, assumindo que foi ele quem a feriu tão gravemente. Ela pára quando Ritsuka diz que pode confiar em Moriarty, pois foi outro ele quem a atacou. Mas, como os outros, ela não pode confiar nele. Mesmo assim, ela permite que ele os acompanhe quando Da Vinci diz que Moriarty arriscou a vida para proteger Ritsuka. Ela se irrita por Artoria Alter não permitir que ela os acompanhe, dizendo que ela tem os mesmos direitos que Moriarty. Ela então nota as roupas de Artoria Alter e pergunta por que ela as escolheu. Artoria Alter responde que um bom criado sempre se veste de acordo com sua localização. Em resposta, Jeanne Alter revistou as ruínas de uma boutique próxima sob o pretexto de que era suspeita. Ela retorna e cerca os outros e Hessian Lobo com as chamas de seu Nobre Phantasm no sinal de Moriarty para impedir a fuga de Hessian Lobo. No entanto, o grupo não consegue matá-lo e ele escapa. Jeanne Alter e Artoria Alter percebem que Moriarty pretende ter como alvo o Fantasma da Ópera e Christine Daaé em seguida. Eles então se preparam para lutar entre si até que Moriarty convença a atrasar até que Phantom e Christine estejam mortos.
Após o retorno do grupo ao esconderijo de Artoria Alter, Jeanne Alter expressa sua repulsa por ele e por Cavall II. Ela espera que Ritsuka dê sua opinião sobre sua nova roupa, embora esteja desapontada com a resposta. Depois de um telefonema de Edmond Dantès, o grupo descobre que o outro Moriarty é o líder de seu inimigo, a Aliança Fantasma do Demônio. Isso exacerba ainda mais a desconfiança de Jeanne Alter e Artoria Alter em relação a seu próprio Moriarty. Em resposta, Moriarty diz que eles devem derrotar Phantom para que ele possa ganhar sua confiança. Ele avisa que eles seriam mortos se atacassem Phantom diretamente, com o que Jeanne Alter e Artoria Alter concordam. Ele explica que eles seriam severamente superados em número pelos 200 Coloraturas estacionados em Kabukicho se eles atacassem diretamente. Ele, Jeanne Alter e Artoria Alter lembram de ter destruído algumas Coloraturas antes, mas Moriarty revela que eles reabastecem seus números com 36 horas. Moriarty explica que as coloraturas atribuem a patrulha de Kabukicho que também sequestram pessoas regularmente. Jeanne Alter adora que Artoria Alter reconheça que Excalibur Morgan está sendo inútil em destruir Kabukicho quando Moriarty revela que a energia mágica de Shinjuku comparável à Idade dos Deuses a reduziria significativamente. Os dois quase entrando em uma briga quando Artoria Alter zombeteiramente implica que Jeanne Alter não se sairia muito melhor. Moriarty então pede que tragam para ele uma Coloratura, que ele usará para observar Kabukicho. Depois de deixar o esconderijo, Jeanne Alter afirma que se Moriarty os traísse, seria em um momento crucial. O grupo então percebe que Coloratura está sequestrando pessoas, então eles entram para capturar uma. Após capturar uma Coloratura e ajudar a fuga do povo, o grupo retorna ao esconderijo. Lá é revelado que as Coloraturas são construídas a partir de humanos, com sua carne e nervos sendo colocados nas bonecas. Depois de afirmar que os humanos uma vez transformados em Coloraturas não podem ser salvos, Moriarty revela que equipou a Coloratura com uma bomba. O dito Coloratura será devolvido com os outros quando eles retornarem a Kabukicho em seus intervalos regulares, e então sua bomba será acionada. A explosão causará confusão entre as Coloraturas, que o grupo usará como uma oportunidade para matar Phantom e Christine. Jeanne Alter concorda com o plano, pois o Colortura não é mais verdadeiramente humano. Ela até os acha piores do que o espírito maligno e coisas do gênero, já que pelo menos esses têm vestígios de suas personalidades originais, ao contrário dos Coloraturas. Depois que Moriarty termina de manipular a Coloratura, e dá o detonador para Ritsuka, o grupo segue para Kabukicho.
Colocando o Coloratura armado com os outros, Moriarty ordena que Artoria Alter e Jeanne Alter tomem suas posições. Dez minutos depois, a bomba é detonada por Moriarty em vez de Ritsuka após ver sua determinação em fazê-lo. A explosão resultante espalha as Coloraturas, então Artoria Alter e Jeanne Alter se movem para destruí-los. Eles são mais tarde chamados por Mash para ajudar Ritsuka e Moriarty contra EMIYA Alter, mas eles estão ocupados lidando com as Coloraturas ainda ativas. Eles chegam justamente quando EMIYA Alter recua graças à intervenção de Hassan do Braço Amaldiçoado, desapontado por seus ataques mal errados. Jeanne Alter pergunta quem é o Braço Amaldiçoado e se pergunta se ele é um inimigo, mas Mash diz que ele é um aliado. Juntamente com Cursed Arm, o grupo foge de Kabukicho e retorna para o esconderijo.
De volta ao esconderijo, o grupo relaxa após sua missão bem-sucedida. Porém, logo revelou que Hassan é um membro disfarçado da Aliança do Demônio Fantasma, Yan Qing. Ele toma Ritsuka como refém, mas Artoria Alter e Jeanne Alter chegam para detê-lo. Ele se esquiva de seus ataques e foge enquanto Artoria Alter o persegue em sua motocicleta, com Jeanne Alter a seguindo. Infelizmente, eles não são capazes de resgatar devido ao atraso dos soldados Hornet e do Rei Lear convocado por Yan Qing. Jeanne Alter e Artoria Alter mais tarde Moriarty por permitir que Ritsuka fosse sequestrada.
Felizmente, Ritsuka é resgatado da base da Phantom Demon Alliance, Barrel Tower, por Sherlock Holmes. Jeanne Alter e Artoria Alter expressam imediatamente sua preocupação e alívio ao retornarem. Voltando ao esconderijo, Jeanne Alter chama Sherlock de peso morto quando ele se apresenta como um Conjurador impróprio para combate. No entanto, ela o agradece por salvar Ritsuka. Ela diz a ele para ir embora, mas ele diz que não pode. Ela acaba brigando com Artoria Alter novamente quando o primeiro avisa Ritsuka contra ser muito gentil com Moriarty. Depois de saber do Nome Verdadeiro de Moriarty, sua desconfiança dele aumenta ainda mais; Jeanne Alter o compara às raposas que aparecem nos contos de moralidade. Sherlock então explica como o objetivo da Aliança de destruir o planeta é possível sem utilizar forças externas, fazendo o que Thomas Edison e o Rei Leão tentaram fazer. Sem entender o que os outros querem dizer, Jeanne Alter exige saber o que Edison e o Rei Leão tentam fazer. Mash primeiro explica que o Rei Leão tentou usar Rhongomyniad para preservar uma parte da humanidade e destruir o resto enquanto a Incineração da Humanidade estava ocorrendo. Jeanne Alter chama o Rei Leão de idiota pela trama, dizendo que ela deveria ter se permitido morrer com todos os outros. Ela então expressa seu ódio por reis que tentam resolver as coisas por si próprios e reis que simplesmente desistem. Mash então explica que Edison procurou preservar a América separando-a da linha do tempo. Da Vinci percebe e revela que Shinjuku está em uma linha do tempo abatida. Apesar de ser informado de que não terá efeitos adversos na história, Ritsuka decide salvar Shinjuku de qualquer maneira. Sherlock então revela o método pelo qual o maligno Moriarty usará para destruir o planeta. O malvado Moriarty planeja usar os poderes do Fantasma com o qual se fundiu, Der Freischutz, para carregar um meteorito na Torre do Barril e, em seguida, dispará-lo no núcleo do planeta como uma bala mágica para destruir o planeta. Jeanne Alter está aborrecida porque Moriarty acabou de perceber que ele foi fundido com Der Freischutz o fez um Arqueiro e o deixou disparar balas e mísseis de um caixão que ele nunca carregou em vida. Ironicamente, ela acha que o plano da Aliança para destruir o planeta é ainda pior do que quando ela tentou destruir a França. Ela e Artoria Alter concordam com a decisão de Sherlock de eliminar Yan Qing, achando sua habilidade de transformação problemática. O grupo então sai para roubar roupas para o propósito do plano de Sherlock e Moriarty. Depois de derrotar alguns bandidos e suas Coloraturas hackeadas, Ritsuka, Artoria Alter e Jeanne Alter trocam de roupa.
Agora usando vestidos, Ritsuka, Artoria Alter e Jeanne Alter entram em uma festa organizada por Yan Qing. Jeanne Alter, insultada, compara Artoria Alter a uma boneca de cera em seu vestido, enquanto Artoria Alter a compara a uma bruxa de verdade em seu vestido. No entanto, os dois compartilham a alegria de ver Ritsuka claramente desconfortável com seu disfarce. Jeanne Alter os segura enquanto Artoria Alter tira fotos deles com o telefone com câmera que ela tirou de um transeunte e os carrega para o servidor de Chaldea. Ela então se pergunta quando Yan Qing vai aparecer, expressando seu ódio por seu vestido. Depois de ver Artoria Alter dançar com Ritsuka, ela afirma não se importar com a dança e fica irritada que Artoria Alter tenha passado por instinto. Um convidado da festa tenta convidá-la para dançar, mas sua carranca o afasta. Agora que perdeu a paciência, ela agora quer queimar todo o prédio. Yan Qing então aparece diante dos convidados disfarçados de Artoria Alter. Ele eventualmente toma conhecimento dela e ordena que os Hornets ataquem. Juntamente com Moriarty, o grupo derrotou o Hornets seguido por Romeu e Julieta. Mais Hornets então aparecem, com Yan Qing sendo disfarçado como um deles. Ritsuka tira o vestido deles para chocá-lo a se revelar como parte do plano de Moriarty. Yan Qing revela seu verdadeiro nome e luta contra o grupo. Sentindo que vai perder, Yan Qing ativa uma bomba sob o prédio para derrubá-lo, fazendo com que o grupo escape. Depois de matar Yan Qing, Moriarty pondera se o orgulho é necessário para viver. Jeanne Alter responde que o orgulho não tem valor para ela como uma farsa. Ela fica confusa quando Artoria Alter a chama de panda gigante por não se orgulhar. O grupo então se prepara para partir quando são encontrados por Hessian Lobo.
Confrontado por Hessian Lob, o grupo vê que ele foi fundido com outro Fantasma, o Homem Invisível, como indica sua invisibilidade. Sua classe então muda de Cavaleiro para Vingador, e instantaneamente atinge Ritsuka já que eles são os únicos humanos por perto. Incapaz de derrotá-lo, o grupo decide quem ficará para trás para segurar Hessian Lobo enquanto o resto foge. Jeanne Alter assume a tarefa para que os outros possam escapar. Ela diz a eles para usarem esse tempo para encontrar uma maneira de derrotar Hessian Lobo permanentemente. Ela rejeita a sugestão de Artoria Alter de escolher alguém de forma justa. Ela chama Ritsuka de patético por não querer sacrificar seus aliados. Ela nega a suposição de Sherlock de que seu desejo de afastar Hessian Lobo é motivado por sua simpatia por ele como um companheiro Vingador. Ela explica que simplesmente odeia vê-lo correndo como um monstro estúpido, acreditando que deveria pelo menos ter um objetivo. Ela decide que vai dar um objetivo, então ela dá um fim real. Antes que os outros saiam, Sherlock diz a ela para cuidar de seus pés, e Artoria Alter confia nela para segurar Hessian Lobo. Enquanto luta contra Hessian Lobo, Jeanne Alter proclama que sabe como ele pensa, já que eles são iguais. Ela diz que o ódio deles nunca desaparecerá, independentemente de quantas pessoas eles matem até o dia da morte. Ela declara que vai tirar Hessian Lobo de sua miséria, dizendo que os sonhos fugazes que eles veem antes da morte são o único consolo para os Vingadores. Eventualmente, porém, Hessian Lobo a fere fatalmente. Ela está irritada, mas não está gostando de sua vingança, mas percebe que não pode mais. Depois de sofrer outro ferimento, ela solta La Grondement Du Haine em um esforço para segurá-lo. Ela explica que as chamas vêm de seu próprio corpo, duvidoso que possa afastá-las. Ela entende que as chamas não vão matá-lo, mas tem certeza de que vão desacelerá-lo por um tempo. Infelizmente, ela finalmente cai depois que Hessian Lobo se feriu novamente. Ela contempla sua natureza como uma farsa, incapaz de compreender verdadeiramente a dor de ser queimada viva. Ela chama Jeanne de idiota por querer vingança depois de ser queimada na fogueira, acreditando que ela era louca por não ter feito isso. Ela continua que o mundo está irremediavelmente escuro, alegando que o máximo que uma pessoa dita boa pode fazer é fechar os olhos. Ela se lembra de como costumava pensar que nunca ajudaria humanos de boa índole como Jeanne, achando-os patéticos e indefesos. Depois de chamar Jeanne de símbolo da humanidade, ela chama Ritsuka de idiota sem consideração por não tê-la convidado para dançar. Ela então se lembra do conselho de Sherlock antes de cair na inconsciência.
Jeanne Alter é capaz de sobreviver escapando em um buraco de homem no último momento, como Sherlock aconselhou. Ela se encontra com Edmond, e eles resgatam William Shakespeare de seu confinamento na Torre do Barril. Ambos tentam atacar Moriarty, que foi revelado como o verdadeiro cérebro para destruir o planeta, mas ele consegue se esquivar de ambos. Jeanne Alter explica como ela sobreviveu e mostra que trouxe Shakespeare para ajudar. Depois que Shakespeare e Hans Christian Andersen convocam os Grandes Detetives para ajudar Ritsuka, o grupo luta contra Moriarty após ele se fortalecer com o Graal. Depois que Moriarty e os outros desaparecem e o asteróide Bennu é destruído, Jeanne Alter diz a Ritsuka para chorar pelos Servos, já que eles estão destinados a desaparecer. Ela grita com EMIYA Alter para não se intrometer na conversa quando ele concorda. Ela então pergunta a ele o que aconteceu com Artoria Alter, se perguntando se ela foi esmagada por Bennu. EMIYA Alter responde que ela foi visitar algum lugar antes de desaparecer, que Ritsuka e Jeanne Alter percebem ser Cavall II. Depois que EMIYA Alter desaparece, ela de repente corta as comunicações com Chaldea. Ela então coloca seu vestido de festa e exige uma dança de Ritsuka. Depois de dançarem, Jeanne Alter se sente satisfeita e começa a desaparecer. Ela diz a Ritsuka que vai praticar mais da próxima vez, esperando que eles façam o mesmo, antes de finalmente desaparecer.
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2020.07.08 19:34 YatoToshiro ​Fate/Gensokyo #15 Waver Velvet



Fate/Zero - Fate/Grand Order - Lord El-Melloi II Sei no Jikenbo
Fate Grand Order Waver Velver (Caster) O nome verdadeiro de Caster é Zhuge Kongming, também conhecido como Zhuge Liang, era um político de destaque na era dos Três Reinos da China. Ele era amplamente conhecido como estrategista militar; foi relatado que era principalmente devido a suas habilidades que o estado mais fraco e menor de Shu foi capaz de resistir ao exército Wei muito maior por um bom tempo. Na morte, Kongming ainda venceu Zhongda.
Devido às "circunstâncias extremamente peculiares" das Grandes Ordens, Lorde El-Melloi II foi forçado a se tornar um receptáculo de seu espírito para facilitar uma convocação bem-sucedida. O próprio Senhor El-Melloi II não possui os meios ou a história para se tornar um Espírito Heróico. No processo, o Mestre Estrategista analisou quem seria o melhor responsável. Kongming julgou que não havia necessidade de se colocar em primeiro plano, já que ele já tinha um agente competente, então o papel coube a Lord El-Melloi II, que já estava familiarizado com a era moderna. ___________________________________________________________________________________________________________ Outras Curiosidades Lord El Melloi II Waver sobrevive à Quarta Guerra do Santo Graal e se torna Lord El-Melloi II.
Antes dos eventos do caso da Separação do Castelo de Adra, Lord El-Melloi II encontra Gray e a leva como sua aprendiz.
Fate/Stay Night
Embora Lord El-Melloi II não apareça em Stay Night, ele é notado por ter um grande impacto dez anos após o final da Quinta Guerra do Santo Graal. Ele chega em Fuyuki e, junto com Rin como chefe do clã Tohsaka, decide desmontar completamente o Grande Graal. Eles são contra os membros da Associação dos Magos que desejam recuperá-lo, levando a um grande tumulto da mesma magnitude que a Guerra do Graal. Seu lado finalmente é vitorioso, e o Grande Graal é completamente desmantelado, marcando a conclusão das Guerras do Santo Graal de Fuyuki.
Na adaptação de Ufotable do cenário Unlimited Blade Works, Lord El-Melloi II é visto conversando com Shirou Emiya no epílogo. Lord El-Melloi II questiona por que Shirou foi à Torre do Relógio para estudar magecraft. Shirou respondeu que aprendeu muitas coisas enquanto freqüentava a Torre do Relógio e quer dedicar sua vida a se tornar um Herói da Justiça. El-Melloi II rejeita essa noção como idiota, mas não sem mérito, passando a observar que o sonho de Shirou é muito grande para a Torre do Relógio conter
Fate/Apocrypha O mundo de Apocrypha não teve uma Quarta Guerra do Santo Graal em Fuyuki, então Waver havia participado de uma guerra de subespécies do Santo Graal em todo o mundo, com Rider como seu servo, contra Kayneth. Ele ganhou o título de Lord El-Melloi II da mesma maneira.
Lord El-Melloi II, juntamente com Rocco Belfaban e Bram Nuada-Re Sophia-Ri discutiram sobre a recente operação fracassada contra a Yggdmillennia em Trifas. Com os Yggdmillennia anunciando que eles possuíam o Grande Graal, a Associação dos Magos respondeu e enviou cinquenta magos especializados 'caçadores'. No entanto, tudo foi arruinado por Lancer of Black, que aniquilou quarenta e nove magos. Com o último mago, ajustou o Grande Graal para convocar Servos adicionais. Quando Rocco pediu a opinião de Lord El-Melloi II, ele sugeriu alterar a abordagem deles para um contra-ataque. Lord El-Melloi II acredita que a vitória pode ser bem-sucedida se eles reunirem sete Mestres. El-Melloi II sugeriu a contratação de profissionais de fora e a Torre do Relógio deve fornecer pelo menos um ou dois magos, pois a Guerra do Santo Graal está em uma escala totalmente diferente. Os três homens são as pessoas que supervisionam a seleção de Mestres para a Grande Guerra do Santo Graal. Ele é encarregado de recrutar talentos freelancers em potencial na Belfaban.
Lord El-Melloi II, Rocco e Bram discutem sobre a situação da Grande Guerra do Santo Graal. Eles não ouviram falar da facção Vermelha, acreditavam que Shirou Kotomine, da igreja sagrada, matou cinco mestres da Associação e ele roubou o Grande Graal. Eles tomaram uma decisão, a Associação de Magos permanecerá como espectadora e observará o resultado. Lord El-Melloi II retorna ao seu escritório e ele retira o catalisador de Iskandar, relembrando seu vínculo com Iskandar. Enquanto isso, Reines El-Melloi Archisorte já estava na sala sentado na cadeira e tomando uma xícara de chá casualmente. Flat Escardos estava escutando toda a conversa deixando El-Melloi II pálido. Ele pune Flat, dando-lhe mais lição de casa.
Após a Grande Guerra do Santo Graal, Caules Forvedge Yggdmillennia freqüenta as aulas na Torre do Relógio. No entanto, um dia, Caules mudou de classe com uma única frase de Lord El-Melloi II, que lhe disse: "Por que você está estudando esse tipo de magia que não combina com você? Seu talento é muito mais adequado a isso, você sabe? ", e antes que ele percebesse, ele estava cercado por colegas de classe que eram perigosos em termos de talento e personalidade.
Fate/Accel Zero Order Lord El-Melloi II foi ferido por Lancelot e Zouken Matou. Waver, Ritsuka e Irisviel se retiraram para as cavernas menores e verificaram a condição de Lord El-Melloi II. Lorde El-Melloi II ficou gravemente ferido e passou o poder do Zhuge Kongming para Waver. Zhuge Kongming considerou Waver digno e Waver se torna um pseudo-servo
Fate/Stranger Fake Lord El-Melloi II decide jogar o videogame Night Wars do Império Britânico, acreditando erroneamente que foi um jogo sobre cavaleiros. Ele ainda joga e anota seus pensamentos sobre o jogo, como de costume. Isso o leva a uma chance de ganhar uma réplica da faca Jack the Ripper com uma bainha, mas o brinquedo trivial é rapidamente perdido de sua mente. Mais tarde, ele ganha o prêmio e, como muitas das outras mercadorias que ganha inadvertidamente, ele é enviado à Torre do Relógio com vários outros pacotes.
Mais tarde, ele é o primeiro a notar a estranheza que ocorre nos Estados Unidos devido a irregularidades nas linhas ley e através de informações vazadas por Faldeus. Ele o conecta ao acontecimento de outra Guerra do Santo Graal, resultando em Rohngall e Faldeus sendo enviados para investigar. Depois que um de seus alunos mais problemáticos, Flat Escardos, escuta o resultado da investigação, Flat pede que ele o ajude a participar. El-Melloi agarra furiosamente o rosto do aluno com raiva, mas ele fica rapidamente chocado em silêncio pelo método que costumava escutar. Embora Flat seja um prodígio, ele não possui inteligência para utilizar adequadamente seus talentos e, embora as habilidades de ensino de El-Melloi lhe permitissem avançar mais do que qualquer outro, ele ainda não conseguiu se formar. Isso deixou El-Melloi com sentimentos confusos em não deixá-lo partir, embora ele normalmente odeie deixar estudantes despreparados para o mundo.
Ele tenta fazer com que Flat entenda a verdadeira natureza da guerra, ultrapassando sua raiva e alcançando uma forma de iluminação ascética. Ele tenta argumentar que Flat não é adequado para a batalha, mas suas palavras não fazem nada para assustá-lo. Ele é incapaz de usar a lógica com Flat e eventualmente o nega, embora a idéia de Flat de fazer amizade com os outros Servos o lembre de Rider. Ele começa a pensar em emprestar o fragmento da capa de Rider, caso Flat retorne novamente, mas o erro de Flat com a faca de brinquedo Jack, o Estripador, sem se lembrar dela ou verificando sua importância, faz com que ele pense que Flat desistiu de participar. Isso faz com que ele escolha dar a ele e reforçar seu mal-entendido. Ele retorna ao seu quarto, relembra a capa de Rider e acredita que a situação com Flat será resolvida.
De volta a Londres, Rohngall e seu aluno não identificado decidiram se encontrar com Lord El-Melloi II e pedir sua opinião sobre a Guerra do Falso Santo Graal. Lord El-Melloi II continua sua aula. Quando Lord El-Melloi II descobre com Rohngall que um aluno dele, que Lord El-Melloi II inicialmente acreditava ser Flat Escardos, estava participando da Guerra do Falso Santo Graal, Lord El-Melloi II entrou em colapso na plataforma de palestras. Gray o leva para a enfermaria.
Em sua segunda reunião com Rohngall, Lord El-Melloi II percebeu que havia chegado à conclusão errada quando Rohngall mencionou que um de seus alunos foi para a América, que o senhor inicialmente acreditava que Rohngall estava se referindo a Flat, mas depois descobriu-se que Rohngall estava se referindo a Ayaka Sajyou. Isso mais tarde fez com que um intrigado lorde El-Melloi II chamasse o verdadeiro Ayaka, que ele descobriu que estava na Romênia. Depois de confirmar a localização real de seu aluno, Lord El-Melloi II começa a refletir sobre a aparência que existe nos Estados Unidos.
Fate/kaleid liner PRISMA ☆ ILLYA Lord El-Melloi II é o tutor de Rin e Luvia em Fate / kaleid liner PRISMA ☆ ILLYA, ele estava relatando a situação a Kischur Zelretch Schweinorg. Ele ficou com raiva quando descobriu que o dano estimado era de 2 milhões de libras. Ele é notado como perturbado ao lidar com suas violentas discussões até que Kischur interveio. Ele e Kischur ordenam que Rin e Luvia recuperem os cartões de classe da cidade de Fuyuki.
Quando Rin e Luvia coletaram com sucesso todos os cartões de aula, Rin entrou em contato com El-Melloi II e Kischur em Londres. Eles elogiam seus esforços em coletar as cartas e a estabilidade das linhas ley de Fuyuki. No entanto, eles ordenaram que Rin e Luvia ficassem em Fuyuki por um ano e aprendessem o bom senso, pois o Japão valoriza a cooperação e a harmonia. Eles declararam que as duas meninas precisam alterar suas personalidades para serem estudantes de Zelretch.
Bonus:
The Outsiders’ Performance Waver Velvet, Rider {Zero} Taiga Fujimura {Stay Night}
Na história paralela do CD especial de drama, Taiga Fujimura, quando adulta, conta a Saber como ela foi inspirada a se tornar professora de inglês quando encontrou Waver e Rider na quarta Guerra do Graal. Ela estava procurando pelo ladrão que invadiu a loja de sua amiga Otoko Hotaruzuka e roubou seu melhor barril de vinho. Ela encontra Waver e Rider durante a noite depois de cair do telhado. Rider se torna um tradutor para Taiga e Waver, como Waver não aprendeu japonês antes de vir para o Japão, e Taiga explicou a Waver e Rider que ela perseguia o ladrão até ele voar.
Taiga imediatamente pulou na água fria para salvar o cachorro, acreditando que Waver e Rider também ajudariam. Como Waver e Rider ajudaram Taiga a sair da água, Waver questionou por que Taiga é tão persistente em ajudar as pessoas. Taiga respondeu que acredita na bondade dos outros. Waver acha isso engraçado, embora Rider diga algo completamente diferente que deixou Waver em desordem: Rider afirma que queria que Waver tivesse uma experiência romântica. Taiga perseguiu um ladrão de roupas íntimas, arrastando Rider e Waver para ajudá-la. Depois que entregaram o ladrão de roupas íntimas à polícia, eles ajudaram a reunir o filhote ao dono.
Waver perguntou a Taiga se ela ajudou os outros, ela não tem nenhum problema. Taiga afirma que está preocupada com seu amor, escola e futuro. Waver e Rider sugeriram que ela é adequada para ensinar e orientar aqueles que buscam conhecimento. Waver sugeriu que eles se separassem e voltassem para casa, mas Taiga quer ir atrás do ladrão de barris de vinho. Waver e Rider explicaram que procurar o criminoso à noite na cidade de Fuyuki está ficando mais perigoso. Taiga tentou se apresentar aos dois, mas Waver hipnotiza Taiga para voltar para casa por sua própria segurança. Rider pensou em roubar mais barris de vinho do mercado para Taiga, mas Waver o impediu de criar mais problemas, Waver tinha um plano que poderia ajudá-la. Taiga diz que uma pessoa anônima enviou uma dúzia de barris de vinho tinto de alta classe de Londres para fora da casa de sua amiga.
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2020.04.12 04:33 altovaliriano A Grande Conspiração Nortenha - Parte 7

Texto original: https://zincpiccalilli.tumblr.com/post/53134866390
Autores: Vários usuários do Forum of Ice and Fire, mas compilado por Yaede.
Índices de partes traduzidas: Parte 1, Parte 2, Parte 3, Parte 4, Parte 5, Parte 6, Parte 7

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Sinais e Portentos

Uma das habilidades mais impressionantes doeGRRM como escritor, em minha opnião, é sua capacidade de ocultar prenúncios [foreshadows] em cenas aparentemente irrelevantes a serem revisitadas pelo leitor, que maravilhará com elas. Por exemplo:
Quando Podrick quis saber o nome da estalagem onde esperavam passar a noite, Septão Meribald apegou-se avidamente à pergunta [...].
– Alguns a chamam Velha Estalagem. Ali existe uma estalagem há muitas centenas de anos, embora esta só tenha sido construída durante o reinado do primeiro Jaehaerys […].
Mais tarde, passou para um cavaleiro aleijado chamado Jon Comprido Heddle, que se dedicou a trabalhar o ferro quando ficou idoso demais para combater. Ele forjou um novo sinal para o pátio, um dragão de três cabeças em ferro negro que pendurou em um poste de madeira. [...]
– O sinal do dragão ainda está lá? – Podrick qui saber também.
– Não – Septão Meribald respondeu. – Quando o filho do ferreiro era já um velho, um filho bastardo do quarto Aegon ergueu-se em rebelião contra seu irmão legítimo e escolheu como símbolo um dragão negro. Estas terras pertenciam então a Lorde Darry, e sua senhoria era ferozmente leal ao rei. Ver o dragão de ferro negro o deixou furioso, e por isso derrubou o poste, fez o sinal em pedaços e os atirou ao rio. Uma das cabeças do dragão foi dar à costa na Ilha Quieta muitos anos mais tarde, embora nessa época estivesse vermelha de ferrugem. O estalajadeiro não voltou a pendurar outro sinal, e os homens esqueceram-se do dragão.
(AFFC, Brienne VII)
Aqui está a essência da teoria de que Aegriff é um pretendente de Blackfyre explicada por meio de brasões. O dragão negro retornando a Westeros via mar disfarçado de vermelho. Existem inúmeros pequenas recompensa nos livros para os fãs desenterrarem e, geralmente, quanto mais importante é a história, mais difusas são as dicas. R + L = J é provavelmente o atual campeão disso, com alusões a ela freqüentemente despontando em diálogos casuais sobre Jon ou envolvendo-o. Como por exemplo, esta conversa de quando ele soltar Val na Floresta Assombrada para encontrar Tormund:
[Jon:] Você voltará. Pelo menino, se não por outra razão. [...]
[Val:] Assegure-se de que esteja protegido e aquecido. Pelo bem da mãe dele, e pelo meu. E o mantenha longe da mulher vermelha. Ela sabe quem ele é. Ela vê coisas nas chamas.
Arya, ele pensou, esperando que fosse assim.
– Cinzas e brasas.
– Reis e dragões.
Dragões novamente. Por um momento, Jon quase os viu também, serpenteando na noite, suas sombras escuras delineadas contra um mar de chamas.
(ADWD, Jon VIII)
Muito irônico que, mais cedo, em seu próprio capítulo, Melisandre olhe para as chamas e veja Jon, como ela faz há algum tempo. Jon, que é é rei e dragão (se R+L=J for verdade).
Portanto, a questão agora é se o GRRM deixou pistas que levem à Grande Conspiração Nortenha.
Mais homens de neve haviam sido erguidos no pátio quando Theon Greyjoy voltou. Para comandar as sentinelas de neve nas muralhas, os escudeiros haviam erigido uma dúzia de senhores de neve. Um claramente pretendia ser Lorde Manderly; era o homem de neve mais gordo que Theon já vira. O senhor de um braço só podia ser Harwood Stout, a boneca de neve, Barbrey Dustin. E um que estava mais perto da porta com a barba feita de pingentes de gelo devia ser o velho Terror-das-Rameiras Umber.
(ADWD, O vira-casaca)
Que escolha interessante de bonecos de neve para citar e assim chamar à atenção. No mesmo capítulo, especula-se que Manderly, Terror-das-Rameiras, Stout e a Senhora Dustin formam uma espécie de corrente humana para transmitir informações sobre os Starks (a sobrevivência de Bran e Rickon, com certeza) com o fim derradeiro de trazer a Senhora Dustin e os Ryswells para a secreta liga anti-Bolton.
Ainda mais intrigante é o fato de que isso também pode ser lido como um jogo de palavras que sugerem o apoio norte de Jon. Assim como Wylla Manderly proclama sua lealdade aos Starks durante a audiência de seu avô com Davos, dizendo que os Manderlys juravam ser sempre “homens Stark”, se Lord Wyman e seus co-conspiradores decidissem apoiar o decreto de Robb de nomear Jon seu herdeiro, eles seriam "homens de neve" [Snow men].
Outro conjunto de pistas em potencial está na escolha de músicas de Manderly durante a festa do casamento (ADWD, O príncipe de Winterfell). Por que Manderly quer que Abel contemple os Freys com uma música sobre o Rato Cozinheiro já foi discutido, mas qual das outras duas músicas ele pede pelo nome? Os tristes contos de Danny Flint e "A Noite que Terminou".
Fortenoite surgia em algumas das histórias mais assustadoras da Velha Ama. Tinha sido ali que o Rei da Noite reinou, antes de seu nome ter sido varrido da memória dos homens. Foi ali que o Cozinheiro Ratazana serviu ao rei ândalo seu empadão de príncipe e bacon, que as setenta e nove sentinelas mantiveram-se de vigia, que o bravo jovem Danny Flint foi violado e assassinado.
(ASOS, Bran IV)
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[Jon:] Mance alguma vez cantou Bravo Danny Flint?
[Tormund:] Não que eu me lembre. Quem era ele?
– Uma garota que se vestiu de menino para tomar o negro. Sua canção é triste e bonita. O que aconteceu com ela não foi. – Em algumas versões da canção, seu fantasma ainda caminhava pelo Fortenoite.
(ADWD, Jon XII)
Já foi teorizado que o elemento chave da história de Danny Flint que Manderly tem em mente é a farsa por meio de uma identidade falsa. Jeyne Poole é outra garota que finge ser alguém que não é e, embora o faça sob coação, seu destino é tão terrível quanto o de Danny Flint.
Manderly pode ter desvendado a falsa Arya? Como? Na verdade, duas falsas Aryas são analisadas e julgadas não convincentes - primeiro Jeyne por Theon (ADWD, Fedor II), depois Alys Karstark por Jon (ADWD, Jon IX). Theon percebe imediatamente que os olhos de Jeyne são castanhos, não cinza. Jon também verifica o cabelo e a cor dos olhos de Alys, que combinam com os de Arya, mas percebe que ela é velha demais para ser sua irmã mais nova. O mesmo vale para Jeyne, que era a melhor amiga de Sansa e, portanto, provavelmente da mesma idade dela, alguns anos mais velha que Arya. A questão é que o estratagema dos Bolton não é perfeito, e uma pessoa familiarizada com Arya pode identificar as discrepâncias. Existe alguém assim em Winterfell além de Theon?
Os Cerwyns são bons candidatos, em minha opinião. Eles moram a apenas meio dia de viagem de Winterfell (ACOK, Bran II) e pode-se esperar que tenham visitado os Starks com frequência suficiente para observar Arya de perto. O próprio Mance Rayder é outro, tendo supostamente aparecido em Winterfell durante o festim real em A Guerra dos Tronos com o propósito declarado de espiar. Harwin, se ele é realmente o misterioso homem encapuzado que Theon encontra. Outros senhores do Norte talvez também suspeitem, pois se interessariam em Arya pelas perspectivas de seu casamento.
Por fim, “A Noite que Terminou” é aparentemente uma música que comemora a última Longa Noite e a vitória da humanidade sobre os Outros.
Muito mais tarde, depois de todos os doces terem sido servidos e empurrados para baixo com galões de vinho de verão, a comida foi levada e as mesas encostadas às paredes para abrir espaço para a dança. A música tornou-se mais animada, os tambores juntaram-se a ela, e Hother Umber apresentou um enorme corno de guerra encurvado com faixas de prata. Quando o cantor chegou à parte de A Noite que Terminou, em que a Patrulha da Noite avançava ao encontro dos Outros na Batalha da Madrugada, deu um sopro tão forte que fez todos os cães latirem.
(ACOK, Bran III)
Em conjunto, a playlist de Manderly no casamento diz àqueles inteligentes o suficiente para ouvir que ele não está se deixando enganar pelas mentiras dos Bolton, ele já derramou sangue Frey às escondidas e seu lado será o vencedor no final. Há outra singularidade em sua seleção de músicas, no entanto. Uma que sugere novamente uma conexão com Jon. Todos as três cançoes são sobre a Patrulha da Noite.
O Rato Cozinheiro era um irmão negro que se vingou, e Danny Flint queria ser um. " A Noite que Terminou " apresenta a Patrulha em glorioso triunfo sobre os Outros, salvando o reino no processo. Certamente, há outras músicas sobre garotas bonitas disfarçadas e mentirosas recebendo sua punição, ou sobre vitórias Stark sobre os ândalos, selvagens ou homens de ferro que Manderly poderia ter pedido. A menos que ele (ou GRRM!) esteja, de fato, inserindo outro ponto muito sutil com isso: que Jon Snow não tenha sido esquecido pelos vassalos leais de seu falecido pai e irmão.
E há uma terceira referência a Jon! Quais são os nomes das duas garotas que tão comovente e retumbantemente falam do amor do Norte pelos Starks? Wylla Manderly e Lyanna Mormont. Pode ser simples coincidência que uma compartilhe um nome com a ama de leite de Jon (que Ned afirmou ser sua mãe) e a outro tenha o nome da verdadeira mãe biológica de Jon (assumindo R + L = J como verdadeiro). Uma vez que estamos falando das Crônicas de Gelo e Fogo , no entanto, eu digo que provavelmente não é coincidência.
Um último potencial prenúncio tem a ver com Stannis e sua campanha para ganhar o Norte.
Stannis estendeu uma mão, e seus dedos fecharam-se emvolta de uma das sanguessugas.
– Diga o nome – ordenou Melisandre.
A sanguessuga retorcia-se na mão do rei, tentando se prender a umde seus dedos.
– O usurpador – disse ele. – Joffrey Baratheon. – Quando atirou a sanguessuga no fogo, ela enrolou-se entre os carvões como uma folha de outono e incendiou-se.
Stannis agarrou a segunda.
– O usurpador – declarou, dessa vez mais alto. – Balon Greyjoy. – Deu-lhe um piparote ligeiro para dentro do braseiro […]
A última sanguessuga estava na mão do rei. Estudou aquela por ummomento, enquanto se contorcia entre seus dedos.
– O usurpador – disse por fim. – Robb Stark. – E atirou-a para as chamas.
(ASOS, Davos IV)
Joffrey, Balon e Robb morrem nas mãos de homens, cujos planos estão em andamento muito antes de Stannis realizar qualquer ritual, não porque sejam amaldiçoados magicamente ou porque R'hllor quer que seja assim. Para que serve Stannis queimando as sanguessugas? Em seu capítulo em A Dança dos Dragões, vimos Melisandre apostar pesado nas aparências como uma maneira de conservar sua influência, mantendo os homens admirados por sua aura de misticismo. Uma demonstração de poder, a fim de recuperar a confiança de Stannis, não seria ruim após a derrota desastrosa no Àgua Negra e, por mais risíveis que tenham sido suas interpretações sobre Azor Ahai, Melisandre consegue prever eventos de importância política em suas chamas, às vezes com detalhes e precisão impressionantes.
[Jon:] Outros senhores se declararam por Bolton também?
A sacerdotisa vermelha deslizou para mais perto do rei.
– Vi uma cidade com muralhas de madeira, ruas de madeira, cheia de homens. Estandartes se agitavam sobre suas muralhas: um alce, um machado de batalha, três pinheiros, machados de cabos longos cruzados sob uma coroa, uma cabeça de cavalo com olhos flamejantes.
– Hornwood, Cerwy n, Tallhart, Ryswell e Dustin – informou Sor Clayton Suggs. – Traidores, todos. Cãezinhos de estimação dos Lannister.
(ADWD, Jon IV)
Melisandre vê nas chamas que Joffrey, Balon e Robb não demorarão muito no mundo dos vivos e orquestra uma pequena farsa para Stannis; portanto, quando a notícia de suas mortes chegar até ele, sua crença nela e em suas habilidades será reforçada. Como tudo isso é relevante para a Grande Conspiração Nortenha? Lorde Bolton é chamado por alguns de Senhor Sanguessuga pelas sanguessugas que frequentemente usa para tratamentos de saúde.
[Roose:] Tem medo de sanguessugas, filha?
[Arya:] São só sanguessugas. Senhor.
– Meu escudeiro poderia aprender alguma coisa com você, ao que parece. Sangramentos frequentes são o segredo de uma vida longa. Um homem tem de se purgar do sangue ruim.
(ACOK, Arya IX)
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O quarto do senhor estava cheio de gente quando [Arya] entrou. Qyburn encontrava-se presente, bem como o severo Walton com seu camisão e grevas, além de uma dúzia de Frey, todos eles irmãos, meios-irmãos e primos. Roose Bolton estava na cama, nu. Sanguessugas aderiam à parte de dentro de seus braços e pernas e espalhavam-se por seu peito pálido, longas coisas translúcidas que se tornavam de um cor-de-rosa cintilante quando se alimentavam. Bolton não prestava mais atenção nelas do que em Arya.
(ACOK, Arya X)
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– O que você quer agora? – Gendry perguntou numa voz baixa e zangada.
[Arya:] Uma espada.
– O Polegar Preto mantém todas as lâminas trancadas, já lhe disse mais de cem vezes. É para o Senhor Sanguessuga?
(ACOK, Arya X)
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Os olhos de Harwin desceramdo rosto de Arya para o homem esfolado que trazia no gibão.
– Como é que me conhece? – disse, franzindo a testa, desconfiado. – O homem esfolado... quem é você, algum criado do Lorde Sanguessuga?
(Arya II, ASOS)
Qyburn, Jaime e a Senhora Dustin também observam a associação de Roose com sanguessugas (ASOS, Jaime IV / ADWD, O Príncipe de Winterfell). Figurativamente falando, Stannis está novamente queimando sanguessugas para se exibir em sua guerra contra os Boltons, esperando convencer os nortenhos a apoiarem sua tentativa pelo Trono de Ferro. Mas, assim como o teatro de Melisandre não resulta em nada além de aprofundar a confiança de Stannis nela, os experimentos de Stannis em A Dança dos Dragões podem ser inúteis caso outro Stark seja proclamado rei no norte. E há uma dica de que isso acontecerá.
A voz de Melisandre era suave. – Lamento, Vossa Graça. Isso não é um fim. Mais falsos reis irão se erguer em breve para tomar a coroa daqueles que morreram.
– Mais? – Stannis parecia comvontade de esganá-la. – Mais usurpadores? Mais traidores?
– Vi nas chamas.
(ASOS, Davos V)
Em A Dança dos Dragões, mais reis falsos parecem ter substituído os que morreram, como profetiza Melisandre. Tommen assume a coroa de Joffrey e Euron a de Balon. E a coroa de Robb? Quem é o novo rei do norte?
Roose pode ter algumas ambições por lá (ADWD, O Príncipe de Winterfell), mas ele ainda não desafiou o Trono de Ferro ou os Lannisters, que o nomearam Protetor do Norte. De qualquer forma, é improvável que ele pudesse ganhar o apoio dos nortenhos, que prefeririam que um Stark os governasse. Pessoalmente, acho que a opção mais dramática para o próximo usurpador e traidor é Jon, que ganhou o respeito relutante de Stannis por um conselho honesto e pode continuar tendo discussões tensas (leia-se: divertidas!) com ele, de uma maneira que Rickon, de cinco anos de idade, bem, realmente não conseguiria.

Um tempo para lobos

Uma objeção comum à Grande Conspiração Nortenha é que, por mais persuasivo que seja, é otimista demais acreditar que GRRM permitirá que os Starks e seus aliados triunfem. Afinal, ele ganhou reputação por subverter clichês de fantasia de bem vs. Mal, e por matar ou mutilar personagens amados enquanto saboreia as lágrimas amargas de seus leitores.
GRRM é realmente tão pouco convencional? A morte de Ned Stark em A Guerra dos Tronos é frequentemente citada como o momento em que a ASOIAF rompe com as tradições de gênero, transcendendo a tendência juvenil da fantasia por finais de contos de fadas cortando a cabeça do protagonista. No entanto , eu argumentaria que não apenas os críticos da fantasia são os culpados por estereotipar e simplificar outros trabalhos como Senhor dos Anéis a ponto de não fazer sentido, em uma demonstração de memória seletiva. A própria estrutura narrativa da ASOIAF disfarça o fato de que Ned nunca foi o herói da história de GRRM, para começo de conversa.
Ned é uma figura paterna, um mentor protetor e guia do tipo que quase sempre morre, às vezes antes de o primeiro ato de uma fantasia épica terminar (vide Obi-wan Kenobi). As crianças Stark nunca se desenvolveriam de verdade por si mesmas, a menos que o “porto seguro” Ned fosse removido, assim como Harry Potter não pôde depender de Dumbledore em seu confronto final com Voldemort. Dadas as habilidades de vidente verde de Bran, Ned pode até aparecer do além-túmulo para transmitir sabedoria ou divulgar segredos como fizeram Obi-wan e Dumbledore. Tudo isso é bastante convencional. GRRM é simplesmente um mestre da desorientação, e sua manipulação é evidente em muitas das grandes reviravoltas de ASOIAF.
Robb? Nunca teve um ponto de vista. Contos da carochinha sobre reinos perdidos por coisas pequenas são tão comuns quanto as sagas de reis guerreiros heróicos vitoriosos em conquista. As lendas arturianas, por exemplo, contam sobre a fundação da utópica Camelot e a morte de Arthur nas mãos de seu filho bastardo com sua meia-irmã, e sua rainha fugindo com um de seus cavaleiros.
GRRM explora inteligentemente o desejo do leitor de ver Ned vingado. Os Starks se reúnem para distrair os leitores para o prenúncio da morte de Robb no sonho de Theon (com um banquete de mortos em Winterfell) e as visões de Dany na Casa dos Imortais, ambos em A Fúria dos Reis.
Portanto, se a previsibilidade no desdobramento de um enredo não serve como teste para teoria dos fãs, em quais critérios os leitores da ASOIAF podem confiar? Penso que a questão-chave que deve ser colocada em qualquer especulação é: "como isso faz a história avançar?"
A Guerra dos Cinco Reis está marcada pelas mortes de Ned e Robb, a primeira instigando o conflito e a segunda efetivamente encerrando-o – ou pelo menos limpando a lousa para a próxima rodada. Por outro lado, em minha opinião, é narrativamente fraca a ideia de que Jon Snow está permanentemente morto e que seu assassinato levará à queda da Muralha, pensando-se que o atentado sozinho seja capaz de trazer caos a Castelo Negro, pois assim também perderemos Jon como personagem pelo resto da série, tornando inúteis todas aquelas páginas gastas em fazer dele indivíduo e não um simples instrumento do enredo.
Voltando finalmente à Grande Conspiração Nortenha, o que vejo como um dos principais problemas de GRRM em Os Ventos do Inverno é que, depois de cinco livros e quase duas décadas, os Outros ainda não causaram muito impacto. O apocalipse dos zumbis de gelo prometido no prólogo de A Guerra dos Tronos é bom acontecer em breve ou GRRM pode ser justamente acusado de deixar sua história inchar até ficar anticlimática.
Além disso, quando os Outros invadirem inevitavelmente Westeros, eles devem fazê-lo com poder devastador, a fim de estabelecer sua credibilidade como uma ameaça ao reino. No entanto, como pode o Norte, nas condições em que se encontra em A Dança dos Dragões – já devastado pela guerra e pelo inverno, dividido pela política e pelos conflitos de sangue, além de amplamente ignorante do perigo para-lá-da-Muralha –, suportaria realisticamente esse ataque? E as casas do norte, assim como os homens, devem sobreviver em número significativo.
Caso contrário, a tarefa de vencer a Batalha da Alvorada recairá inteiramente sobre Dany, seus dragões, quaisquer forças que a acompanhem de Essos e quaisquer senhores do sul que possam ser convencidos a prestar atenção nela. Acho essa uma perspectiva bastante desagradável, sem mencionar tematicamente inconsistente com o título da série, em que apenas os seres inumano feitos de gelo desempenham papéis principais.
Se for verdade, a Grande Conspiração Nortenha tem o benefício de rapidamente unificar o Norte novamente sob o comando dos Starks, que provavelmente serão liderados por Jon como o mais velho e com mais experiência militar aparente. Isso não recupera magicamente as baixas sofridas pelo Norte durante a guerra, nem produz colheitas para alimentar seu povo faminto e com frio (a menos que Sansa conquiste o Vale), mas garante que as Casas do norte viverão para, em minha opinião, participar do objetivo final de ASOIAF.
As bases para um ressurgimento Stark foram lançadas durante Festim e Dança. Os senhores do rio derrotados estão descontentes e os nortenhos mantêm fé nos Stark. Os Frey são párias para inimigos e aliados, enquanto os Lannisters estão em declínio ignominioso; O legado de Tywin compara-se pejorativamente ao de Ned, apesar da conveniência política do primeiro ser elogiada em detrimento do idealismo rígido do último. Parece que a honra muitas vezes ridicularizada de Ned alcançou uma vitória póstuma, o amor misturado com um respeito saudável provando ser uma influência muito mais duradoura sobre as pessoas do que um reino garantido pelo medo e pela força, que não apenas morre com você, mas também transforma seus filhos em herdeiros inadequados .
Além disso, a mera existência de um complô para coroar Jon não significa que ele será rei no norte. Por acaso, acho que o maior problema nos planos que especula-se que os nortenhos têm é que, após a devida consideração, Jon recusará categoricamente a legitimação e os títulos oferecidos. Considerando que ele seja filho de Lyanna e Rhaegar e que isso o põe como o herdeiro Targaryen do trono de ferro antes mesmo de Dany, seria bastante estranho Jon ser formalmente reconhecido como o rei Stark do norte separatista; Um imperativo dramático exige que Jon seja livre para aceitar o governo de todos os Westeros, quer ele o faça ou não. Jon ouvir a intenção de Robb de reconhecê-lo um verdadeiro filho de seu pai é suficiente para completar o arco de personagens discutido na Parte 1, e os Starks sobreviventes se aliariam a Jon, independentemente de como ele fosse estilizado, por ainda serem um alcatéia.
Não há necessidade de provar o vínculo de afeto de Jon e Arya. Ao resolver a disputa pelas terras de Hornwood, Bran prefere nomear herdeiro bastardo de Lorde Hornwood tendo Jon em mente (ACOK, Bran II). Enquanto isso, Sansa ficou completamente desiludida com o futuro como rainha e quer apenas ir para casa em Winterfell, a salvo de homens que desejam seu dote. É irônico, então, que Jon é um cavaleiro direto das canções outrora queridas de Sansa, pois é um príncipe oculto, cavalheiresco e verdadeiro, seu papel confirmado pela execução que fez de Janos Slynt. Não importa as maldades infantis que Sansa fez a Jon para agradar sua mãe e decorrentes de um senso de adequação, ela pensa com carinho nele agora e entende melhor como ser um bastardo o afeta.
Lorde Slynt, o da cara de sapo, sentava-se ao fundo da mesa do conselho, usando um gibão de veludo negro e uma reluzente capa de pano de ouro, acenando com aprovação cada vez que o rei pronunciava uma sentença. Sansa fitou duramente aquele rosto feio, lembrando-se de como o homem atirara o pai ao chão para que Sor Ilyn o decapitasse, desejando poder feri-lo, desejando que algum herói lhe atirasse ao chão e lhe cortasse a cabeça. Mas uma voz em seu interior sussurrou: Não há heróis.
(AGOT, Sansa VI)
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[Sansa] havia séculos que não pensava em Jon. Era apenas seu meio-irmão, mesmo assim... Com Robb, Bran e Rickon mortos, Jon Snow era o único irmão que lhe restava. Agora também sou bastarda, como ele. Oh, seria tão bom voltar a vê-lo. Mas estava claro que isso nunca poderia acontecer. Alayne Stone não tinha irmãos, ilegítimos ou não.
(AFFC, Alayne II)
E Rickon?
A procissão passara a não mais de um pé do local que lhe fora atribuído no banco, e Jon lançara um intenso e demorado olhar para todos eles. O senhor seu pai viera à frente, acompanhando a rainha. [...]Em seguida, veio o próprio Rei Robert, trazendo a Senhora Stark pelo braço. [...] Depois vieram os filhos. Primeiro o pequeno Rickon, dominando a longa caminhada com toda a dignidade que um garotinho de três anos é capaz de reunir. Jon teve de incentivá-lo a seguir, quando Rickon parou ao seu lado.
(AGOT, Jon I)
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Bran bebeu da taça do pai outro gole do vinho com mel e especiarias, [...] e se lembrou da última vez que tinha visto o senhor seu pai beber daquela taça.
Havia sido na noite do banquete de boas-vindas, quando o Rei Robert trouxera a corte a Winterfell. Então, ainda reinava o verão. Seus pais tinham dividido o estrado com Robert e sua rainha, com os irmãos dela a seu lado. Tio Benjen também estivera lá, todo vestido de preto. Bran e os irmãos e irmãs tinham se sentado com os filhos do rei, Joffrey, Tommen e a Princesa Myrcella, que passou a refeição inteira olhando Robb com olhos de adoração. Arya fazia caretas do outro lado da mesa quando ninguém estava olhando; Sansa escutava, em êxtase, as canções de cavalaria que o grande harpista do rei cantava, e Rickon não parava de perguntar por que motivo Jon não estava com eles.
– Porque é um bastardo – Bran teve de segredar-lhe por fim.
(ACOK, Bran III)
Jon tem duas vantagens adicionais sobre qualquer pessoa de fora para conseguir que Rickon o obedeça: 1) Fantasma, que pode subjugar Cão Felpudo. 2) Sua semelhança com Ned, de quem Rickon provavelmente se lembra como seu pai de tempos mais felizes. Assim como a semelhança de Sansa com Catelyn leva Mindinho a uma falsa sensação de segurança, a aparência de Jon pode reforçar sua posição como uma figura de autoridade para Rickon.
Em resumo, sinto que há boas chances de que o primeiro ato do rei Bran ou Rickon, da rainha Sansa ou de Arya seja nomear Jon seu conselheiro, confiável acima de todos os outros, e dê a ele o comando estratégico de seus exércitos, ou se não legitimá-lo como um Stark conforme os últimos desejos de Robb. E, francamente, a noção de que Stannis, Mindinho ou Manderly possamem convencer os Starks a uma disputa de sucessão mesquinha quando Jon é claramente o mais qualificado para liderar o Norte em uma segunda Longa Noite me parece implausível, contradizendo a caracterização estabelecida e a dinâmica familiar.
O que me leva à outra objeção comum a todas as variações de Jon como rei. Jon é honrado demais para quebrar seus votos, certo? Também usurpar os lugares de direito de seus irmãos enquanto eles estão vivos!
Lembremos a lição que Qhorin Meia-mão ensina a Jon: "Nossa honra não significa mais que nossas vidas, desde que o reino esteja seguro". (ACOK, Jon VII) No final de Dança dos Dragões, Jon resolveu fazer o que considerava certo e condenar o que as pessoas dizem sobre ele.
– Tem minha palavra, Lorde Snow. Retornarei com Tormund ou sem ele. – Val olhou o céu. A lua estava meio cheia. – Procure por mim no primeiro dia da lua cheia.
– Procurarei. – Não falhe comigo, pensou, ou Stannis terá minha cabeça. “Tenho sua palavra de que manterá nossa princesa por perto?”, o rei dissera, e Jon prometera que sim. Mas Val não é nenhuma princesa. Disse isso a ele meia centena de vezes. Era uma desculpa fraca, um triste farrapo enrolado em sua palavra quebrada. Seu pai nunca teria aprovado aquilo. Sou a espada que guarda os reinos dos homens, Jon recordou-se, no fim, isso deve valer mais do que a honra de um homem.
(Jon VIII, ADWD)
Apesar de sua aparência essencialmente Stark, Jon não é um clone de Ned, o qual, de todo modo, confessou uma traição que não cometeu, a fim de poupar a vida de Sansa e quase completsmente só sustenta a maior mentira da série em nome de Jon (supondo que R+L=J), por muitos anos antes disso. O entendimento de Jon sobre obrigações, juradas ou não, sempre foi flexível, porque sua própria existência é a prova de que o mais honroso dos homens pode falhar em seu dever. Se Ned, seu modelo de comportamento, não pode cumprir seus votos de casamento, como Jon pode esperar ser melhor, já que é um bastardo?
Depois de seu período com Meia-mão e Ygritte, a tarefa sísifa original de Jon, de alcançar padrões de honra impossivelmente altos, transformou-se em uma dedicação firme ao mais alto mandamento da Patrulha da Noite – ou seja, defender o reino contra os Outros. Existem inegáveis complicações emocionais por parte de Jon ao lidar com o Norte, já que ele não pode reprimir totalmente suas preocupações com a família e o lar, mas assumir o comando de nortenhos que não querem dobrar os joelhos para Stannis garantirá que o Muralha receba reforços e suprimentos necessários. Jon consideraria sua honra pessoal mais importante do que isso? Eu duvido.
Isso tudo, é claro, pressupõe que a Patrulha da Noite continue a existir de alguma forma após o fiasco do assassinato de Bowen Marsh, o que de maneira alguma é certo que ocorrerá.
Que a última cena de Jon em Dança dos Dragões faz paralelo com a morte de Júlio César é uma ideia amplamente aceita. Agora, considere que os senadores que mataram César, em vez de salvar a república romana de um tirano, precipitaram sua queda, descobrindo, para seu choque, que o povo não estava particularmente agradecido pelo assassinato de um líder popular, embora cometido em seu nome.
Guerras civis se seguiram, um império surgindo das ruínas. Ainda não se sabe se Jon é Otaviano / Augusto nesta reconstituição na fantasia. Ele tem à sua disposição um exército pessoal – depois de inconscientemente se tornar rei dos selvagens na ausência de Mance Rayder –e um contrato com o Banco de Ferro (ao que tudo indica).
Concluindo, passo a proibir que discussões posteriores a esta teoria de argumentem que uma conspiração para coroar Jon Rei do Norte esteja fora do mão para os (hipotéticos) conspiradores e os pretendentes Stark para Winterfell ou para GRRM, devido a sua aversão crônica a clichês. Ambas as afirmações foram usadas para descartar a teoria sem abordar as evidências que sustentariam a falta de substância, especialmente tendo em vista a maleabilidade de personagens e tropes nas mãos de um bom escritor (o que eu acredito que a maioria dos fãs da ASOIAF confia que o GRRM seja). Todo mundo deseja a ele boa sorte com Os Ventos do Inverno!
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2020.04.05 05:53 assisestepe A aventura amorosa de Pedro

Pedro era um garoto confidente de todas suas percepções mundanas. Mesmo tendo apenas 17 anos, achava que tinha todas as respostas para as perguntas mais filosóficas da existência humana: como ser feliz? Como viver um amor verdadeiro? Como aproveitar o curto período de vida que temos na Terra? Quais são as soluções para os problemas políticos que atormentam o nosso cotidiano? Pedro havias as respostas para todas elas. Até porque, era um leitor de Nietzsche, Dostoievski, Kafta e Fernando Pessoa.
Por mais que estejamos zombando de Pedro aqui, ele não era lá iletrado ou acrítico. Tinha um visão inteligente do mundo e da psique alheia. Mas, lógico, não era tudo isso que achava que ele era. Aliás, vamos parar de zombar Pedro. Olhe você mesmo, talvez seja ainda mais fracassado que ele.
Pedro nunca teve uma relação com uma garota. Já amou algumas e já foi amado por outras, mas, nunca se envolveu amorosamente com uma. O engraçado é que, mesmo nessa situação, ele achava que havia um conhecimento vasto a respeito desse assunto.
Mal sabia ele que sua primeira relação amorosa seria por um aplicativo de relacionamentos que havia baixado em seu celular. Pedro achava que relações via aplicativos eram superficiais e rasas .Na verdade, ele nunca usou-os por ser tímido. Entretanto, colocava uma suposta razão racional na sua atitude de não utilizá-los. Simplesmente Pedro e sua famosa revolta contra o mundo moderno: rejeitava tudo que era moderno, pela simples incompreensão do porque agia como agia. Pedro era uma pessoa engraçada. Se ele não usava redes sociais, devia ser porque estas eram alienantes. Não pegava mulher? Deve se porque achava isso muito supérfluo, e assim por diante.
Enfim, Pedro baixou esse aplicativo, onde conheceu Gabriela, a quem seria a vir a sua primeira relação. Pedro e Gabriela tinham boas conversas. No começo, Pedro não ligava muito para elas, porque ainda tinha seus preconceitos arraigados na mente. Mas, com o tempo, foi percebendo que havia certa intimidade entre ele e Gabriela, além da simples reciprocidade de agrado de aparência típica desses aplicativos, Pedro começou a achar ela engraçada, meiga, dedicada e bonita.
Enfim, Pedro desenvolveu sentimentos por ela. Começou a ficar angustiado quando ela demorava para responder suas mensagens, imaginava-se tendo relações sexuais e amorosas com ela e começou a realizar importantes decisões da sua vida embasadas nos seus sentimentos por ela.
Acontece que um imprevisto incomodou a vida de Pedro. Ele foi convocado para estudar em uma universidade longe de Gabriela. Pedro teve que fazer uma decisão importante, ou iria para essa universidade longe de Gabriela e com boas oportunidades, ou ficaria em sua cidade natal perto dela, mesmo sua única proximidade com ela tenha acontecido por meio de conversas de aplicativos. Com sua “sobrenatural” e incrível capacidade crítica e de pensamento, Pedro resolveu ficar, para ter no mínimo uma chance com Gabriela.
Acontece que Pedro não era nada mais do que só um nos contatos de Gabriela. Gabriela evitava se encontrar com Pedro pois estava o usando para superar um relacionamento recente. No fim, todos preconceitos de Pedro a respeito desses aplicativos estavam corretos, apesar de todo desconhecimento dele a respeito disso.
Pedro se fudeu.
Nada demais, Pedro estava acostumado.
E assim, continuou sua vida mundana, cheia de angústias e acontecimentos supostamente foras da curva do comum.
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2020.02.22 03:31 altovaliriano Harpa de Rhaegar nas criptas de Winterfell

Texto original: https://cantuse.wordpress.com/2014/07/31/the-secret-in-the-winterfell-crypts/
Autor: Cantuse
Título original: The Secret in the Winterfell Crypts

Eu tenho uma teoria sólida sobre um possível segredo que mudaria tudo que sabemos sobre as criptas de Winterfell:
A singular harpa de cordas de prata de Rhaegar está no túmulo de Lyanna.
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– Fará uma canção para ele? – a mulher perguntou.
– Ele já tem uma canção. É o príncipe que foi prometido, e é sua a canção de gelo e fogo [...]
(ACOK, Daenerys IV)
Esta citação é sobre Aegon e se dá entre Elia e Rhaegar. Lembre-se do que Marwyn diz: "A profecia é como uma mulher traiçoeira" . Rhaegar pode estar errado sobre Aegon; ou, mais provavelmente, ele acredita que uma ou todas as três 'cabeças do dragão' são/é o príncipe que foi prometido.
Tematicamente, é mais sensato se Jon Snow for o Príncipe que foi prometido. Especialmente quando você considerar sua paternidade. Apenas combine as palavras Stark e Targaryen. Observe também que, se atualmente você acredita que os pais de Jon são Rhaegar e Lyanna, Jon é possivelmente um 'príncipe prometido', com base nas lembranças de Ned sobre as palavras finais de Lyanna: “Prometa-me, Ned” .

A QUESTÃO DA LEGITIMIDADE

Eu estava profundamente em conflito quando li A Dança dos Dragões pela primeira vez.
Eu sempre acreditei na teoria "R + L = J", então sabia que tinha um viés pessoal: que Jon deve ser um protagonista central e um verdadeiro 'Targaryen secreto', que esse Aegon VI ("Jovem Griff”) Era apenas um pretendente. Eu lutei com esse preconceito contra Aegon VI por algum tempo, sem respostas reais à vista. Intelectualmente, sabia que não poderia responder à pergunta de quem é realmente legítimo.
* * *
Comprovando legitimidade
Ocorreu-me então que havia um método mais prático de abordar a questão, a formação de uma pergunta que fornece possíveis respostas ao mistério: "Como uma pessoa prova legitimidade?"
Isso representa um desafio para Aegon e Jon. Olhando para eles de perto:
Não basta aparecer como um Targaryen ou se declarar um; você precisa de legitimidade, precisa de provas. Os senhores de Westeros já duvidam de sua legitimidade, então ele deve provar ou subjugar todos eles. Em algum momento, ganhar vassalos com uma pretensão legítima será mais valioso do que conflito. Também não ajuda que ele seja apoiado pela Companhia Dourada. Diz bastante que ele e seus conselheiros saibam disso, e é por essa razão que ele está inicialmente empenhado em garantir a mão de Daenerys no casamento; assima ele terá o sangue dela e seus dragões para estabelecê-lo.
Ele está supostamente morto, mas lembre-se: se a noção de estabelecer alguma conexão entre Jon e Rhaegar for importante para a história, independentemente do status vital dele, essa teoria ainda será útil. Ninguém além de Howland Reed tem conhecimento da hereditariedadede Jon, então ele não teria necessidade de encontrar algo parecido com essa harpa. Mas para aqueles de nós que gostariam de vê-lo revelado como Targaryen bastardo ou verdadeiro, Azor Ahai ou o príncipe prometido, ele também deve provar isso a si mesmo e/ou aos demais.
O próximo passo lógico é perguntar: "O que reforçaria significativamente uma pretensa ascendência Targaryen?"
Observe que não há Targaryen vivo e universalmente reconhecido (fora Daenerys) que possa garantir a autenticidade de uma pessoa. Isso também é verdade para um não-Targaryen que tenha amplo conhecimento da legitimidade de um candidato. Assim, não há pessoas vivas que possam declarar genuína e legalmente uma pessoa como um verdadeiro Targaryen, apenas pela força da palavra. Isso seria verdade tanto para Jon Connington quanto para Stannis e Howland Reed.
Simplificando, os nobres de Westeros não têm razões intrínsecas para assumir que um candidato é legítimo apenas com base em palavras.
* * *
A necessidade de evidência
Conseqüentemente, os senhores de Westeros precisarão de evidências objetivas e físicas de legitimidade antes que possam ponderar seriamente a autenticidade de um suposto Targaryen.
Mas que tipo de evidência causaria esse tipo de contemplação?
Meus primeiros pensamentos foram para as espadas valirianas Irmã Sombria e Fogonegro.
Infelizmente, ambas as espadas estão associadas a linhagens bastardas de Targaryen, cada uma manchada por histórias que realmente prejudicariam qualquer reivindicação de legitimidade.
As duas também permaneceram invisíveis por vários anos. Portanto, podem haver sérias questões logísticas sobre se elas permaneceram em famílias de sangue Targaryen verdadeiro ou bastardo: não existe uma "cadeia de custódia " confiável para sugerir que um portador atual tenha algum legítimo relacionamento com a dinastia Targaryen.
Portanto, parece que a ideia de que as lâminas Targaryen possam demonstrar legitimidade é, na melhor das hipóteses, incerta. Mas a exploração da ideia não foi sem benefícios: chegamos a uma constatação valiosa.
Nós, leitores, sabemos inerentemente que, se algum tipo de prova exsistir, será algo que é:
  1. Bem conhecido pelos grandes senhores e damas do reino,
  2. Universalmente reconhecido como um símbolo da verdadeira linhagem Targaryen,
  3. Possui uma forte cadeia de custódia,
  4. E de alguma forma demonstra a hereditariedade de um pretendente.
* * *
Usando informações meta-textuais
Também podemos explorar algum conhecimento de fatores que existem fora dos próprios livros .
No quinto livro de uma série de sete livros, seria um pouco sofisticado introduzir uma nova evidência na história, apenas com o objetivo de responder ao enigma da legitimidade. Provavelmente seria visto pelos leitores como uma desculpa esfarrapada, um artifício inventado para que Martin se livrasse de um problema no qual ele mesmo havia se metido.
Martin já declarou que quer evitar escrever esse final para a série porque estava descontente com o final de Lost . Além disso, conhecendo a preferência de Martin por implementar indícios subliminares de eventos futuros, a evidência que será usada é provavelmente algo que está debaixo de nossos narizes . O tipo de coisa que vamos nos surpreender quando olharmos em retrospectiva.
* * *
Um momento Eureka!
Lá estava eu, fazendo um brainstorming de todos os artefatos, volumes e tesouros possíveis dos Targaryen em que eu pudesse pensar. Em certo momento, eu estava em uma divagaão, ruminando sobre as seguintes passagens:
Quando criança, o Príncipe de Pedra do Dragão era extraordinariamente dado à leitura. Começou a ler tão cedo que os homens diziam que a Rainha Rhaella devia ter engolido alguns livros e uma vela enquanto ele estava em seu ventre. Rhaegar não tinha nenhum interesse pelas brincadeiras das outras crianças. Os meistres ficavam assombrados com sua inteligência, mas os cavaleiros do pai trocavam gracejos amargos sobre Baelor, o Abençoado, ter renascido. Até que um dia o Príncipe Rhaegar encontrou algo em seus pergaminhos que o mudou. Ninguém sabe o que pode ter sido, só se sabe que o garoto apareceu no pátio uma manhã, no momento em que os cavaleiros vestiam as armaduras. Foi direito a Sor Willem Darry, o mestre de armas, e disse: “Vou precisar de espada e armadura. Parece que tenho de ser um guerreiro.”
(ASOS, Daenerys I)
– A perícia do Príncipe Rhaegar era inquestionável, mas ele raramente entrava nas liças. Nunca gostou da canção das espadas, como Robert ou Jaime Lannister gostavam. Era algo que tinha de fazer, uma tarefa que o mundo tinha lhe atribuído. Desempenhava-a bem, pois fazia tudo bem. Era essa a sua natureza. Mas não tirava dela nenhuma alegria. Os homens diziam que o Príncipe Rhaegar gostava muito mais da harpa do que da lança.
(ASOS, Daenerys IV)
– Mas que torneios meu irmão ganhou?
– Vossa Graça. – O velho hesitou. – Ele ganhou o maior torneio de todos.
(ASOS, Daenerys IV)
– Sim. E, no entanto, Solarestival era o lugar que o príncipe mais amava. Ia para lá de tempos em tempos, acompanhado apenas de sua harpa. Nemmesmo os cavaleiros da Guarda Real o serviam ali. Gostava de dormir no salão arruinado, sob a lua e as estrelas, e sempre que regressava trazia uma canção. Quando se ouvia o príncipe tocar sua harpa com cordas de prata e cantar a respeito de penumbras, lágrimas e a morte de reis, era impossível não sentir que ele estava cantando sobre si e sobre aqueles que amava.
(ASOS, Daenerys IV)
O que surge daí é que parece que Rhaegar tinha a intenção de ganhar o Torneio em Harrenhal por algum motivo, mas estava muito pouco interessado em cavalaria e combate. De fato, é fortemente demonstrado que Rhaegar estava muito mais interessado em tocar sua harpa e ler pergaminhos antigos.
De repente, tive um pensamento radical!
E se Rhaegar nunca quis ser um lutador, mas apenas o fez para conhecer Lyanna. E, portanto, fora esse torneio, ele preferisse apenas continuar tocando sua harpa !?
Essa ideia pode não ser verdadeira e não é realmente importante para a teoria deste ensaio. O que importa é que a harpa assomou-se em minha mente.
Foi quando a epifania me atingiu como uma bigorna:
É aquela maldita harpa.
A idéia rapidamente se formou: a harpa de Rhaegar seria central para estabelecer a autenticidade . Atende quase imediatamente a todos os requisitos que estabeleci acima, em um nível mais preciso e objetivo do que qualquer sugestão concorrente.
* * \*

A força de uma harpa

Então, como a harpa de Rhaegar atende aos três requisitos que eu expus na seção anterior?
  1. Como sabemos que é bem conhecido em Westeros?
  2. Como sua autenticidade pode ser confirmada, como um sinal da verdadeira herança Targaryen?
  3. Como podemos verificar se ela possui uma forte cadeia de custódia, indicando que não caiu nas mãos de um pretendente inescrupuloso?
  4. Como um objeto como a harpa realmente prova a herança do sangue?
Reconhecimento: Um Instrumento Bem Conhecido
Em primeiro lugar, existem muitos personagens importantes que fornecem lembranças ou observações específicas sobre a harpa de Rhaegar:
Quando se ouvia o príncipe tocar sua harpa com cordas de prata e cantar a respeito de penumbras, lágrimas e a morte de reis, era impossível não sentir que ele estava cantando sobre si e sobre aqueles que amava.
(ASOS, Daenerys IV)
Dany não conseguia abandonar o assunto.
– É sua a canção de gelo e fogo, disse meu irmão. Tenho certeza de que era meu irmão. Não Viserys, Rhaegar. Tinha uma harpa com cordas de prata.
O franzir de testa de Sor Jorah aprofundou-se tanto que as sobrancelhas se juntaram
– O Príncipe Rhaegar tocava uma harpa assim – ele anuiu. – Viu-o?
(ACOK, Daenerys IV)
De noite, o príncipe tocou a harpa de prata e a fez chorar. Quando lhe foi apresentada, Cersei quase se afogou nas profundezas de seus tristes olhos púrpura..
(AFFC, Cersei V)
No banquete de boas-vindas, o príncipe pegara sua harpa de cordas prateadas e tocara para eles. Uma canção de amor e perdição, Jon Connington se lembrou, e toda mulher no salão chorava quando ele abaixou a harpa.
(ADWD, O Grifo Renascido)
Cada um dos personagens mencionou especificamente a característica singular da harpa de Rhaegar: suas cordas de prata (Cersei se refere ao instrumento como uma 'harpa de prata', completamente de prata).
Não estamos sequer contando os inúmeros outros óbvios que viram a harpa em qualquer uma das muitas apresentações de Rhaegar.
Dada toda essa ênfase, parece inteiramente razoável concluir que a harpa de Rhaegar poderia ser facilmente reconhecida por vários (talvez muitos) personagens de Westeros.
Dito de outra forma:
A harpa de Rhaegar é facilmente reconhecida por sua característica singular: suas cordas de prata.
Muitos personagens específicos viram e lembram distintamente desse detalhe.
Existem muitos outros personagens inominados que viram a harpa também.
Assim, cumprimos nosso primeiro requisito, a harpa é realmente bem conhecida em Westeros.
* * *
Autenticidade: o sinal de um príncipe Targaryen
O segundo critério é verificar se a harpa é realmente um sinal de ascendência Targaryen.
O maior problema aqui é o óbvio: possuir a harpa (ou qualquer relíquia semelhante) não estabelece automaticamente a linhagem Targaryen . Um ladrão de sepulturas não pode se proclamar descendente de um faraó simplesmente porque saqueou uma tumba egípcia.
Isso cria um problema óbvio para a teoria da harpa (ou qualquer outra teoria de ancestralidade das relíquias de Targaryen). A resolução desse problema requer duas coisas:
É justo dizer que existem vários artefatos dos Targaryen que, após inspeção cuidadosa, podem ser reconhecidos como autênticos: as espadas valirianas, as coroas de Targaryen e assim por diante. No entanto, a maioria deles está ausente da história há décadas, o que significa que há cada vez menos pessoas que continuam vivas para garantir sua autenticidade.
Da mesma forma, outras teorias sobre os objetos existentes que conferem legitimidade também são igualmente dificultadas pela incapacidade de estabelecer sua autenticidade. A idéia popular de que uma capa nupcial Targaryen possa existir, indicando uma união legítima entre Rhaegar e Lyanna, é vulnerável às perguntas extremamente básicas de "Quem realmente a fez?" e "Por que nunca vi isso antes?". Um argumento subseqüente é que qualquer objeto ou evidência que exista também deve ser difícil de falsificar ou replicar.
Essencialmente, o que você precisa é de um objeto que possa ser reconhecido como autêntico por vários indivíduos vivos. Também seria de grande valor se esses indivíduos representassem conjuntos de interesses múltiplos e distintos. Muito parecido com um álibi ou um conjunto de testemunhas de um crime, você não deseja coletar seus fatos de fontes tendenciosas: as pessoas têm muito mais probabilidade de apoiar a autenticidade se sentirem que a afirmação disso é verdadeira e objetiva.
Como observei na seção anterior, a harpa de Rhaegar certamente se qualifica como um objeto que sabemos ter sido visto por muitas pessoas que ainda vivem (muitas delas relativamente jovens). Também foi expressamente mencionado por vários personagens diferentes e opostos. Isso reforça a noção de que esses personagens saberiam que a harpa autêntica seria verdadeira, mesmo que sua posição pública fosse diferente. Também ajuda que os leitores tenham recebido uma descrição da harpa com relativa distinção; assim, os leitores também estão em posição de apreciar a suposta validade de uma harpa.
Então você pode ver que a harpa de Rhaegar tem o status singular de ser uma relíquia quase certamente: afiliada aos Targaryens, reconhecida como autêntica por muitos senhores e senhoras vivos vivos, de diferentes alianças, e pelos próprios leitores.
* * *
Domínio: Uma Cadeia de Custódia
Mesmo que haja consenso entre personagens sobre a autenticidade da harpa, ela não prova nada. Se uma relíquia não prova linhagem, o que provaria? Por que então uma relíquia seria valiosa?
Para estabelecer qualquer confiança de que a propriedade da harpa implica hereditariedade, primeiro devemos mostrar que a harpa não estava em uma posição em que um pretendente inescrupuloso possa tomá-la. Devemos mostrar que ele passou de Rhaegar para seu novo proprietário por meio de um método que não apresentava exposição ou risco de adulteração.
Além disso, a posse ou o recebimento da harpa por qualquer requerente deve ser testemunhada. Especificamente, isso deve ser testemunhado por indivíduos cuja autoridade e honra estão além da censura.
O que isso significa para a harpa é que, onde quer que esteja (se ainda existir), sua aquisição deve ser documentada ou observada por vários senhores proeminentes de Westeros. Também deve ser demonstrado que a harpa esteve em um local onde podemos confiar que não foi violada ou perturbada por falsos pretendentes. Assim, dada a ausência de um verdadeiro dono Targaryen, documentado ou verdadeiro, o melhor lugar para a harpa seria em um cofre ou túmulo de algum tipo. Um que poderia ser razoavelmente determinado como não sendo adulterado.
Dado que a harpa ficou invisível há anos, sua cadeia de custódia seria melhor determinada caso a harpa tivesse sido mantida em segurança em um cofre ou outro equivalente confiável.
Se, de fato, a harpa está localizada em um cofre, túmulo ou outra forma de proteção fisicamente segura; com seu depósito e saque legalmente testemunhados por um quorum de senhores; podemos ter razoável certeza de que o histórico da harpa não está contaminado.
* * *
Patrimônio: Estabelecendo uma Conexão de Sangue
Mesmo que um personagem acredite que a harpa é real e tenha uma sólida cadeia de custódia, isso não significa que quem a tiver recebe automaticamente a herança Targaryen.
Isso seria verdade para qualquer objeto destinado a estabelecer a legitimidade de uma pessoa.
Para tanto, seu objeto deve estar em conformidade com um dos seguintes itens:
Não há indicações ao longo dos livros de que a própria harpa possa apontar para qualquer sucessor. Isso poderia ser dito de qualquer evidência, seja uma capa, uma espada ou uma coroa.
Naturalmente, isso significa que deve haver algo mais que confira ancestralidade sanguínea. A harpa então atua como alavanca, aumentando a validade da reivindicação e, no melhor dos cenários, estabelecendo o que poderia ser razoavelmente chamado de "preponderância de prova".
Embora a descoberta da harpa possa colocar muitas pessoas a ponderar, ela não estabelece relações de sangue por si só. Alguma outra evidência precisa ser usada.
No entanto, a harpa pode ajudar drasticamente a legitimidade dessa evidência.
Discuto essa possibilidade em uma seção posterior deste ensaio. Por enquanto, vamos deixar de lado a questão.
* * \*

Um instrumento deixado para trás

Agora eu gostaria de compartilhar a história de como a harpa de Rhaegar acaba no túmulo de Lyanna.
Primeiro, reconheço que não posso provar dedutivamente que a harpa está no túmulo de Lyanna. Em vez disso, especulei sobre as circunstâncias que a levaram a estar lá, com um alto grau de confiança na resposta resultante. Eu então ponderei essa teoria contra alternativas usando as noções de 'menos complicado' e 'mais relevante para a narrativa' para chegar à conclusão de que isso é mais provável do que qualquer alternativa. É uma peça do quebra-cabeça que resolve mais partes do quebra-cabeça do que qualquer outra opção.
As circunstâncias e os motivos a respeito de como a harpa acaba no túmulo de Lyanna são melhor descritos como uma sequência de eventos:
Primeiro, Rhaegar deixou a harpa na Torre da Alegria
Rhaegar adorava tocar sua harpa. É algo que todo mundo familiarizado com ele diz. Ele foge com Lyanna por quase um ano antes de retornar a Porto Real e subsequente ruína no Tridente. É improvável que Rhaegar deixasse sua harpa para trás quando se dirigiu para a Torre da Alegria.
Após a eclosão da rebelião de Robert, parece que ele esperou até ficar claro que Lyanna estava grávida. Supondo que ele planejasse voltar, é provável que ele não levasse à guerra coisas que ele não planejava usar ou pudesse pegar de volta. Levá-la à guerra ou a Porto Real também coloca em risco de ser destruída caso ele a perca. Ele também pode ter deixado-a para trás como um símbolo para Lyanna de sua afeição e da promessa de voltar.
No mínimo, não houve menção a ela em nenhum momento durante ou após a Rebelião de Robert , o que implica que ela desapareceu em algum ponto. Dado que a harpa sempre foi mencionada como estando na posse de Rhaegar, é lógico que ele estava no controle da disposição da harpa. Embora seja verdade que a harpa poderia simplesmente ter sido destruída no Tridente, alguém poderia imaginar que Rhaegar teria agido para impedir que a harpa chegasse perto da batalha, e se a harpa foi mantida no acampamento de Rhaegar, por que não há menção de como foi descartada?
Além disso, Rhaegar pode ter calculado as chances de sua própria morte. É interessante notar pelas citações acima que Rhaegar não estava interessado em torneios e até foi derrotado neles. Talvez realmente seu treinamento militar se limitasse àquilo que tivesse relação com os segredos que ele descobriu em seus pergaminhos. Tendo em conta que o lugar em que ele venceu mais proeminentemente foi em Harrenhal, parece razoável que ele apenas tenha participado na medida em que aquilo se adequasse a quaisquer profecias que ele houvesse descoberto.
Isso talvez seja um indício de que Rhaegar sabia que Robert poderia derrotá-lo, tanto por ter sido derrotado em torneios antes, quanto pelo fato de que talvez as profecias de Rhaegar indicassem que sua vitória em Harrenhal era o que importava, e não sua vitória no Tridente. Considerando-se que Rhaegar não mostra tal fatalismo em sua conversa final com Jaime, estou inclinado a acreditar que Rhaegar não tinha certeza do resultado glorioso da batalha e havia se preparado de acordo.
A harpa também é uma ferramenta poderosa . Deixá-la para trás também pode ter sido uma tentativa deliberada de deixar um dispositivo que de alguma forma poderia ser usado posteriormente por aqueles que sobreviveram a ele. Isso seria particularmente verdadeiro se Rhaegar pensasse que a harpa poderia ser usada para estabelecer seu consentimento ou a afirmação de algum tipo de evento ou agenda controversa. Isso pareceria particularmente provável se estivesse convencido de que o referido evento ou agenda era fundamental para as profecias com as quais ele era tão fiel.
Considerando-se os argumentos extremamente persuasivos para Jon Snow ser filho de Rhaegar e Lyanna, começa-se a suspeitar que Rhaegar pode ter deixado a harpa para trás como parte de um esquema para estabelecer a hereditariedade ou legitimidade de Jon.
Isso seria baseado no fato de que sua harpa é tão singular que sua presença no lugar errado sugeriria uma conexão com Rhaegar. Se Lyanna - supostamente sequestrada por Rhaegar - tivesse surgido com um bebê recém-nascido e, entre outras evidências, a harpa, teria sido um argumento convincente.
No entanto, isso não aconteceu. Lyanna morreu na Torre da Alegria. Nenhuma criança, harpa ou pretensão surgiu.
Em vez disso, sabemos o que realmente aconteceu: a Batalha do Tridente, a luta na Torre da Alegria. Prometa-me, Ned ; e uma cama de sangue.
Ou não sabemos?
* * *
O pedido de Lyanna no leito de morte
"Prometa-me, Ned."
Imagine alguém dizendo para você "Prometa-me, ". Imagine isso sendo dito várias vezes.
Se você é como eu, a coisa mais imediata que vem à mente é alguém pedindo que você faça algo que você relutaria em fazer ou algo em que eles não confiam que você fará.
Por exemplo, "Prometa que vai limpar essa bagunça" normalmente significa "Eu sei que você não quer fazer isso, mas por favor limpe essa bagunça".
Isso leva a um conjunto bastante óbvio de observações:
As pessoas não exigem que uma pessoa prometa fazer algo que ela faria naturalmente.
Precisamente o oposto, eles exigem a promessa de uma pessoa de fazer algo desconfortável, arriscado, inconveniente ou prejudicial.
Assim, a promessa de Ned a Lyanna provavelmente envolvia algo que não era fácil para ele.
Como outras teorias apontam, pedir para ser enterrado nas criptas de Winterfell parece ser um desejo mundano e prescindível de se fazer em seu leito de morte (um ponto que parecerá irônico depois que você ler essa teoria). Lembre-se de dois pontos que minam essa ideia:
1. A família Stark tem sido enterrada nas criptas de Winterfell há gerações, incluindo parentes como irmãos e irmãs.
[...] estavam agora quase no fim, e Bran sentiu-se submergir em tristeza. – E ali está o meu avô, Lorde Rickard, que foi decapitado pelo Rei Louco Aerys. A filha Lyanna e o filho Brandon estão nas sepulturas ao seu lado. Eu, não, outro Brandon, irmão do meu pai. Não era previsto que tivessem estátuas, pois issoé só para os senhores e reis, mas meu pai os amava tanto que as mandou fazer.
(AGOT, Bran VII)
2. Somente os Senhores de Winterfell e os Reis do Inverno anteriores têm estátuas.
É difícil imaginar que a promessa de Lyanna consistisse em pedir uma estátua a Ned em sua homenagem. Como mencionei, esse é um desejo aparentemente mundano e estúpido. E sinceramente um que Ned realmente teria pouca dificuldade em manter.
Portanto, parece inteiramente plausível, até lógico, que a promessa de Ned a Lyanna envolvesse algo diferente de sua estátua. Certamente algo de uma magnitude mais desconfortável para Ned. E é isso que ajuda a impulsionar as especulações subseqüentes.
Mais do que tudo, Ned odeia ver crianças mortas.
Ned ama muito sua família e está disposto a sofrer severos castigos e desonras quando necessário para proteger seus filhos. Mas isso vai além de sua carne e sangue: observe como ele luta fortemente contra a exigência de Robert de que uma Daenerys grávida seja morta, e como ele arrisca tudo e confronta Cersei sobre seu incesto, tudo porque ele quer evitar danos aos filhos dela.
Não tenho dúvidas de que, mesmo que Lyanna não tivesse pedido, Ned teria acolhido Jon. Não importa quantos desafios ele teria que enfrentar ao adotar Jon, ele o faria.
A promessa de Ned a Lyanna não envolvia criar Jon, já que Ned faria isso de qualquer maneira.
Mas voltando ao que eu disse sobre a natureza de pedir promessas aos outros, Lyanna provavelmente pediu que ele fizesse algo que ele estava apreensivo. O que parece provável é que ela estivesse pedindo para que ele preservasse a herança de Jon, para ser um dia compartilhada com Jon ou outras pessoas, algo que Ned nunca iria querer fazer .
Mais do que tudo, a promessa de Ned envolvia algo que colocaria em risco uma criança.
A criança mais relevante seria o filho em potencial de Lyanna.
A tarefa que colocaria o filho de Lyanna em maior perigo seria estabelecer sua herança. Especialmente se essa criança fosse legítima.
Lembre-se de que Ned já sofreu a perda de seu pai, seu irmão, possivelmente do meio-irmão e da meia-irmã de Jon, e estava testemunhando a morte de sua irmã. Qualquer homem são ficaria compreensivelmente traumatizado. Ele viu muita morte e guerra; muitas crianças mortas.
Com o aparente fim da dinastia Targaryen consolidado, não haveria razão prática para contar a Jon sua ascendência. Fazer isso só reabriria as feridas que estavam começando a curar (naquela época), mancharia a imagem de Lyanna para o reino e provavelmente resultaria na morte de Jon, tanto como Targaryen quanto possivelmente como um pretendente bastardo (pense que a natureza de sua família lembra os bastardos da Rebelião Blackfyre). No mínimo, o desejo de Robert por sangue Targaryen exigiria a morte de Jon.
Existem várias razões possíveis para Lyanna querer que Jon conheça sua linhagem :
Eu suponho que Ned argumentaria verbalmente que nunca contaria a Jon, ou que Lyanna sabia implicitamente que ele não queria. Estou inclinado a acreditar na primeira opção, que Ned iria contra o pedido de Lyanna falando sobre as mortes de Aegon e Rhaenys. Talvez então Lyanna simplesmente exigisse uma promessa ou depois o enganasse de alguma maneira.
* * *
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2019.09.07 14:25 TaoQingHsu Capítulo 9: Retornar para a raiz e entender o Dao

(Capítulo 9) Uma breve conversa sobre a Escritura de quarenta e dois capítulos dita por Buda
Co-tradutores no tempo da dinastia Han Oriental, China (25 a 200 dC): Kasyapa Matanga e Zhu Falan (que traduziu a dita Escritura do sânscrito para o chinês).Tradutor nos tempos modernos (D.2018: Tao Qing Hsu (que traduziu a dita Escritura do chinês para o inglês).Professor e escritor por explicar a dita Escritura: Tao Qing Hsu
Capítulo 9: Retornar para a raiz e entender o DaoO Buda disse: ”Ouvindo e gostando extensamente do Dao, o Tao é certamente difícil de ser entendido; obedecendo a nossa própria aspiração e mantendo o Dao, esse Dao é muito grandioso ”.
Dao é Tao, que é transliterado do caráter chinês; seu significado original é caminho, caminho e caminho. Então, o significado de Dao é estendido mais amplamente e seu significado se tornou mais amplo com a mudança no tempo e no espaço, como falar, dizer, método, lei, doutrina, moralidade, habilidade, capacidade e o sistema de pensamento da religião ou Educação. O sistema de pensamento da religião ou educação inclui os significados acima mencionados.
Na história, na época da guerra na China, os letrados, os acadêmicos, intelectuais e alguns deles em reclusão, eles gostavam de estudar e falar sobre o Tao, e alguns deles colocavam o que haviam estudado sobre o Tao. em prática. Então, eles concluíram os conceitos e criaram seu próprio grupo para ensinar seus discípulos. Tal situação também aconteceu na antiga Índia, no tempo do Buda Siddhartha. Nos tempos modernos, especialmente nos últimos 300 anos, também existem diferentes conceitos ou dogmas sendo criados.
Muitos conceitos ou dogmas são criados desde os tempos antigos até os tempos modernos. Mas isso não significa que os conceitos em si sejam certos ou errados. O problema é como ele é aplicado corretamente por humanos e para beneficiar outros. Então, qualquer conceito ou dogma é algum tipo de Dao. Mas, na maioria das vezes, achamos que Dao é magro em relação ao conceito positivo que poderia beneficiar as pessoas e fazer as pessoas viverem uma boa vida, inclusive nas áreas materiais e mentais.
Qualquer conceito ou doutrina em si tem suas próprias vantagens e desvantagens. Mas como delimitamos isso? Em qualquer conceito ou doutrina, alguma vantagem pode ser uma desvantagem para os outros. E, alguma desvantagem que está sendo pensada pode ser uma vantagem para os outros. Ou seja, a vantagem que você pensou ou a doutrina é vantagem para você pode ser a desvantagem para nós.
Há mais de cem teorias, conceitos, princípios, dogmas ou doutrinas na China antiga, muito menos na Índia, na Europa ou em outro lugar. Aqueles mencionados acima são algum tipo de Dao. Mesmo que uma pessoa que tenha o espírito de aprender motivação e tenha aprendido muito conhecimento, honestamente, é quase impossível para ele compreender o todo, muito menos alguns conceitos podem nunca ser ouvidos ou vistos pelas pessoas, como essa escritura. Ter o conhecimento de Dao é uma coisa; colocar o conhecimento de Dao em prática é outro.
No capítulo 2, o Buda definiu o Tao para seus discípulos.O Buda disse: “Aqueles que saem da família, tornam-se os Sramana, cortam o desejo, removem o amor, reconhecem a fonte do seu próprio coração, alcançam o princípio profundo do Buda, percebem a lei do não fazer, nada está sendo ganho por dentro, não tem nada sendo exigido do lado de fora, não prenda o Tao no coração, nem colete o carma, não tenha pensamentos, não faça, não seja praticante, não seja provado, não experimente o níveis sucessivos, mas atingem o estado mais alto de todos, são chamados de Tao. ”
Tal Dao também é adequado para todas as pessoas. Mas é difícil para a maioria das pessoas entender, quanto mais praticar. Para a maioria das pessoas, eles acham que tal Dao não é útil para a vida deles. Mas, se você pudesse entendê-lo profundamente, você poderia achar que é muito útil para a nossa vida, mesmo que não sejamos discípulos de Buda. Se você está interessado no conteúdo do capítulo 2 que eu havia explicado, você pode encontrar aqui (Capítulo 2) Uma Breve Conversação sobre as Escrituras de Quarenta e Dois Capítulos dita por Buda. “Ouvindo e gostando muito do Dao, o Dao é certamente difícil de ser entendido. “Aqui, o primeiro Dao significa muita doutrina. O segundo Dao significa o Dao que é explicado por Buda. Isso também significa que não nos ajudaria a nos especializar na verdade, se ouvirmos e gostarmos muito de muita doutrina. Mas acho que isso nos ajudaria a abrir nossa mente e aumentar nosso conhecimento. E também nos ajuda a julgar e escolher que tipo de doutrina é adequada para nós.
Todos os ensinamentos de Buda incluem a filosofia, psicologia, ética, medicina, sociologia, economia, ciência, física e política. Se envolvêssemos amplamente esse conhecimento e tivéssemos o conceito fundamental do budismo, descobriríamos isso. É claro que o budismo não é classificado naqueles acadêmicos respectivamente. O budismo não é usado para pesquisar em qualquer acadêmico, mas para pesquisar para o nosso coração interior e praticá-lo em nossa vida real. Então, descobriríamos que a verdade está em nosso coração, não de qualquer pesquisa acadêmica e também de nenhum Espírito supremo externo. Essa é a verdade que o Buda quer que saibamos. Quando somos falta de conhecimento e, portanto, somos ignorantes, somos fáceis de ser limitados e ligados a uma doutrina, especialmente aquelas pessoas que são pobres e são oprimidas pela pressão da vida. Para eles, o Dao explicado por Buda é quase inútil.
Na história, infelizmente, há sempre pessoas para usar a doutrina o que eles acham que é certo, para usá-la como sua fé, e usar o poder militar ou os outros meios para forçar outras pessoas a obedecer a sua doutrina. O pior é que eles restringem a outra doutrina a ser transmitida e oprimir ou matar as pessoas que praticam essas doutrinas. A partir da história, podemos descobrir que o budismo no começo é aceito por aquelas pessoas que são mais instruídas, possuem mais conhecimento e estão em status elevado, como o imperador ou o primeiro ministro. As pessoas comuns mal têm a chance de ouvir ou ler A Escritura de Quarenta e Dois Capítulos dita por Buda, exceto por ser um monge ou freira budista. A maioria das pessoas sabe rezar para que o Buda as abençoe para ter uma vida boa e pacífica. Mas, eles não sabem, ter uma vida boa e pacífica é baseada no que eles fazem em compaixão e sabedoria, e em conhecimento. É por isso que o budismo foi considerado uma fé cega. Felizmente, essas pessoas nobres protegem o budismo.
Então, o Buda disse: “Ouvindo e gostando extensamente do Tao, o Tao é certamente difícil de ser entendido”. Em uma palavra, isso significa que poderíamos entender a verdade somente quando percebemos profundamente o Tao e o colocamos em prática intensamente.
O Buda disse: “Obedecendo à nossa própria aspiração e mantendo o Tao, esse Tao é muito grandioso”. Mesmo que essas palavras sejam ditas aos discípulos de Buda, também é bom para nós. Podemos estar curiosos sobre qual é a aspiração dos discípulos de Buda e por que Buda disse isso.
Na contemplação profunda sob a árvore Bodhi, Buda percebeu que existem três tipos de seres sencientes sobre sua raiz de sabedoria. Ele os classificou como raiz superior, raiz intermediária e raiz inferior em sabedoria. Por que é chamado a raiz da sabedoria? A raiz da sabedoria poderia dar os frutos de Buda. E ele também usou o contêiner como uma metáfora para descrever como o grau é que os seres sencientes poderiam aceitar o ensinamento de Buda, e como o grau é que eles poderiam alcançar o objetivo. Ele também classificou-o como grande contêiner, meio contêiner e pequeno contêiner.
Se as pessoas são comparadas e descritas como o grande recipiente, isso significa que essas pessoas poderiam aceitar a profunda doutrina dita por Buda. Pelo contrário, se as pessoas são comparadas e descritas como o pequeno recipiente, isso significa que essas pessoas não poderiam aceitar a doutrina profunda e só poderiam aceitar a doutrina simplista.
Então, nós conectamos a palavra "raiz" e "recipiente" para ser "recipiente-raiz". Podemos explicar como o container pode armazenar a raiz; o grande recipiente poderia conter a raiz grande; o pequeno recipiente só poderia conter a pequena raiz da sabedoria. O Buda então classificou os seres sencientes como grandes recipientes de raiz, o que significa que possui a grande sabedoria; meio recipiente raiz, o que significa que ele tem a sabedoria intermediária; e pequeno recipiente de raiz, o que significa que só tem pouca sabedoria.
Não importa se a sabedoria é grande ou pequena, ela não está relacionada à experiência acadêmica, status social, idade, QI e analfabetismo. Então, é muito importante desistir do preconceito e da restrição vinda de qualquer conceito.
Aqueles que estão nos pobres não têm chance de aceitar o ensinamento de Buda. você sabe quantos eles estão no mundo? Eles são mais da metade da população do mundo. Então, se você já leu A Escritura de Quarenta e Dois Capítulos dita por Buda, você é realmente sortudo e feliz. Por quê? Primeiro, você pode estar na riqueza para poder usar o smartphone ou o computador para ler este capítulo. Segundo, você pode ser saudável para ter energia para ler este capítulo. Terceiro, você tem tempo e cérebro para estudar este capítulo. Ser pensamento positivo é sempre bom para a vida.
Agora, voltamos à questão sobre qual é a aspiração dos discípulos de Buda. Você sabe quantos discípulos existem? De acordo com os registros da história, existem 2500 discípulos para seguir o Buda. Como mencionamos acima, os discípulos de Buda são classificados como grande recipiente de raiz, recipiente de raiz média e recipiente de raiz pequeno.
Então, de acordo com a diferença do contêiner da raiz, o que Buda ensinou a eles também é diferente. Há um ditado, "Ensinar de acordo com a aptidão do estudante". O ensinamento de Buda é muito esclarecido, isto é, Q & A, e há muito “por que” ou “por que a causa e condição é” vindo da investigação dos discípulos. Se você já leu alguma escritura no budismo, você a encontraria.
É claro que, de acordo com a diferença do contêiner-raiz, existe uma questão profunda ou superficial, de modo que suas aspirações são diferentes. Então, qual é a diferença de suas aspirações?
Aqueles que são pequenos recipientes de raiz podem entender pouco o que Buda ensinou, mas, pelo menos, poderiam ser cuidadosos para não cometer erros, apenas pedir para não ir para o inferno, e desejar que depois de morrer, seja melhor ter a chance de ir para o céu ou a terra pura criada pelo Buda Amitabha. Lá, eles ainda têm a chance de aceitar o ensinamento de Buda e aprender o Buda.
Aqueles que são intermediários podem não perceber o verdadeiro Dao dito por Buda, podem ser iluminados um pouco e colocá-lo em prática na vida às vezes, mas não completamente. Eles também obedecem aos preceitos e ainda fazem o bem, para salvar os seres sencientes para libertar-se do sofrimento.
Eles também poderiam ensinar e explicar o que Buda ensinou, mas, de acordo com as palavras, explicar o significado, não a partir de sua prática real e também de sua iluminação pessoal. Mesmo assim, eles desejaram se tornar Buda na vida futura e ir para a terra pura criada por Buda após a morte deles.
Aqueles que são grandes contêineres-raiz poderiam realizar o verdadeiro Dao dito por Buda, poderiam ser iluminados e colocados em prática na vida real. Eles poderiam ensinar e explicar o que o Buda ensinou com base em sua prática real e em sua iluminação pessoal. O que eles ensinaram é muito vivo e não se limita às palavras. Além disso, é muito possível que eles alcancem o estado de Buda, para se tornarem Buda, na vida presente. Eles criariam a terra pura no coração por si mesmos. Para onde ir depois de morrer? Apenas esteja lá.
Esses três tipos de pessoas têm uma base comum, isto é, suas mentes foram inspiradas por Buda e assim desejaram alcançar o estado de Buda, para se tornarem Buda, no futuro. Esta é a primeira e muito importante aspiração que foi obedecida. Com base nisso, eles poderiam aprender o Buda e aceitar o que o Buda havia ensinado e, assim, manter o Tao. Manter o Dao para se tornar Buda é o seu objetivo final. Por que é muito grandioso? Toda a lei de Buda é completamente entendida e alcançada, e toda a virtude é solene, depois de se tornar Buda. É por isso que tal Dao é muito grandioso para eles.
Então, podemos ter uma pergunta. Qual é a lei de Buda? Em geral, a lei búdica inclui o todo, o positivo e o negativo, e se é positivo ou negativo, julgado pela consciência subjetiva humana. Mas, no conceito da lei de Buda, as coisas delimitadas às vezes podem ser quebradas, porque o fato pode não ser o que vimos e o que pensamos. Além disso, se pudermos aplicar corretamente a lei búdica com nossa sabedoria em nossa vida, ela poderá tornar nossa vida viva e viver bem. Mas, se não pudéssemos aplicar a lei búdica corretamente, poderíamos "morrer" na lei de Buda, o que significa nenhuma elasticidade e nenhuma criação em nossa vida.
Então, nós entendemos que, se tal Dao é muito grandioso ou não, não está preocupado com os outros, também não preocupado com você e eu, mas preocupado com a pessoa que desejou atingir o estado de Buda, para se tornar Buda.
Como mencionado anteriormente, Buda é um substantivo substantivo dado pelas pessoas. Significa um estado de vazio e não-vazio, que inclui a paz, a sabedoria, a compaixão e a alma da bondade. Inglês: (Chapter 9) A Brief Talk about The Scripture of Forty-Two Chapters Said by Buddha
https://po-bvlwu.blogspot.com/2018/10/capitulo-9-uma-breve-conversa-sobre.html
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2019.09.06 18:36 TaoQingHsu (Capítulo 1) Uma breve conversa sobre a Escritura de quarenta e dois capítulos dita por Buda

Co-tradutores no tempo da dinastia Han Oriental, China (25 a 200 dC): Kasyapa Matanga e Zhu Falan (que traduziu a dita Escritura do sânscrito para o chinês).
Tradutor nos tempos modernos (D.2018: Tao Qing Hsu (que traduziu a dita Escritura do chinês para o inglês).
Professor e escritor por explicar a dita Escritura: Tao Qing Hsu
Capítulo 1: Saia da família e prove a fruta do Dao
O Buda disse: “Aqueles que se despedem de seus familiares, saem da família, reconhecem o coração, alcançam a raiz de dentro, entendem a lei do não fazer, são chamados de Sramana. Aqueles que sempre seguem os 250 Preceitos, estão na limpeza e purificação enquanto vão e param, e fazem a prática do Dao das Quatro Nobres Verdades, tornam-se Arhats. Arhats são capazes de voar e mudar, têm a vida de grandes éons, podem habitar e se mover no céu e na terra. O próximo é Anāgāmi. No momento da morte, seus espíritos ascendem acima do décimo nono céu, onde provam os Arhats. O próximo é Sakridāgāmi, que ganha o Arhat imediatamente, depois de ascender ao céu uma vez e retornar à terra uma vez. O próximo é Srotāpanna, que prova Arhat, após sete mortes e sete nascimentos. Cortar o amor e o desejo é como membros quebrados que não podem ser usados ​​novamente. ”
Sramana, Arhat, Anāgāmi, Sakridāgāmi e Srotāpanna são todos em sânscrito. Eles são separadamente significados ao grau diferente relacionado a praticar o Dao. Tais nomes são todos diferenciados e dados por pessoas. Pensar nos diferentes graus do Doutor, Mestre e Bacharel, cujos nomes também são diferenciados e dados pelas pessoas. Espero que esse exemplo faça você entender mais isso.
"Saia da família", o que significa que um homem deixa sua família para se tornar um monge budista. Existem dois tipos de sair da família. Uma é que a forma de monge budista parece sair da família, mas seu coração ainda está na família. A outra é que a forma de não-monge budista vive na família, no entanto, seu coração é realmente sair da família, tal é o verdadeiro e sair da família. Ou seja, não importa qual seja a forma, o coração que saiu da família é realmente sair da família.
Então, podemos ter dúvidas. Por que um coração quer sair da família? Existe algum significado para? No capítulo vinte e três desta escritura, menciona-se uma das razões. O conceito desta escritura também é adequado para mulheres. O coração que sai da família significa deixar de lado o constrangimento, os problemas e a aflição ocorridos na família, não deixar de fora os membros da família. O significado mais profundo é transformar essas restrições, problemas e aflições em sabedoria para que nós e os outros tenhamos uma vida melhor.
Nos tempos antigos e modernos, quando as pessoas saíam da família para se tornar um monge ou freira, elas deveriam ter a permissão de seus pais primeiro. Isso é para respeitar os pais e agradecer-lhes para nos criar. Nos tempos passados​​da China, também deve ter a permissão do governo e ter que ser registrada no governo, o que é motivo para evitar que o criminoso contorne a punição da lei por meio da saída da família.
“Reconheça o coração, alcance a raiz do interior, entenda a lei do não fazer”, o que significa reconhecer que não há coração nem mente; tudo ocorre do nosso coração e mente. Quando temos o coração e a mente, tudo ocorre então. Quando removemos nosso coração e mente, tudo é eliminado. "Tudo" significa o fenômeno, situação, matéria, objeto e coisas do nosso exterior e interior. Algumas pessoas que ouviram o conceito de sem coração, sem mente e sem consciência, estão aterrorizadas e infelizes em repreender o budismo. Porque em seu pensamento e conceito, como seria possível que não houvesse coração, nem mente nem consciência? Eles não entendem isso.
Um dia, Huike, que foi o segundo fundador do zen na China, disse ao primeiro fundador Dharma: “Mestre, sinto que meu coração não está em paz. Por favor, ajude-me a ter meu coração em paz.
O fundador Dharma respondeu a ele: “Me dê seu coração. Eu te ajudo a ter o coração em paz.
Huike pensou por um tempo e depois respondeu ao fundador Dharma: "Mestre, não consigo encontrar meu coração".
Então, o fundador Dharma respondeu: “Eu já te ajudei a ter o coração em paz”.
A raiz do interior é o vazio. Alcançar a raiz do interior significa alcançar o vazio. A natureza maravilhosa do interior é o vazio. Se tivermos esse conceito, entenderemos o significado do não fazer.
A maioria das pessoas que ouviram o conceito de não fazer no budismo também estão aterrorizadas e infelizes, porque elas têm muito pensamento negativo e incompreensão sobre isso. Eventualmente, em alguma situação, não fazer é melhor do que fazer, você já pensou sobre isso? Não fazer é um estado que é preocupação com o não-coração e o vazio. Neste estado e momento, nosso corpo físico e mental estará em paz, silêncio e saúde. Isso é o Nirvana. O objetivo de praticar o Dao é o Nirvana. Não é um sentimento curto. Deve ser um estado estável e contínuo, que é a grande meditação. Nesse estado, será o fundamento, a partir do qual podemos fazer e pensar de qualquer maneira positiva, de modo a ajudar e beneficiar a nós e aos outros.
Todo praticando o Dao tem como objetivo o estado do Nirvana. Há muitas maneiras diferentes de praticar o Dao. Para recitar ou cantar o nome de Fo ou Pusa, ou ler a escritura do budismo, ou pensar no significado do ensinamento de Buda e sentar-se para meditar, todos eles são um dos caminhos. (Fo é Buda; Pusa é Budhisattva.) Essa parte é para ajudar e nos beneficiar. Quando nosso coração está limpo, puro e pacífico, temos a força para ajudar e beneficiar os outros, que é o aprendizado mais profundo.
“Reconhecer o coração, alcançar a raiz do interior, entender a lei do não fazer” é o grau mais alto na prática do Tao. O homem que está em tal estado é chamado Sramana. Antes do estado acima mencionado, ele poderia ter feito as seguintes coisas.
“Aqueles que sempre seguem os 250 Preceitos, estão em estado de limpeza e purificação enquanto vão e param, e praticam o Dao das Quatro Nobres Verdades, tornam-se Arhats.” Significa que os monges budistas têm que obedecer aos 250 Preceitos. . E não importa para onde estão indo, a coisa boa para beneficiar a si mesmos e aos outros, ou parar as coisas más para não machucar a si mesmos ou aos outros, devem estar no estado de limpeza e purificação no coração e na mente.
Nós não somos monge budista, então não temos que obedecer aos 250 Preceitos. Mas isso nos inspira. Quando estamos fazendo as coisas boas e não estamos fazendo as coisas más, devemos também manter a limpeza e a purificação no coração e na mente. Significa que devemos remover o ganancioso, o ódio, a estupidez e a paixão, de coração e mente, porque essas coisas contaminariam nosso coração e mente, e nos deixarão ter o pensamento negativo. Se esses deles forem removidos, estaremos no esplendor, teremos a mente pacífica e o pensamento positivo, em benefício de nós e dos outros.
“Faça a prática do Dao das Quatro Nobres Verdades.” Significa que colocar o Dao das quatro nobres verdades na prática é uma das condições para se tornar Arhat. As quatro nobres verdades são Sofrimento, Agregação, Eliminação e Tao, que são as causas e condições para atingir o estado de Buda. O sofrimento é a causa. A agregação e eliminação são as condições. O Dao é a condição e resultado. "Dao" é transliterado da palavra chinesa. Seu significado original é o caminho. E seu significado é estendido para praticar a verdade.
A primeira causa e condição para entrar no caminho de Buda é perceber o sofrimento de nosso interior, como qualquer dor causada por nosso corpo, ou qualquer pressão causada por nossa vida, ou qualquer doença mental causada por nossa ganância, ódio, estupidez. e paixão.
A segunda causa e condição para entrar no caminho de Buda é perceber e descobrir que o sofrimento do nosso interior é agregado continuamente. A maioria das pessoas não tem essa percepção. Qualquer sofrimento é fácil de ser esquecido pelas pessoas. Uma vez que qualquer sofrimento é lembrado por eles, o que eles pensam é que eles são a pessoa perseguida, todos os seus sofrimentos internos são causados ​​pelos outros. Então eles querem se vingar para eliminar o sofrimento deles. Tal pensamento está violando o caminho de Buda.
Quando percebemos e descobrimos que o sofrimento do nosso interior é agregado continuamente, seguimos o caminho de Buda para eliminar o sofrimento do nosso interior. Isso significa que entrar no caminho de Buda é uma maneira de eliminar nosso sofrimento interior. Então, podemos ter dúvidas, qual é o caminho de Buda? A definição do caminho de Buda é ampla e infinita. O ponto está nesta escritura. Em segundo lugar, o ponto mais importante está na Escritura do Coração da Sabedoria Suprema, que você pode encontrar e ler no meu blog. É difícil para o público entender a Escritura do Coração da Sabedoria Suprema. Em uma palavra, o fundamento do caminho de Buda é a autopercepção, o autocontrole, a autoliberação e a autodisciplina.
Então, quando “caminhamos” pelo caminho de Buda, isso significa que colocamos a verdade ou a lei búdica ensinada por Buda na prática. Nós damos um nome como "Dao" (ou "Tao").
"Arhats são capazes de voar e mudar, têm a vida de grandes éons, podem habitar e se mover no céu e na terra." Isso significa a libertação e liberdade sobre a vida pessoal e ação. Isso também significa que o Arhat pode decidir sua própria duração de vida e pode decidir onde morar, ou onde nascer, o céu ou a terra. Em segundo lugar, não importa onde o Arhat vá ou vive, os guardiões invisíveis estão sempre ao lado do Arhat para protegê-lo, porque os espíritos e os fantasmas no céu e na terra seriam movidos pela virtude de Arhat e jurariam se tornar os guardiões proteja o Arhat. Os Arhats incluem machos e fêmeas. Em algumas Escrituras, o Bodhisatva também é chamado de Arhat, que possui imensurável felicidade devido à virtude de Arhat.
Está realmente além do nosso conhecimento e experiência. Mas isso não significa que tal Arhat não exista, porque não podemos provar que tal Arhat existe, e também não podemos provar que tal Arhat não existe. É mais como a experiência transcendental pessoal. Quando nos tornamos Arhat ou quando nos encontramos Arhat, é uma experiência transcendental muito pessoal.
Quando uma pessoa tem a experiência prática mencionada, damos a ela um nome como “Arhat”. "Arhat" é sânscrito.
“O próximo é Anāgāmi. No momento da morte, seus espíritos sobem acima do décimo nono céu, onde eles provam os Arhats. ”Isso significa que uma pessoa está no momento da morte, seu espírito habita no céu ou acima do décimo nono e onde ele provém o fruto de Arhat Então, é dado um nome como “Anāgāmi”, que é sânscrito.
Há trinta e três céus que são mencionados no budismo. Eles são mais semelhantes aos diferentes espaços dimensionais, de acordo com o nosso entendimento no tempo moderno.
“O próximo é Sakridāgāmi, que ganha o Arhat imediatamente, depois de ascender ao céu uma vez e retornar à terra uma vez.” Significa que tal pessoa pratica a lei de Buda e reencarna no céu e na terra uma vez. E então, ganha o fruto do Arhat. Damos a essa pessoa um nome como “Sakridāgāmi”, que é a sanskirt.
“O próximo é Srotāpanna, que prova Arhat, depois de sete mortes e sete nascimentos.” Isso significa que essa pessoa pratica a lei de Buda e tem que experimentar a reencarnação por sete vezes no céu e na terra. E então, ganha o fruto do Arhat. Tal pessoa recebe um nome como “Srotāpanna”, que é Sanskirt.
No budismo, existe tal conceito que existem imensuráveis ​​reencarnações para um espírito de uma pessoa, como um espírito em uma roda, onde inclui os Seis Caminhos, que são três pertencentes a bons caminhos e três pertencem a caminhos maus. Os três bons caminhos são os caminhos do Bodhisattva, Ashura e Humano. Os três maus caminhos são os caminhos do Fantasma, Animal e Inferno. Que o espírito reencarna nos Seis Caminhos por turnos é como uma roda girando continuamente, e nunca sai da roda giratória. Somente quando o espírito entra no caminho de Buda, há a chance de deixar a roda giratória.
"Cortar o amor e o desejo é como membros quebrados que não podem ser usados​​novamente." A definição do amor e do desejo aqui é mais estreita, o que significa que as pessoas gostam de alguém romanticamente ou são sexualmente atraídas. O amor e o desejo afetariam a emoção e o pensamento das pessoas. Algumas pessoas usam seu amor e desejo de controlar os outros. No entanto, algumas pessoas são assim controladas em mente. Não importa qual deles, seu coração e mente não são liberados e não são livres. Uma vez que seu amor e desejo não estão contentes, o pensamento e o comportamento irracionais são assim ocorridos. Não importa como eles são, seu coração e mente podem ser feridos. No entanto, alguém gosta de tal situação. O Buda considera essas pessoas como estupidez e paixão, e essas pessoas estão, portanto, no estado de não-brilho.
Que cortar o amor e o desejo é como membros quebrados significa que uma pessoa deve ter a determinação de praticar o Dao. Não deixe que o amor e o desejo se tornem o obstáculo na prática do Tao.
Mas o supracitado é um dos ensinamentos de Buda. Existe o profundo e outro ensinamento de Buda. Isto é, não é necessário cortar o amor e o desejo. Por quê? Não há amor e desejo fundamentalmente, quando compreendemos completamente o não-eu e o auto-vazio. Nosso amor e desejo ocorrem e são atraídos pela situação externa. Se entendermos o Vazio de fora e de dentro, onde encontrar o amor e o desejo de sermos cortados? Mas, tal conceito é difícil de ser entendido pelo Arhat, para não mencionar as pessoas comuns. Pode ser possível entender, quando fazemos a meditação profunda. Se não tivermos essa sabedoria, é melhor cortarmos o amor e o desejo quando tivermos a determinação de praticar o Tao. Em tal situação, o amor e o desejo não são reais, porque são ilusões. Mas as pessoas comuns as consideram reais. Inglês: (Chapter 1)A Brief Talk about The Scripture of Forty-Two Chapters Said by Buddha
https://po-bvlwu.blogspot.com/2018/10/capitulo-1-uma-breve-conversa-sobre.html
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2019.07.27 11:13 EuSoQueroQue Para vc que amei

(Escrevi essa carta pensando em não mostrar para ninguém. Mas não teve o efeito que eu esperava. Quem sabe se outras pessoas lessem)
Oi, tudo bem?
Menos de uma semana atrás eu te mandei uma mensagem sobre um filme que assisti. Dessa vez vc respondeu. Foi educada, mas não continuou a conversa. Para mim foi o suficiente para achar que desta vez a msg tinha alguma chance de virar uma conversa, então fiquei tentando pensar em como puxar assunto. Não quis usar perguntas pq não queria fazer vc se sentir obrigada a responder. Pensei em te contar sobre a minha vida, que mudou bastante nos últimos 2 anos.
Mas achei que esse seria um bom assunto para quando finalmente conversarmos em pessoa. Acabei escolhendo um elogio, a maravilhosa habilidade que vc tem e sempre me deixou com inveja foi a capacidade de ter assuntos e manter uma conversa saudável. Mandei essa mensagem,
Agora acho que vc pode estar interpretando como se eu estivesse sendo "passive-aggressive", como que reclamando de vc ter sido "apenas" educada e não continuada a trocar msgs.
Eu odeio que a parte de mim que tenho te mostrado nos últimos 10 anos foram de msgs nos momentos que estive mais triste, solitário ou fragilizado de alguma maneira. Toda vez que paro para pensar, sei que estas msgs só servem para te afastar ainda mais de mim. Mas, acho que saber que vc está do outro lado, ainda que não me ouvindo, tem me feito bem.
Anteontem te mandei outra mensagem. Desta vez mais parecida com uma conversa saudável. Contei que mudei de emprego, de cidade, perguntei como vc está. Dessa vez o resultado foi muito diferente. Não quanto a sua resposta, mas que poucas horas depois de enviar a msg a minha "crise" atual melhorou bastante. Ao ponto de achar que eu estava bem, pelo menos até a próx crise daqui 2 ou 4 anos.
Foi pensando nesse bem estar que resolvi escrever esses sentimentos. "Talvez seja o processo de transformar seus sentimentos em palavras que tenha tido o efeito benéfico." Decidi que, da próx vez que eu realmente precisasse dizer alguma coisa, escreveria neste papel. Não demorou para meus pensamentos estarem cheios de novo.
Assisti um vídeo sobre relações abusivas, e me corta o coração identificar atitudes minhas como as de um namorado abusivo. Eu me odeio por todo mal que já te fiz e nem pedi desculpas. (...) Agora me lembro que eu cheguei a me desculpar por ter te ignorado naquele churrasco, mas o verdadeiro peso daquelas ações só entendi agora, que o vídeo citou explicitamente que ignorar seu parceiro em um ambiente público é uma atitude abusiva e altamente prejudicial.
Hoje eu entendo que usava o silêncio como uma arma contra você. E só posso imaginar o quanto isso te machucou.
(...)
Passei alguns minutos discutindo comigo mesmo se deveria escrever pensamentos que provavelmente irão te afastar ainda mais de mim. Escrevo com o sentimento de te mostrar, mas sem intenção real de te enviar ou mostrar esse caderninho. Por isso mesmo não faz sentido não ser honesto com o papel. Oras, ser menos honesto e escolher quais pensamentos escrever são resquícios do comportamento manipulativo meu. Como se mesmo uma carta de desabafo, que nunca será mostrada devesse ser escrita com a intenção de te convencer a conviver de novo comigo.
Até pq se eu não consigo expressar meus sentimentos para um pedaço de papel, como poderia expressá-los para você?
Os pensamentos, que meu lado medroso queria deixar de fora desta carta, era que se eu consigo hoje identificar atitudes tão tóxicas em como eu era quando estávamos juntos, provavelmente existiam outros que eu nem entendo como problemáticos. Pensei também que, quando vc me ignora nas estúpidas msgs que envio, está apenas se protegendo de uma pessoa... tóxica? abusiva?
Eu já não sei o quanto estou sendo realista ou apenas sendo auto depreciativo. Esse comportamento provavelmente é outra característica abusiva minha.
Não sei se chegou a ver o filme "before the sunset", imagino que ainda não. Passou menos de 1 semana desde que te disse para ver.
Eu gostaria muito de te dizer que quis te recomendar o filme principalmente por 2 motivos:
O tom da conversa que os personagens tem. Como se o tempo que passou não fizesse diferença nenhuma e eles fossem bons amigos durante todos estes anos. Queria que vc lêsse as minhas msgs para vc com esse tom, de maneira meio leve, meio pesada, mas principalmente honesta.
Eu sei que, em termos de voltarmos a ficar juntos, não entrar em contato e deixar o acaso nos juntar seria mais efetivo. Mesmo que demorasse muitos anos. Mas só de pensar em isso não acontecer eu sou tomado por uma tristeza, um sentimento de vazio.
O segundo ponto do filme que queria muito conversar com vc, é quando a mulher diz: "I was fine until i read your book"
Com ctz vc já percebeu que isso acontece bastante comigo. A maior parte das vezes eu me lembro de vc com saudades e carinho, e um gosto bitter sweet que fica na boca. As vezes, como essa de agora, a saudade fica demais. Eu não me controlo e acabo mandando alguma msg torcendo que encontre vc em um momento parecido, e consiga transformar a distância entre nós em uma conversa como a do filme.
MAS, eu nem sei se vc tem a mesma saudade que eu sinto por vc. Quando penso em como fui com vc, imagino que fui apenas uma fase ruim, que vc seria mais feliz se não tivesse me conhecido. Ao mesmo tempo, eu me recuso a acreditar que seja possível sentir tanta saudade de alguém que não sente a sua falta.
Acabo me convencendo que a única diferença é que vc tem um auto-controle melhor que o meu. Que as suas crises de saudades acontecem, quando alguma música ou filme te lembram de mim, mas que vc não me procura de maneiras bobas como eu faço com vc.
Me lembro de uma vez que vc me pediu uma receita, que fazia quase 9 anos que não comia aquilo. Eu devo ter te respondido de algum jeito ruim, pq quando te perguntei dos cookies que vc fez para mim um dia, não me respondeu mais. Essa vez eu fiquei muito confuso. Inicialmente achei que vc queria conversar como amigos apenas, mas quando não me respondeu pensei que vc continuava com aquela filosofia boba de "ex bom é ex morto". Fiquei com raiva. Vc me ignorava quando eu tentava algum contato, mas me pedia coisas qdo tinha algo a ganhar.
Quando a raiva passou, pensei que poderia ser saudade que te fez mandar as msgs, e não sabia o que fazer com essa possibilidade. Eu queria que fosse verdade, como se uma confirmação que eu fui importante para vc como vc foi para mim.
(...)
Agora, escrevendo, me lembro de vc comentando que eu pedi um tempo no namoro "do nada" ou algo do tipo. Metade dos motivos eu tenho ctz que já tinha reclamado para vc antes, e vc não fez esforços para melhorar. Era o jeito como vc tratava seus amigos homens, dando muita liberdade, inclusive quanto a contato corporal, de abraços por trás e cócegas. Essas atitudes me machucavem tanto nos meus ciúmes quanto nas minhas inseguranças. Aquele dia que eu tentei fazer cócegas em você e não consegui me incomoda até hoje. Ver um amigo seu te fazer cócegas, o jeito que vc ria, acabou comigo naquele momento.
A segunda metade de pq eu quis das um tempo, essa é a parte mais difícil de confessar. Gostaria de te dizer em pessoa, mas muito provavelmente eu nunca vou ter a oportunidade.
Quando a gente já não estava tão bem juntos, apereceu alguém.
Era uma mulher muito bonita e simpática. Acho que tanto eu como ela sentimos uma conexão, daquelas que vc sabe que a outra pessoa tb tem?! Bom, começamos a conversar mais. Me sentir próximo de alguém no mesmo momento que me sentia distante de vc me confundiu bastante. Hoje eu entendo que foi apenas um "crush" e que a gente não controla com quem vai se sentir atraído. Mas na minha cabeça isso era inaceitável. Sentir-se atraído por outra mulher era incompatível com a minha definição de amor.
Se eu tivesse na época o pouco de maturidade que tenho hoje, eu saberia que esse sentimento não significava nada. Que não havia necessidade de passar nenum dia longe de vc.
Lambrar dos meses seguintes, quando tínhamos separado mas não de verdade, Vc quis voltar a ficar juntos, eu não quis. Depois eu quis, vc não. Aí inverte mais uma vez, e depois outra. Como se fosse um problema de desencontros ou timing.
Mesmo quando estávamos namorando, toda vez que acontecia a menor das brigas eu demorava para processar meus sentimentos. Até lá vc já tinha se cansado de tentar me animar, tentar me ajudar a me abrir mais. Então, quando eu finalmente superava o motivo inicial da briga, vc estava agora chateada comigo por ter sido tão frio e distante durante a briga.
Talvez se vc tivesse mais paciência com a minha demora em digerir emoções. Talvez se eu fosse mais maduro emocionamente. Eu já não sei mais.
Só sei que é tarde demais para pedir desculpas. Eu imagino que vc me veja como o ex abusivo, que ainda tenta entrar em contato apenas para ser manipulativo. Mas eu só quero que vc saiba que eu estou pensando em vc. Que eu te vejo como a pessoa mais importante a passar na minha vida até hoje.
Eu só quero que vc saiba que eu te vejo como no filme, que um dia vamos nos encontrar, sem horários, sem relacionamentos, e que nesse dia nós vamos conversar natural e honestamente, e se não for para ficarmos juntos, que pelo menos eu consiga te pedir desculpas.
Desculpas por todas as lágrimas que eu te fiz derramar.
Desculpas por todas as brigas que não deveriam ter existido.
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